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quinta-feira, dezembro 9

Novas, mas antigas - Repercutindo...

DUAS EM UMA!
Atualizado pelas Agências em 09/12/2010 21h23
Estamos acompanhando esta notícia para confirmação do fato!
Agências divulgam supostas fotos de Sakineh
Fotos foram divulgadas por TV do Irã e não foram confirmadas por agências.
Se confirmada, a libertação ocorre na véspera do Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado pelas Nações Unidas.
As fotografias mostram seu rosto numa das primeiras vezes desde que o caso se ganhou destaque internacional. As imagens teriam sido feitas na casa de Sakineh nos dias 4 e 5 deste mês. As agências de notícias alertam que não puderam verificar a veracidade das imagens e da libertação de Sakineh.
O Comitê Internacional Antiapedrejamento, ONG alemã que acompanhava seu caso, informou nesta quinta-feira (9) sobre a libertação da iraniana. 
O Irã acusa o Ocidente de usar o caso como arma de propaganda, transformando um "caso simples" em um meio de pressionar o governo do presidente Mahmud Ahmadinejad, criticado por supostas irregularidades eleitorais e desrespeito aos direitos humanos.

Iraniana Ashtiani Libertada...
Lembram-se dela?
A iraniana condenada ao apedrejamento pelas leis islâmicas no Irã.
Se verdadeira será um ato resultado das pressões internacionais sobre Irã, ou para demonstração de reconhecimento de erro das suas leis.
O que você acha?
A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada a morte pelo crime de adultério, foi libertada, assim como seu filho e seu advogado, afirmou à agência de notícias France Presse o Comitê contra a Lapidação, ONG com sede na Alemanha.

A ONG Solidariedade Irã, que também acompanha o caso, confirmou a libertação de Sakineh, seu filho Sajad e dois jornalistas alemães em comunicado enviado por e-mail à Folha.
O Comitê contra a Lapidação não deu mais detalhes sobre como ocorreu a libertação e nem quando. O governo iraniano ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
"Recebemos do Irã a informação de que estão livres", disse à AFP Mina Ahadi, porta-voz do Comitê contra a Lapidação. "Esperamos ainda a confirmação. Aparentemente, esta noite há um programa que deve ser exibido na televisão e aí saberemos 100%. Mas, sim, ouvimos que está livre e também seu filho e seu advogado", disse Ahadi.
Sakineh foi inicialmente condenada à pena de morte por apedrejamento.
A sentença foi suspensa neste ano após várias críticas de grupos de direitos humanos terem levado a forte pressão internacional sobre o Irã.
Segundo a lei islâmica, em vigor no Irã desde a revolução de 1979, o adultério pode ser punido com a morte por apedrejamento, e crimes como assassinato, estupro, roubo a mão armada, apostasia e tráfico de drogas são todos punidos com a morte. Ainda este mês, os EUA condenou os planos anunciados de executar Sakineh. O Reino Unido alertou o Irã contra ir em frente com a punição, e a França pediu ao país para perdoá-la.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu asilo a Sakineh em julho, levando a uma constrangedora recusa pública da oferta pelo Irã, que disse que Lula é "uma pessoa humana e sensível", mas não tinha conhecimento de todos os fatos.
IGREJA CATÓLICA MAIS UM JULGAMENTO – AGORA NA HOLANDA.
Parece que a mancha não desgruda!
A Igreja católica está envolvida, através das ações de alguns de seus sacerdotes, em diversos casos espalhados pelo Mundo Europeu e na outra América.
Está parecendo que o volume de casos é tão grande, e que destamparam uma, desculpem, ‘fossa negra’, lacrada com a ajuda das autoridades eclesiásticas da Igreja.
Não são levantamentos desta página, é o que está sempre reverberando nas páginas dos maiores periódicos e agencias de noticias do Mundo todo.
Basta ver o volume de bilhões de indenizações as quais a ICAR tem que arcar pelos erros de seus clérigos, com o enredo resvalando no próprio irmão de Dom Ratzinger – o Papa Romano.
O que fazer?
Apesar do líder ser protestante esta é uma Comissão com viés político e o mesmo conta até com aval da Comissão dos Bispos da Holanda.
Antes que se façam ilações...
É Notícia.
09/12/2010 - 17h32

Holanda registra 1.975 denúncias de abuso sexual e físico cometidos por religiosos

MARCEL MICHELSON - DA REUTERS, EM HAIA
Quase 2.000 pessoas se declararam vítimas de abuso sexual e físico na infância e adolescência enquanto estavam sob os cuidados da Igreja Católica Romana na Holanda, informou uma comissão independente nesta quinta-feira.
A investigação sobre os abusos que datam de 1945 mostra a Holanda numa posição bem pior que a Irlanda dentro do escândalo que abalou a Igreja Católica na Europa e nos Estados Unidos. 
O escândalo também forçou o papa Bento 16 a pedir desculpas às vítimas de abuso sexual cometidos por padres católicos.
O relatório da comissão indicada pela igreja foi solicitado pela conferência dos bispos da Holanda depois do aparecimento de casos envolvendo padres pedófilos na Holanda, na Bélgica, na Irlanda, na Alemanha, na Austrália, no Canadá e nos EUA.
"Tenho muito respeito para com as pessoas que se apresentaram, porque se declarar vítima é um grande passo", disse Wim Deetman, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de Haia, que está à frente da comissão e é protestante.
Questionado se o relatório poderia fazer pressão para uma mudança geral na hierarquia da Igreja, Deetman afirmou: "É muito cedo para dizer isso. Veremos isso no fim do ano que vem, depois de debater com muitas pessoas. Mas a conferência dos bispos nos pediu para estudarmos responsabilidades administrativas".
O relatório, um estudo preliminar sobre os escândalos, disse que a Igreja não fez o bastante para ajudar as vítimas e pediu que ela criasse um sistema eficaz de compensações, uma organização especial para ajudar as vítimas e ação disciplinar da Igreja, caso necessário.
Líderes do grupo católico Help and Justice, que vinha tratando até agora dos casos de abuso relatados à Igreja, ofereceram sua renúncia depois de o relatório afirmar que o grupo "não é uma organização assistencial".
A Igreja da Holanda e a Conferência das Ordens Religiosas no país agradeceram a Deetman pelo relatório e afirmaram que "o número de relatos requer uma investigação completa", com a qual vão cooperar amplamente.
Eles pediram que Deetman prossiga com suas investigações.
A comissão seguirá até o fim de 2011 para verificar se as recomendações foram implementadas. "Temos uma lista de perpetradores e estamos conversando com alguns deles", acrescentou Deetman.
Deetman afirmou que as organizações da Igreja esperaram muito tempo para tomar uma atitude profissional frente as queixas de abuso.
Quem é o Sr. Wim Deetman?
Ex-prefeito de Haia e membro do Conselho de Estado.
Veja o que vai realizar neste fim-deano, como convidado:
O evento Advento anual, organizada pela Ontario com CDA CDA Haia, tornou-se uma tradição. 
A idéia por trás deste encontro é - nas vésperas do Natal - um tempo para refletir sobre o que nos inspira e simplesmente ignorar as questões políticas do dia.
Estamos satisfeitos que o Sr. Wim Deetman, ex-prefeito de Haia e membro do Conselho de Estado, este ano, aceitou assumir a reflexão. 
O interlúdio musical será fornecido pelos músicos talentosos jovens Pieter van Loenen (1993), violinista e vencedor da princesa Christina Competição de 2010, e Mengjie Han (1989), pianista e vencedor da princesa Christina Competition 2009. 
Programação:
Advento reunião será realizada na quarta-feira, 8 de dezembro, 19,30 no Boskant, Velvet Burgwal 1945, em Haia. Caminhe com café / chá das 19h00. A entrada é gratuita e todos (incluindo os não-membros da CDA) é bem-vinda.

quinta-feira, julho 2

LIÇÃO 01 - CPAD - 3º TRIMESTRE - A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO

A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO.
A PRIMEIRA EPÍSTOLA UNIVERSAL DO APÓSTOLO SÃO JOÃO.
LIÇÃO 01 – CPAD – 3.º TRIMESTRE – Autor: Osvarela
Comentarista CPAD do 3º Trimestre:
Pr. Eliezer de Lira e Silva.
Texto Áureo:II Tm. 3.16.Toda a escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, pararedarguir, para corrigir, para instruir em Justiça”.
Leitura bíblica em Classe: I João 1.1-4.
Destaque visual:
Capa deste trimestre.
NOSSO COMENTÁRIO:
Exórdio:
Podemos utilizar o nome Primeira Epístola Universal do Apóstolo São João, em razão da característica Universal da Epístola.
A utilização do termo Carta, não trás nenhum problema à aplicação e uso deste texto canonico, em virtude da exceção no modo de escrita da mesma, sem cabeçalho ou saudação e sem a afirmação do autor apostólico no final da mesma, como costume das cartas apostólicas, as chamadas epístolas, creio que se deva, ao conhecimento do Autor, pelos destinatários, à época, ilação minha, derivado da durabilidade do mesmo, em relação aos demais Apóstolos [A data provável que esta epístola tenha sido escrita seria entre os anos 85 e 90 dC.- há defecções - Em éfeso].
Autoria: A Primeira Epístola de João, o quarto dos católicos ou Epístolas "gerais".
Foi evidentemente escrita por João evangelista, e provavelmente também em Éfeso, e quando o escritor estava em idade avançada, com cêrca de 94 anos de idade.
São João
João era irmão de Tiago o Maior.
Foi bispo da igreja de Éfeso.
Esteve exilado na ilha de Patmos entre os anos de 93 a 98, onde escreveu o Apocalipse. Depois de libertado regressou a Éfeso.
Morreu quase centenário e foi o único discípulo a ter morte natural.
Recebeu diversas agressões durante a vida, segundo a tradição, inclusive um cálice envenenado, do qual escapou milagrosamente.
A Igreja de Éfeso -
Essa foi a igreja em que Paulo trabalhou por três anos. Também dirigiram essa igreja, Áquila e Priscila, Timóteo e João. ...
Expressões sobre os destinatários:
-Meus filhinhos;
-Filhinhos;
-Irmãos;
-Amados.

I - GEOGRAFIA SITUANTE DO CONTEXTO DA EPÍSTOLA:
Anatólia : A Anatólia está situada ao leste do Bósforo, entre o Mar Negro e o Mar Mediterrâneo.
Anatólia (ou península anatoliana) é uma região do extremo oeste da Ásia que corresponde hoje à porção asiática da Turquia.
É também freqüentemente chamada pelo nome latino de Ásia Menor, que deriva do grego Mikra Asia.
O nome deriva do grego Aνατολή (Anatolē) ou Aνατολία (Anatolía), que significa "brilho do sol" ou "leste". A forma turca Anadolu deriva da versão grega original e é freqüentemente associada com ana ("mãe") por etimologia popular.
Helenística: Sem bases políticas seguras, a região foi desmembrada em vários reinos helenísticos, como por exemplo o dos Gálatas, o de Pérgamo, o da Cária, o da Lícia, o da Psídia, o da Bitínia, e o do Ponto, embora os gregos se tornassem o componente étnico e cultural dominante em todos esses reinos, e com dezenas de cidades prósperas na região central da península. A unidade política viria com o Império Romano.
Roma: O domínio Romano na Anatólia teve seu início quando o reino de Pérgamo passou ao controle de Roma em 133 a.C. Desde então, os demais reinos da Anatólia foram sendo conquistados por Roma, que passou a usar a península como base para as contínuas (e freqüentemente inconclusivas) campanhas contra o Império Parto, estado sucessor da Pérsia.
ÉFESO’’: significa “desejável’’.
Era a principal província romana da Ásia.
É a igreja que começou bem, mas havia perdido o que lhe deu o conceito de desejável - o amor. Uma igreja sem amor é uma igreja em decadência total (ICo 13).
A igreja de Éfeso foi muito bem estabelecida na doutrina apostólica. Paulo ensinou a Palavra de Deus ali, durante três anos (At 20.31).
Todos os ensinos básicos lhe foram ministrados. “PORQUE JAMAIS DEIXEI DE VOS ANUNCIAR TODO O DESÍGNIO DE DEUS” (At 20.27).
Pelo teor e conteúdo da Epístola de Paulo aos Efésios, observa-se que aquela igreja era espiritual.
Ela foi à igreja que João pastoreava quando foi desterrado para a solitária Ilha de Patmos, nos primeiros séculos.
II - Etimologia:
Redargüir – responder a uma pergunta oral [argüir]; definição do autor do texto.
Unção – chrisma. do grego "chrismon", que significa ungüento
Nos purifica – katharise – purificar, ou limpar.
Harmatian echein – ter pecado.
Confessar – homologeo – reconhecer, admitir.
Pseutes estin – é um mentiroso.ver pseudo.
Mundo – kosmos – sistema ou ordem. – conjunto da sociedade humana com suas concupiscencias, pecados e emoções incontroláveis; sistema de trevas – Ef.6.12.; operando sob princípios malignos.Este siatema tem um príncipe – satanás.sistema dualista do mal contra o Poder de Deus. Definição Adaptada do autor.
Católicos – Universais ou Gerais.
III- AMBIENTE OBJETIVO:
A interferencia Gnóstica nas Igrejas da Ásia Menor.
Ao enviar esta Epístola o Apóstolo João estava revivendo nos corações e mentes dos cristãos, sobre a verdadeira doutrina e os orientando sobre os falsos pastores, sobre a atuação do anti-cristo.
Anti-cristo na Epístola de João tem um significado mais amplo do que a figura do filho da perdição segundo Paulo ensinou.
Aqui nesta Epístola João leva o termo às conseqüências da atuação de homens que se colocam contra os atributos da divindade, tais como, encarnação de Jesus, com a amplitude de ser este mesmo Jesus homem, o Deus encarnado, homem e ao mesmo tempo Deus[Evangelho de João 1.14.ss. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. Pois todos nós recebemos da sua plenitude, e graça sobre graça. Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer. – I João 1.1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida; o sangue de Jesus seu Filho...].
Ele nos orienta sobre como identificar aqueles, que tem outro espírito, que o Espírito de Deus.
A-Localização do autor:
Éfeso, onde foi Bispo até sua morte.
B-Caracteristicas especiais do autor da Epístola:
1) A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. João 19. 25-27. Estavam em pé, junto à cruz de Jesus, sua mãe, e a irmã de sua mãe, e Maria, mulher de Clôpas, e Maria Madalena. Ora, Jesus, vendo ali sua mãe, e ao lado dela o discípulo a quem ele amava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Então disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.
2) Policarpo - Foi discípulo do apóstolo João, amigo e mestre de Irineu, tendo ainda conhecido Inácio, sendo consagrado bispo da igreja de Esmirna. Segundo Tertuliano, Policarpo teria sido ordenado bispo pelas mãos do próprio apóstolo João.
3) Um dos filhos do trovão. Mc. 3. 17 Tiago, filho de Zebedeu, e João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão.
4) Pescador, irmão de Tiago e filho de Zebedeu. Mateus 4:21. E, passando mais adiante, viu outros dois irmãos Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, no barco com seu pai Zebedeu, consertando as redes; e os chamou.
5) Exilado na ilha de Patmos.Ap.1. 9. Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
6) Era conhecido dos Sumo-Sacerdotes: Anás e Caifás, responsáveis pelo julgamento de Jesus de Nazaré. Tinha tanto conhecimento que livrou Pedro de continuar dando vexame sobre o seu relacionamento com Jesus Nazareno.
João 18. 15,16. Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. Este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote, enquanto Pedro ficava da parte de fora, à porta. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, falou à porteira, e levou Pedro para dentro.
7).Foi o único, segundo a tradição, Apóstolo de Jesus, que morreu de morte natural, muito embora, tenha sido afligido, com diversas torturas, e preso na Ilha de Patmos: uma ilha com víboras peçonhentas em quantidade.
IV - A Composição da Epístola em Volume:
A brevidade da carta:
105 versos divididos em Cinco Capítulos.
Texto de Devocional da Epístola:
I João 4.18. No Amor não há medo.Antes o perfeito Amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento.Aquele que teme não é aperfeicoado em Amor.
V -Texto de Dourado da Epístola:
I João 4.16. E nós conhecemos, e cremos no Amor que Deus tem por nós. Deus É AMOR. Quem está em Amor está em Deus, e Deus nele.
VI -Uma palavra em destaque:
Sabemos!

I João 2.3. E nisto sabemos que o conhecemos; se guardamos os seus mandamentos.
I João 2.5. mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele;
I João 3.2. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos.
I João 3.14. Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama permanece na morte.
I João 5.15. e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido.
João ressalta sempre:
Nós SABEMOS ou nós temos conhecimento ou temos conhecido, para que os leitores de sua carta estejam cientes do que lhes fora notificado pelo velho Apóstolo, durante seu Apostolado, presbitério em suas lides ministeriais apostólicas.
5.20. E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro;
Era como um alerta para que se lembrassem do que haviam aprendido sobre Cristo, sobre o Amor, sobre o pecado, sobre os Mandamentos, sobre a Vida eterna, sobre o poder da Palavra, sobre pedir e receber, pois eram ouvidos por Deus e por fim sobre o aperfeiçoamento na Parousia.
1-Por que Sabemos?
Porque temos a Unção.
Unção que nos é dada pelo Espírito de Deus, conforme Isaías 11.2, esta presença do Espírito concede a sabedoria, o conhecimento, através dos Os sete dons do Espírito Santo são: Sabedoria, Inteligência, Conselho, Fortaleza, Conhecimento, Temor de Deus.
Sabedoria. Não é a sabedoria que se aprende nos livros, escolas e cursos (embora a inteligência seja um dom de Deus). A verdadeira Sabedoria é o Conhecimento de Deus. Sábio segundo o Espírito é aquele que conhece o Amor de Deus e experimenta a sua bondade, praticando a justiça. O verdadeiro sábio é justo.
2-Pensamento de João:
Muito embora, o AMOR
, seja a maior expressão destacada no Canone joanino, há outros temas candentes nos seus escritos.
Luz
Falsos cristos
Anti-cristos
Poder do Sangue de Jesus Cristo
Confissão
Koinonia –
Com Deus;
E com os demais da Fé.
Eclesiologia do Amor
A Advocacia de Cristo.
Apologética anti-gnóstica.
Doutrina sobre a atividade dos espíritos:
De Deus
E os não de Deus.
VII - A DIVINDADE DE CRISTO:
O pensamento da divindade, particular de João é uma das qualidades místicas do autor.
Creio que , isto tenha sido desenvolvido, por alguns fatores:
A intimidade pessoal com o Cristo;
A particular percepção da divindade mística do Filho do homem;
A diferença do seu Apostolado
, o que podemos ver por inferencia, através dos escritos de seus discípulos e contemporaneos, criando uma escola doutrinária com umpensamento místico mais abragente do que os fatos ou milagres, ou a convivencia com Jesus, mas indo além, atingindo com certa clareza pensamentos cristológicos mais profundos, seja, no Evangelho, tanto quanto, nas Epístolas.
Quando pensamos teológicamente, em termos hermenuticos, entendemos pelas evidencias externas a preciosidade deste pensamento.
Pode-se ter esta visão de Escola Joanina, quando lemos o texto extraído de estudo e informações sobre o velho João:
O peso de evidências externas pode favorecer a autoria joanina, pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma [Alguns pais, como Orígenes, Eusébio de Cesaréia, Jerônimo, Irineu de Lião, entre outros, aceitaram como verdadeira a identificação de Clemente de Roma como colaborador do apóstolo Paulo.], e Inácio”.
Além de Papias e outros de seus discípulos Pais da Igreja, ou seja, a segunda leva de Ministros seguidores dos Apóstolos.
1-Pode-se ler nos escritos de:
Policarpo;
Barnabé;
Clemente;

Primeiro ele reforça os seus escritos sobre tudo se comparados entre si:
Evangelho Segundo ele São João escreveu.
As Epístolas católicas que escreveu.
Muito embora as epístolas tenham um curto conteúdo, no entanto, o são extremamente definidoras de Doutrinas Eternas, tais como:
Poder do Cristo.
Poder da Comunhão.
Poder da Luz
Poder do Amor de Deus.
Poder do Amor
.
VIII – ESTRUTURA DA EPÍSTOLA:
Segundo nossa visão apresentamos a estrutura da I Epístola do Apóstolo São João:
CAPÍTULO 1.

No capítulo 1 encontramos o assunto recorrente do Apóstolo do Amor.
1 João 1. 1.
O QUE era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida
A Revelação do mesmo sobre a divindade de Jesus Cristo como o VERBO da Vida, correlacionado com a entrada da Luz no Mundo, remetendo a Eternidade com Deus do Filho.
I João 1.5. Deus é Luz N’Ele não há treva nenhuma!
A ação do Verbo trouxe e traz Luz ao Mundo.
A ação do Verbo na produção da Luz do entendimento de Deus.
A ação do Verbo na Comunhão:
I João 1.7. Mas, se andarmos na luz como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
- PECADO E CONFISSÃO.
9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
- A QUESTÃO DO PECADO É DESTAQUE NESTA EPÍSTOLA.
8,10. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.
ANTES DE TUDO, João é único em determinar a Doutrina sobre a natureza geral do pecado adâmico, com todas as suas implicações.
Pode parecer estranho, tendo em vista que as paulinas falam sobre esta questão doutrinaria da hamartia com grande extensão de linhas.
Porém João esclarece que, o homem, mesmo o salvo nunca pode dizer: “não tenho pecado, ou não peco”.
É uma doutrina “hamartista” de grande profundidade sem, contudo, deixar de expressar a solução deste axioma espiritual, conforme a citação, acima, do versículo 9, de Confissão.
Esta doutrina serve-nos como uma forma de combater os chamados “super-crentes”, aqueles, que se consideram superiores aos demais crentes em sua forma de ser, além de nos levar a ter uma visão de “basta a cada dia o seu mal”, vencendo cada dia os males do pecado e ainda se formos tentados, podermos confessar e deixar os nossos erros.
CAPÍTULO 2:
- A Advocacia Cristológica.
2. 1.
MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
A ação intercessória na vida do cristão é dupla, uma pela ação do Espírito Santo e a outra pela ação do próprio Cristo, que advogou a nossa salvação, a qual nos imputou, aqui um termo legal ou jurídico, justiça, nos tornando justos e nos absolvendo de toda culpa.
- Amor e Comunhão:
a-Um mandamento:

O Amor, sua existência e contemporaneidade, seja nos tempos joaninos, como nos dias atuais.
Muitos desprezam este mandamento, mas ele continua vigindo no seio da Igreja.
João explica, conforme o que aprendeu com o Mestre, que o mandamento atuante, no qual se resume toda a nomia, é o Amor.
2.7. Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes.
2.8. Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina.
2.9.
Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
Tal qual, o Senhor Jesus, João nomeia o Amor como a excelência que estava descrita desde o passado na lei, mas, que sob Jesus tem uma nova interpretação, sem desfazer o que a lei escreveu, mas confirmando-a, pois a rigidez dos nomistas o fez estar entrenebrecido, mas a luz iluminou e o mostrou como a excelência da comunhão entre nós.
2.10. Aquele que ama a seu irmão permanece na Luz...
b-Anomia – Iniquidade:
Capítulo 3.4. Todo aquele que comete pecado, a lei, pois o pecado é a transgressão da lei.
- Nomia Cristológica.
2. 1. ....Se, porém, alguém pecar, temos um Advogado, para com o PAI, Jesus Cristo, o justo.
Lei - Nomia.
- A Nomia Cristológica não aceita:
O Ódio, é um sentimento contrário a natureza do cristão que ama:
Ódio traz trevas;
Ódio produz cegueira.
c-A afirmação daVitória:
- Família Vencedora.
- Tres instancias da Vitória na Família:
2. 12-14. Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
- Analisando a Epístola temos convicção que, João ao escrever tinha em mente duas famílias:
A Família dos filhos de Deus, e a família terrena que tem Deus por sua base estrututal rudimentar.
- Por isto lemos:
- Primeira Família:
- Formada por:
Filhinhos;

Este primeiro grupo são os, que João conhecia como seus discípulos santificados pelo sangue e iluminados pela Luz – Jesus Cristo.
Os quais ele mesmo ensinou, discipulou, converteu, ministrou, como Bispo e Apóstolo.
- Segunda Família:
Este segundo grupo, são os que, João apascentava como família queridas e integrantes das Igrejas, mormente Éfeso, tal qual, Paulo cita em I Coríntios e outras cartas, precisamos entender o contexto da koinonia da Igreja primitiva, baseada nas famílias que se reunião em casas que abrigavam a Igreja dos cristãos do Caminho.
- Formada por:
Pais;
Maduros.
Filhos;
Jovens.
Por conhecer ao Pai:
É pelo Filho que conhecemos ao Pai, isto nos torna vitoriosos poque cremos no Unigenito d’Ele.
- VITÓRIA SOBRE:
a-O Pecado;
2.12. Filhinhos...pelo seu nome vos são perdoados os pecados.
2.13. Pais...porque conhecestes aquele que é desde o princípio.

b-O Maligno:
13.b. ....Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno.
13.c. ....Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.

14. ...Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
c-Anticristos: saíram de nós, tal qual em nossos dias, a ação de certos cristãos pode ser comparada com a ação de pseudo-cristãos que cheios de toda a doutrina gnóstica se infiltraram no seio das Igrejas, ou saíram do meio das mesmas para proclamarem uma nova doutrina cheia de erros e com a mistura da falsa sabedoria que regurgitava do seio helenista.
d-Como descobrir a a Ação destes:
Rejeitam e negam o Pai;
Rejeitam e negam o Filho;
Não tem a Unção do Santo.

Assim como João ensinava em sua Epístola, devemos estar aptos a ensinar aos nossos alunos sobre esta questão.
A visão e uso da palavra anticristos não é o uso comum, utilizado para a figura futura do ser Anticristo, que aparecerá no tempo final.
Aqui a palavra é utilizada como Paulo a utiliza, aqueles que se fazem anticristos, pela ação deste espírito que é contrário a Deus e já está no Mundo.
Porque João declara, que “é já a última hora”. Após a morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo a última hora já se iniciou, como um tempo do fim escatológico.
A ação dos anticristos, era negar a divindade de Cristo, com base no conhecimento gnóstico, de que na carne nenhum bem poderia existir, ela é a sede de todo mal, assim Cristo não poderia ter encarnado.
24. Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós.
2. 18.26: Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo.Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam.
- A Atividade do Espírito Santo na Epístola:
a-Derramar do Espírito.
2.27.E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.
3.24. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem deu.
A palavra unção tem significado, como lemos acima, advindo de “chrisma”, que simboliza a impregnação da Igreja pelo Espírito Santo.
b-Recebimento da Unção.
Comparar com:
Evangelho segundo São João 16.8.13.E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.Do pecado, porque não crêem em mim;Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.
CAPÍTULO 3.
- AMOR.

a-Amor de Deus;
b-Amor fraternal;
c-Amor para com Deus.
d-O Amor do Pai:

Cap. 3.1,3.VEDE quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
Tema recorrente e fundamental do autor, o Amor do Pai é destaque importante nesta epístola, servindo como linha mestre para os seus leitores e para nós Igreja de Cristo.
Para João o amor do Pai refletido na ação do Filho, impetrado na Igreja pela presença da Unção do Santo, é o que nos garante o Verdadeiro conhecimento da presença de Deus entre nós e nos assegurou a filiação divina ao lado de Jesus Cristo.
- Tamanho do Amor:
Grande;
Alcance:
A todos, incluindo-nos.
- Efeito:
Fazer-nos filhos D’Ele
.
Restaurar a nossa imagem e semelhança, perdidas pela ação do pecado. Seremos semelhantes a Ele.
- Amor ao Próximo:
I João 3.11-23. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros...E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.
No capítulo três, João destaca a necessidade do Amor ao próximo como uma necessidade compulsória, sem o qual nós podemos nos tornar em assassinos [fratricidas espirituais].
- O Altruísmo na ação do Amor do Pai:
Através do Filho que deu a sua vida. 3.16. Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós...
- O Amor nos leva a sermos doadores de vida, a exemplo de Cristo:
3.16. b. e nós devemos dar a vida pelos irmãos.
- Falta de amor:
Cria assassinos espirituais;
3.15. Qualquer que odeia a seu irmão é homicida.
- A falta de Amor destrói a esperança e impede alcançarmos a vida eterna:
15 Qualquer que odeia a seu irmão é homicida.
A forma certa do amor aos irmãos:
Amamos de palavra ou por ações?
Esta é a imperiosidade do ato de Amar. Requer além de palavras de amor, algo mais: ações que tornem isto em ato e fato.
Amar é muito mais factual, do que verbal.
3.18
Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
Ainda que haja dúvidas em nosso coração, contudo o Amor de Deus supre esta carência em não podermos realizar mais do que seria necessário e inalcançável ao homem ainda nesta vida, no ato de amar ao irmãos
CAPÍTULO 4.
- Discernindo os espíritos.
João – O Apóstolo discorre sobre esta necessidade, em discernir se os espíritos são de Deus.
Uma mensagem, e ensino atualíssimo, quando vemos tantos movimentos em nome de Deus agindo e atuando sobre a carência do povo e sobre a fé sem direção que se direciona para o que lhes é mais tangível.
João vai de maneira direta a forma de discernir os espíritos. Ele demonstra, com base na mensagem da cruz e na mensagem dos santos profetas, que escreveram as Escrituras, que a realização das mesmas em Jesus de Nazaré, demonstrou a plenitude do evento Proclamado pelo próprio Deus no Éden.
A Encarnação de Deus como semente da mulher, como forma de tornar factível a realização na carne do mal contra a carne.
- A Humanidade de Cristo é esta confirmação.
a-Testando os espíritos.
Cap. 4.1-3.
AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.
João estava se referindo aos Gnósticos, como já descrevemos neste texto.
b-Falsos profetas:
Para que a Igreja pudesse, discernir a introdução destes homens, saídos da própria Igreja, é denunciada pelo Apóstolo João.
4.4-6. Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.
Na seqüência desta forma de discernir estes falsos profetas, João ensina-nos de maneira inteiramente inerente a sua visão sobre a Ação espiritual no seio da Igreja, que tudo isto só pode ser conseguido pela ação do seu tema principal: O Amor!
Para discernir os falsos profetas e espíritos que não são de Deus, basta termos o Amor de Deus, isto é, conhecermos de fato e de coração à Deus, assim jamais seremos enganados.
4.7. Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
c-Plenitude do Amor:
4.7-19... Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro.
d-Mentira de Amor.
Somos mentirosos?
Será possível isto?
4.20. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?
Aí está. Muitos de nós podemos dizer que amamos, mas nossas atitudes são desconexas deste versículo, segundo a visão do Apóstolo do Amor.
Tomé só ama o que vê.
Quando só cremos no que vemos há impedimento para vermos o que é revelado e místico.
e-Axioma do amor:
Se eu amo a Deus posso não amar o meu irmão?
Solução do axioma:
Há um mandamento do Amor, a ser aprendido e ele nos da a resposta.
21. E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.
CAPÍTULO 5.

Em correlação com o capítulo 4[1-6].
a-Palavras-chaves:
Crer
Amar
Testificar
b-As três testemunhas místicas e metafóricas.
5.6-12: Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade.Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num. Leia Evangelho Segundo São João 5.32-36: Há outro que testifica a meu respeito, e eu sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro...Leia ainda no mesmo, livro citado, João 1.29-32.
Nota:
Sobre este trecho da Epístola você poderá encontrar quem o descarte ou o coloque sob dúvidas. Veja este assunto em Comentários do Novo testamento ou em outras matérias como Introdução ao Novo Testamento.
Certamente que teremos oportunidade de estudar melhor o assunto [Lição 12], pois é necessário espaço, do qual não dispomos nesta oportunidade.
Mas, nós temos crença no texto de toda a Bíblia Sagrada, o fato de alguns manuscritos não conterem, alguns trechos,não diminuem em nada a veracidade da Palavra, tendo por foco o Ensino Geral nela Contido.
c-Novo nascimento:

5.1.TODO aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.
João como bom discípulo do Mestre Jesus Cristo ensina que , o Amor regenera ao pecador e o faz nascer de novo, desculpem a redundância.
Assim o amor é agente de uma ação regeneradora do velho homem nascido em Cristo pelo poder do Amor.
Esta ocorrência em nossas vidas nos garante, vitória sobre o pecado, sobre tudo nos torna livre da ação do Maligno. [vide capítulo 1.7-9]
18. Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.
Porque temos proteção de Deus.
d-Pecados:
Uma discussão interessante se passa neste capítulo.
Muitas vezes usamos o jargão: “não há pecadinho e pecadão”, mas à luz de João há distinção sobre tipos de pecado.
João discorre sobre tipos de pecados que inferem em perdão e em morte.
Embora o “salário do pecado é a morte”, João discursa sobre o assunto com muita propriedade, em toda a sua I Epístola, nos trazendo revelações, que detalham a questão dos pecados, aliás, tema que é recorrente em toda a Epístola, sempre em função da ação do verdadeiro Amor.
Assim João ensina-nos:
Todo pecado é iniqüidade,mas....
Há pecados não para a morte:
Pelos quais podemos orar para sermos livres deles.
Há pecados para a morte:
E pecados que não precisamos mais orar, pois são para morte.
e-Certeza da vida Eterna:
Vs.14.
f-Poder da Oração:
Garante nos ouvir e responder.
Determinantes do pedido:
Ter o Filho.
Ter a vida.

Sermos ouvidos, isto é, obtermos resposta, significa: Confirmação de vida eterna.
Segundo a Vontade D’Ele!
Sob estes parâmetros conforme a seqüência do registro canônico, ele nos ouve todas as petições, ou seja, há registro de tudo que lhe pedirmos e estarão sujeitas as condições imposta pelo texto.
Assim é necessário, que este ensino seja a razão de nossas prédicas e proclamação do Evangelho, para que, combatamos os falsários da Palavra, que a utilizam para: determinar, encostar a divindade na parede[divindade-proposital o uso do termo], troca de favores com o sobrenatural, pontos de toque[copos d’água, rosas, sal grosso...].
5.12-15. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos.
g-Poder da fé:
Este foi para mim um dos mais difíceis versículos de entender. Que significa a Fé como vitória sobre o mundo, é um agente ou um instrumento?
4. ...esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
A forma gramatical dificulta o entendimento?
Ou, nós somos ignotos na questão da fé?

Na realidade o que nos leva a vencer ao Mundo é: nascer de Deus. Para que isto aconteça, é necessária a ação da Fé, que nos leva a aceitar a ação da regeneração do novo nascimento, transformando-se este em uma vitória sobre o Mundo. 4. Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
ANEXO:
Particularidades de escrita entre o Evangelho segundo São João e a I Epístola Universal de São João:
As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a I Epístola de João.




O testemunho de Westcott a respeito das passagens paralelas, é conclusivo, ele argumenta que existem conceitos fundamentais semelhantes, porém, são apresentadas na epístola e no evangelho, com algumas diferenças. “O evangelho nos deu a revelação histórica, a epístola nos mostrou como a revelação foi recebida e vivida pela igreja e pelo crente”. A forte correlação entre ambas favorece a autoria comum.
Capítulos:
1 João1:2-3*João 3:11;
1 João 1:4*João 16:24;
1 João 2:11* João 12:35;
1 João 2:14*João 5:38;
1 João 2:17*João 8:35;
1 João 3:5*João 8:46;
1 João 3:8*João 8:44;
1 João 3:13*João 15:18;
1 João 3:14*João 5:24;
1 João 3:16* João 10:15;
1 João 3:22*João 8:29;
1 João 3:23*João 13:34;
1 João 4:6*João 8:47;
1 João 4:15*João 6:56;
1 João 4:16* João 6:69;
1 João 4:16*João 15:10;
1 João 5:4*João 16:33;
1 João 5:9* João 5:32;
1 João 5:20*João 17:3
Fonte:
http://www.mb-soft.com/believe/tts/johnepis.htm
Bíblia do Ministro – Editora Vida – Edição Contemporânea de Almeida.
http://www.ielb.org.br/old/recursos/rec_liturgia/escudos.htm
Wikipédia.
Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento – CPAD. Lawrence O Richards.
Escorcio Sousa.
As sete igrejas do apocalipse
Anotações do autor.
Bíblia Chamada.
Bíblia Plenitude.
Bíblia digital; cortesia Tio Sam.
FATEC – I Epístola de São João.
Epístolas Gerais:: Ev. José Ferraz
Estudo bíblico comentário por James M. Gray
Outros.

sábado, maio 9

DEMANDAS JUDICIAIS ENTRE IRMÃOS. - LIÇÃO 06 – CPAD

DEMANDAS JUDICIAIS ENTRE IRMÃOS.

LIÇÃO 06 – CPAD Autor: Osvarela

TEXTO ÁUREO: Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo?Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois, porventura, indignos de julgar as coisas mínimas. I Co. 6.2

Leitura Bíblica em Classe: I Co. 6.1-9.

I Co. 6.1. OUSA algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos?

2 Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?

3 Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?

4 Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julga-los os que são de menos estima na igreja?

5 Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?

6 Mas o irmão vai a juízo com o irmão, e isto perante infiéis.

7 Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?

8 Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos irmãos.

9 Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?

Verbetes:

Coisas mínimas – comezinhas.

Indignos – sem dignidade ; incapazes.

Meirinho – oficial da corte; oficial de justiça.

Relevar na apresentação da aula:

Pontos a serem considerados no discurso:

Regiões celestiais com Cristo

EKKLÉSIA – Uma assembléia – tirados para fora com um propósito.

Envergonhar – escândalo

Justiça e injustiça -

Cidadania: terrestre e celestial.

Justiça terrestre -

Justiça divina.

Separação -

Texto devocional: Ef. 2.6: E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;

I – Introdução:

A lição em tela tem a finalidade de dispor uma posição ideal sobre eventos entre crentes no seio da Igreja de maneira que os acontecimentos ou dissensões ou entreveros entre a membresia ou mesmo entre o ministério, não seja motivo de escândalo, ou até mesmo motivo de disputa no campo judicial do mundo.

Sob a ótica de Paulo, as pendências no seio da Igreja, deve ser uma demonstração, da soberania alcançada pela Igreja, de tal forma, que os irmãos de Corinto deveriam entender que a Igreja, tem autoridade para resolução destas pendências entre os seus membros.

O discurso de Pulo é antecedido de uma preparação sobre a associação com os ímpios e sobre a questão de julgamento interno.

I Co. 5.12. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão fora? Não julgais vós os que estão dentro? 13. Mas Deus julga os que estão de fora.

Assim o Apóstolo Paulo faz a transição para o assunto do litígio entre irmãos.

O contexto da Igreja, à época, era entendido, como um contexto de uma comunidade autônoma, da mesma maneira que a comunidade de Israel, ou seja, Paulo dá a entender, que na Comunidade do Caminho, o sistema interno deveria resolver as questões ou pendências entre irmãos com decisão acatável pelos envolvidos.

Pelo contexto contemporâneo, a situação da Acaia era idêntica aos povos sob o regime romano, submetida ao código romano que julgava as questões de nível penal, em relação a vida dos seus cidadãos, ou seja, as questões comezinhas deveria ser julgada pelos juízes da cidade.

II - Conforme o costume da Lei Mosaica e conforme as Palavras de ordem de Cristo:

Os litigantes de Corinto desprezaram o conhecimento do que a Palavra de Deus orientava.

Considerando-se uma comunidade mista, os de Corinto conheciam os dois lados:

As Escrituras do Antigo Testamento e os ensinos de Jesus Cristo pela boca dos Apóstolos.

Em ambos havia a orientação quanto a decidirem-se as causas internas no interior da comunidade.

Duas testemunhas - Dt. 17.6: Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá.

A- Testemunho Para:

1-Igreja – pelo conjunto de seus membros.

Antes da existência formal da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo a Igreja já era considerada como centro de decisão de disputas entre os seus membros, segundo o próprio pronunciamento de Jesus Cristo.

B- A autoridade eclesial:

A Igreja é um organismo vivo, com poderes dados por Jesus para correção, disciplina de seus membros:

Mt.18.15: Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão;16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada.17 E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano.

2Co 13:1 - É ESTA a terceira vez que vou ter convosco. Por boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda a palavra.

2-Para o ministério – tendo cuidado com a questão da unção pela imposição das mãos do presbitério [ministério], para acusações de qualquer membro deste corpo hierárquico da Igreja.

Este aspecto foi considerado em muitas ocasiões no AT e no NT “ninguém despreze o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério.”;

I Tm.4.9.ss: Esta palavra é fiel e digna de toda a aceitação; Manda estas coisas e ensina-as. Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá. Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério.

Até mesmo, para as questões ministeriais, a Igreja deveria ter uma forma justa e diferenciada para a solução de dissensões ou acusações contra os ministros e presbíteros:

1Ti 5: 19 - Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas.

III - Compreendendo a existência da Família de DEUS:

Ef. 2:19 - Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;

A cidadania da Família da Igreja deveria consolidar as relações sociais e até mesmo cíveis, entre os seus membros.

Era esta a ótica de Paulo ao escrever I Co. 6.1. OUSA algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos?

a-O exercício da Piedade:

Os de Corinto desprezaram o ensino exercício da piedade, entre os membros do Corpo de Cristo e isto os levou a exercer o princípio da constituição natural, ou seja, do juízo do mundo.

1Tm. 4.8 - Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir.

Na lição 05 ministramos sobre a piedade, era isto o que Paulo esperava dos irmãos de Corinto: PIEDADE, UNS PARA COM OS OUTROS.

A Igreja de Corinto estava dividida demais, “espiritualizada” demais para poder ouvir e realizar o culto racional, ou seja, o culto inteligente, quando todos espiritualizam tudo, todas as coisas se tornam difícil de resolver, pois falta o raciocínio lógico.

1Tm 5:8 - Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.

b-A falta da inteligência no culto:

Utilizo o vocábulo culto, como algo superior a uma reunião de adoração, louvor e com liturgia própria, Culto aqui tem o significado do servir a Deus integralmente, não só nas casas ou, templo, é uma forma de vida do crente.

Rm. 12.1,2. Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo...

O que ocorre aqui neste texto, nada é do que a demasiada “espiritualização” de segmentos da Igreja, que parecem extremamente espirituais, mas quando há algum prejuízo para si, numa relação entre irmãos, ele esquece que faz parte do corpo de Cristo e já parte para os usos e costumes, de quando eram cidadãos só do mundo, as quais ele tem conhecimento e à mão, seja a justiça dos homens, seja a própria ação física, seja o uso da malícia, da difamação, sobre aquele que lhe prejudicou.

Este texto escrito pelo Apóstolo Paulo tem, no grego, o significado advindo de esquema:

suschematizo – conformar-se com o estilo do mundo; usar o esquema do mundo.

Foi o que ocorreu em Corinto, a “espiritualização demasiada” tirou o tirocínio dos seus membros e eles usaram o esquema do mundo, que é inferior ao modo de agir da Igreja.

Conformaram-se, ou seja, entraram e usaram do esquema do mundo para resolver os litígios entre si.

Já vi casos em que crentes se envolveram em escândalos entre si, por problemas familiares, ocorridos após o casamento dos filhos e as famílias entraram em tal desavença, que ficaram e estão irreconciliáveis até aos dias de hoje [espero, que ao escrever estas linhas, o litígio já tenha acabado, Jesus vem...].

IV - Situando o problema e sua solução:

a - Primeiro ponto:

Vs.4 Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida...

O assunto - Negócios - a ser tratado deveria estar situado na esfera da:

Igreja – ekklésia

b - Segundo ponto:

Deveria ser resolvido internamente, sob a ótica do ensino paulino.

c- Terceiro ponto:

Era uma falta que demonstrava desconhecimento, desunião, intriga e falta de desapego e desunião.

vs.7 Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros.

Era uma falta a ocorrência de demandas entre irmãos.

d-Quarto ponto:

Era uma denotação da falta do conhecimento do espírito de comunhão e desconhecimento quanto ao discernir o Corpo de Cristo.

A primazia alcançada pelos membros do corpo da Igreja em poderio sobre as questões deste mundo, baseado na importância alcançado numa esfera além da física, mas agora na esfera mística superior em Cristo.

e-Quinto ponto:

Os assuntos inerentes a membresia não deveria ser assunto à ser julgado, por aqueles, que não possuíam espiritualmente, a mesma revelação da Igreja, portanto, a sabedoria ser utilizada deveria ser a verdadeira sabedoria e não a sabedoria humana, além de exteriorizar os problemas internos, dos santos, causando escândalo, para aqueles que deveriam ser alcançados pela Obra da salvação.

Vs.9 Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?

V - Havia falta de homens sábios entre os membros da Igreja de Corinto?

I Co. 6. 5. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?

As demandas internas da Igreja devem ser expostas e julgadas pelo mundo?

Tipos de demandas:

Assuntos pessoais;

Difamações;

Calúnia;

Brigas;

Porfias por cargos;

Dívidas entre irmãos.

1-Por que os membros de Corinto estavam agindo desta maneira?

Voltamos à questão da divisão da Igreja de Corinto. A divisão interna, em lideranças aceita por uma parte e não por outras, criou uma dificuldade sobre o julgamento das causas internas, não havia isenção, pelo menos na mente dos corintíos, de tal forma, que não viam à quem pudessem entregar suas causas, mesmo que fosse aos líderes da Igreja, para poder julgá-las internamente. Os de Corinto não possuíam discernimento, ou este estava ampanado pela divisão que grassava no Igreja.

I Co. 10.17. porque sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participam do mesmo pão.

I Co. 11.29. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.

2-Faltos de misericórdia:

A Igreja em Corinto, não só os litigantes demonstraram que não possuíam misericórdia ou não a exercitaram. Deixaram o problema transcender, ao perdão, ao discernimento, até mesmo aos membros do ministério local, demonstrando total falta de compaixão, com a Igreja de Cristo.

Ef. 4:32 - Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.

VI - Paulo e os ensinos de Cristo sobre demandas entre aos que compõe a Igreja:

Perder em Cristo é ganhar!

Cristo está sempre presente em todos os atos de relacionamento, independente do que for, desde que seja reunidos em Seu Nome, entre os que formam a SUA Igreja.

Mt.18.5.ss: E qualquer que receber em meu nome...a mim me recebe....qualquer que escandalizar um destes pequeninos...é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno. Vede, não desprezeis algum destes pequeninos...Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

1- A dignidade da Igreja:

Paulo se mostra estupefato com o ocorrido no seio da Igreja de Corinto, pois eles desprezaram e diminuíram a posição da Igreja de Cristo, que tem a sabedoria do Espírito e vai julgar o mundo e os anjos, como não poderiam julgar uma simples questão secular de negócio entre irmãos.

Veja como as questões simples ou negociações em nosso meio podem levar a Igreja a passar situações de vergonha e escândalo entre os infiéis, por causa, de uma disputa interna, temos visto isto ocorrer.

Queira Deus que isto seja extirpado de nosso meio urgentemente, quem acha que perdeu, ou sofreu dano, se contente com as perdas em detrimento pessoal, mas nunca em detrimento da imagem da Igreja, e que o tal peça graças a Deus, para lhe dar outra oportunidade, aguardando o tempo do Senhor.

I Co. 6.2 Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?

3 Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?

4 Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julga-los os que são de menos estima na igreja?

EKKLÉSIA – Uma assembléia – tirados para fora com um propósito.

A própria definição do conceito eclesiástico, ou da Igreja é de um grupo tirado pra fora de uma cidade[o mundo], para formarem a assembléia – A Assembléia dos Santos, e isto foi esquecido, neste evento entre irmãos, PELOS DE Corinto.

A existência de litígio entre irmãos seria até aceitável, desde que um estivesse disposto a perdoar o outro.

O que assusta o Apóstolo Paulo foi a condução dada para resolução do problema, levando-o para fora do contexto da Igreja.

2- Isto, para Paulo maculava a Igreja como Corpo de Cristo:

2Co 11:3 - Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.

Porque significava uma derrota flagrante da Igreja para o mundo dominado por satanás, pelo mundo dominado pelo império parasita do mal.

O mundo parasita do mal conseguia colocar no seio da Igreja, seus tentáculos e retirar forças da Igreja que se alimenta da:

a - Comunhão dos Santos, como Paulo abre a I Epístola aos Coríntios: 1.9. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.

b - Da União dos seus membros;

c - Da força do conjunto da Igreja, como Corpo:

I Co.12. 14.ss. Porque também o corpo não é um membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixará de ser do corpo. E se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixará de ser do corpo. Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Para que não haja divisão no corpo, mas que os membros tenham igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros.

d-Da Aliança da Igreja com Cristo como corpo: este estava separado e um corpo que tem um dos membros separados tem deficiências para realizar suas atividades mais rotineiras e simples.

A posição de Paulo sobre levar o assunto para juízes ímpios:

Creio que os litigantes levaram como costume da época, as suas diferenças ou demandas aos juízes da cidade ou conselho de juízes da cidade [não quero me alongar sobre isto], que eram homens ímpios, conforme depreendemos, nas Escrituras paulinas.

Ora, a busca da justiça seria um erro?

Seria desaconselhável buscarmos a justiça em casos parecidos, nos dias de hoje?

Fica aqui a pergunta.

VII - Prossigamos:

O que Paulo quer ensinar é que a Igreja é um lugar de convivência pacífica e que todos que nela estão participando deveriam:

1-Ter uma vida honesta:

Fp. 4. 8. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

2-Ter uma convivência em união:

Eles eram considerados por Paulo santos, não só considerados mais santificados pela Palavra pregada.

Procurei usar um versículo da própria Epístola para demonstrar o conhecimento dos coríntios sobre a questão da comunhão dos santos.

I Co.1. 2, 9, 10. à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso... pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer.

3-Serem participantes do Corpo de Cristo:

I Co. 10.17. porque sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participam do mesmo pão.

Por isto o julgamento interno dos crentes em Cristo era uma expressão da comunhão com Deus e só a Igreja deveria julgar os seus problemas, os problemas com os ímpios Deus os julgaria, leia o que Paulo diz no capítulo imediatamente anterior, ou seja, no contexto próximo do assunto.

I Co. 5. 9.ss. Já por carta vos escrevi que não vos comunicásseis com os que se prostituem; com isso não me referia à comunicação em geral com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais. Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro? Mas Deus julga os que estão de fora.

Há uma alusão de um ensino anterior sobre o julgamento das causas internas da Igreja:

Paulo parece querer dizer: “Ora, vocês já sabem como se deve julgar os que são da Igreja”.

“Não julgais vós os que estão de dentro?”.

VIII - A questão e posição de cada irmão litigante:

I Co. 10. 11. Ninguém busque o seu próprio proveito, antes cada um o que é de outrem.

1- O que foi ou se sentiu prejudicado:

Levou o assunto aos juízes ímpios, desprezando o ensino existente, por pressuposto do versículo 12, acima.

Mas, isto parece não ser a maior preocupação de Paulo.

A grande preocupação é que eles demonstraram uma falta do conhecimento, da sua condição superior, como Igreja, em relação aos ímpios juízes a quem levaram suas causas.

Eles que conheciam as palavras de Jesus Cristo, antes mesmo da instituição da Igreja, como vemos em Atos dos Apóstolos, Jesus Cristo já antevia estas questões, que a Igreja fundada sobre o seu nome encontraria, pois ela continuaria na Terra, como Paulo, aprendiz excelente de Cristo, também confirma com suas palavras [vide texto acima]: “com isso não me referia à comunicação em geral com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo”.

Mt. 18. 15. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; 16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. 17 E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. 18 Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.

João 20. 23. Àqueles a quem perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, são-lhes retidos.

Nestas palavras de Jesus Cristo percebemos que há instancias a serem cumpridas até o cristão levar o irmão, aos juízes deste mundo.

No foco do Senhor Jesus até chegar ao juiz ainda há tempo para se acertar qualquer litígio:

A - O litígio impede o culto ou oferta oferecida a Deus.

Mt. 5. 23. Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário

Lc.12. 58. Quando, pois, vais com o teu adversário ao magistrado, procura fazer as pazes com ele no caminho; para que não suceda que ele te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao meirinho, e o meirinho te lance na prisão...

1-Primeira instancia:

Relação inter pessoal – o prejudicado e o que o lhe prejudicou.

No nível de relacionamento pessoal e civilizado e com educação:

Vs.15. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão.

Neste nível tratamos o assunto do litígio, somente entre as partes interessadas, sem envolvimento de terceiros ou da membresia da Igreja, uma vez acertado, os dois lados se perdoam e se dá o assunto por encerrado.

2-Segunda instancia:

O uso de testemunhas.

Uma vez esgotada a tentativa de conciliação [este é um assunto para o amigo Pr. Dr. Caramuru] passasse, à estância de um conselho entre irmãos.

O assunto está ainda sob controle dos envolvidos e dos conselheiros, que devem ser gente de qualificação moral, e espiritual dentro do seio da Igreja.

Vs.16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada.

Isto é o assunto será confirmado entre um grupo pequeno e se for acertado a comunidade não será atingida pelo problema.

3-Terceira instancia:

A Igreja como Corpo de Cristo tem autoridade suficiente para resolução de problemas entre os seus membros, em qualquer esfera.

Aguarde para entender esta frase, continue lendo.

Jesus Cristo deu do seu Poder à Sua Igreja:

Atos dos Apóstolos 1.8. Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.

a - Em primeiro lugar:

Este poder pode ser entendido como o poder do Espírito Santo.

b - Em segundo lugar:

Como Igreja, em consonância com o texto de Mt.18, Ela tem o poder e autoridade de decidir o que deve fazer sobre qualquer assunto interno, com a anuência do próprio Jesus Cristo: “vs.18 Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19 Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.20 Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”.

4-Quarta instancia:

Fico feliz em poder compartilhar com os leitores sobre a beleza da Bíblia Sagrada que não deixa dúvida alguma sobre seus textos, e a regra áurea é atendida: “a Bíblia explica a própria Bíblia”, nunca há contradição entre seus textos.

Veja o que Jesus Cristo diz sobre a quarta estância de julgamento de um litígio entre irmãos.

Jesus Cristo: Vs. 17 E, se não as escutar...se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano.

5- Apóstolo Paulo: I Co.5.11. Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador...12 Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro?13 Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai esse iníquo do meio de vós.

Esta é a última estância de resolução de uma pendência entre irmãos no seio da Igreja.

A partir deste instante o caso vai mudar da esfera espiritual para a esfera cível ou humana, pois alguém entre os litigantes, já não faz mais parte do corpo de Cristo, isto é, não faz mais parte da Sua Igreja!

IX - Solução bíblica:

Jesus ensinado os seus discípulos a orar deu a solução quanto a prática do perdão:

Mt.6. 12.ss. e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal....Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.

Lc.17.3. Tende cuidado de vós mesmos; se teu irmão pecar, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe.

A – A questão e posição de cada irmão litigante:

Nota: Quando colocamos, prejudicado ou o que prejudicou, estamos realizando um exercício, para poder dar maior ênfase ao assunto.

Rom 15:5 - Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus.

1- O que foi ou se sentiu prejudicado:

II- O que prejudicou:

O que prejudicou, na realidade deve ser entendido como parte do problema e solução; e dele deveria partir a solução do problema, pelas condições, de:

1-A lição do arrependimento:

Lc.17.4. Mesmo se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me...

Rom 6:4 - De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

Se ele tivesse demonstrado arrependimento seria e deveria ser perdoado, mas a Igreja de Corinto estava na situação descrita acima, carnalizada em ações entre irmãos, sem comunhão, por deixar se estabelecer em seu seio a Divisão, mal que tem atingido muitas Igrejas e Ministérios causando males terríveis ao Povo de Deus.

Devemos nos colocar sempre na posição de que a resolução de qualquer litígio está ao nosso alcance, conforme nos orienta a Palavra de Deus.

Conclusão:

O assunto é extenso, mas nos fica a lição sobre o proceder como membros do Corpo de Cristo.

Como proceder sob a ótica espiritual que é superior a ótica carnal.

Como proceder sob a ótica da Revelação superior da Igreja sobre os assuntos deste mundo.

Devemos valorizar a Igreja como algo divino, situado no mundo, por um pouco de tempo, superior a tudo desta Terra, em todas as instancias desta vida, Ela é [ou deve ser] o paradigma das relações humanas para o mundo, por isto nos chamamos de IRMÃOS, o próprio Cristo nos fez irmãos, não só D’Ele, mas de toda a Igreja Universal.

E que devemos sempre procurar a conciliação por comermos do mesmo PÃO – Jesus Cristo.

Mt. 16.18. E as portas do inferno não prevalecerão contra ela; E eu te darei as chaves do reino dos céus e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo que desligares na terra será desligado nos céus.

Fonte:

Bíblia Plenitude

Bíblia Chamada

Bíblia digital cortesia Tio Sam.

Dicionário Aurélio

Apontamentos do autor

Lição 06 – CPAD.

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