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sábado, agosto 23

A MEDICINA E A ESPIRITUALIDADE NA CURA DO CORPO.

NA REPERCUSSÃO da Lição desta semana, leia esta reportagem publicada na revista semanal Istoé:
Veja como os médicos indicam, algumas atitudes baseadas na esperança e em orações, além de cuidados com o Corpo:

- Postura positiva.
- Esportes como, remo para ter disposição, mas o destaque fica por conta da base do tratamento:

“No dia-a-dia, os médicos percebiam que os doentes apoiados em algum tipo de fé e que mantinham a esperança na recuperação de fato apresentavam melhores prognósticos”.

Como uma repercussão das lições da EBD-CPAD, deste trimestre, apresento matéria, da Revista ISTOÉ, na qual, os médicos explicam como descobriram, que:
É IMPORTANTE:

“Manter uma boa condição física”

“A adoção da espiritualidade melhora a saúde”.

“Bom humor na recuperação de pacientes”.

NOS estudos sobre o tema, a prática de algum tipo de atividade religiosa “aparece associada à redução da ansiedade, da depressão e à diminuição da dor, entre outras repercussões”.
Na realidade este é um tema que já foi estudado com objetividade, em alguns hospitais, no Brasil e no exterior, observando-se melhora significativa, em que pacientes que recebem orações, seja de um ministro de sua Igreja ou de um grupo de pessoas apresentam sempre algum tipo de melhora significativa e o inexplicável para a Medicina, que comprova, mas não sabe como explicar, ele vêem o feito da oração, mas não conhecem como ela age nos pacientes.

Fé em família (observe na foto, o detalhe ao fundo, a quem será que foi creditada a cura? Ah!Espero, sinceramente, que Michelle continue a sua espetacular recuperação, e que a mesma seja creditada sómente, como uma benção de Deus)
Michelle Silvério, 26 anos
A assistente administrativa ficou 77 dias internada na UTI, sendo 22 deles em coma profundo. Ela estava com infecção generalizada. Durante sua internação, a família se manteve confiante. “Eles mantiveram a fé e a esperança. Todos os dias se reuniam para orar. E quando saí do coma jamais duvidei da minha recuperação”, conta Michelle.
Tiago 5. 14.16: Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o com óleo em nome do Senhor; Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A oração de um justo pode muito na sua atuação.
É importante ao ler esta matéria:
Ter discernimento que tipo de espiritualidade os médicos estão considerando como atuante.
Qual o ensino “espiritual” está sendo ensinado aos jovens médicos.
Qual a análise está sendo feita: toda a oração ou religiosidade é boa.Qual é a atitude diante da ação do verdadeiro milagre de Deus ou da ajuda de Deus a medicina.Que aliás, à bem da verdade, jamais foi condenada pela Bíblia.
Sendo uma das profissões destacadas no texto bíblico desde o primeiro livro, Gênesis:
Gn.50. 2 E José ordenou a seus servos, os médicos, que embalsamassem a seu pai; e os médicos embalsamaram a Israel.
A medicina egípcia é ainda um dos maiores mistérios para a própria medicina atual.
Lc.5. 31 Respondeu-lhes Jesus: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos;
Portanto,leia a matéria com cuidado, e reservas, mesmo que durante a leitura você descubra entre os pacientes, alguém que tenha fé em Jesus Cristo e obteve cura.No demais, ore para que Deus ilumine aos médicos e eles também creiam em Jesus cristo como o Médico dos Médicos.
Cl.4.14 Saúda-vos Lucas, o médico amado, e Demas.
A medicina com suas mãos curadoras, dentro do mandato divino da sabedoria e domínio dados por Deus aos homens, têm sido um canal de benção, com descoberta de curas para muitas doenças e enfermidades:
Transplantes do coração com Dr. Barnard –sul-africano;
Operações plásticas reparadoras, com as quais os médicos brasileiros ficaram famosos;
E até transplante de face humana, sem falar nas operações sem corte, apenas com uso de aparelhos microscópicos ou a geração de filhos “in-vitro”, tudo isso tem sido benéfico até certo ponto, quando os objetivos são humanísticos e saudáveis.
Tratamentos para a alma
Médicos e hospitais começam a adotar a espiritualidade e a esperança como recursos para o combate de doenças
ADRIANA PRADO E GREICE RODRIGUES Colaborou Cilene Pereira
FORÇA: Tito e Fátima incentivam postura positiva(coordenador da unidade hospitalar do instituto e a psicóloga Fátima Alves, responsável pelo grupo)
Há uma revolução em curso na medicina que mudará para sempre a forma de tratar o paciente. Médicos e instituições hospitalares do mundo todo começam a incluir nas suas rotinas de maneira sistemática e definitiva a prática de estimular nos pacientes o fortalecimento da esperança, do otimismo, do bom humor e da espiritualidade. O objetivo é simples: despertar ou fortificar nos indivíduos condições emocionais positivas, já abalizadas pela ciência como recursos eficazes no combate a doenças. Esses elementos funcionariam, na verdade, como remédios para a alma – mas com repercussões benéficas para o corpo. No Brasil, a nova postura faz parte do cotidiano de instituições do porte do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, da Rede Sarah Kubitschek e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, três referências nacionais na área de reabilitação física. Nos Estados Unidos, o conceito integra a filosofia de trabalho, entre outros centros, do Instituto Nacional do Câncer, um dos mais importantes pólos de pesquisa sobre a enfermidade do planeta, e da renomada Clínica Mayo, conhecida por estudos de grande repercussão e tratamentos de primeira linha.
A adoção desta postura teve origem primeiro na constatação empírica de que atitudes mais positivas traziam benefício aos pacientes. Isso começou a ser observado principalmente em centros de tratamento de doenças graves como câncer e males que exigem do indivíduo uma força monumental. No dia-a-dia, os médicos percebiam que os doentes apoiados em algum tipo de fé e que mantinham a esperança na recuperação de fato apresentavam melhores prognósticos. A partir daí, pesquisadores ligados principalmente a essas instituições iniciaram estudos sobre o tema.
Hoje há dezenas deles. Um exemplo é um trabalho publicado na edição deste mês da revista científica BMC Câncer sugerindo que o otimismo é um fator de proteção contra o câncer de mama. “Verificamos que mulheres expostas a eventos negativos têm mais risco de contrair a doença do que aquelas que apresentam maiores sentimentos de felicidade e positivismo”, explicou Ronit Peled, da Universidade de Neguev, de Israel, autor da pesquisa. Na última edição do Annals of Family Medicine – publicação de várias sociedades científicas voltadas ao estudo de medicina da família – há outra mostra do que vem sendo obtido. Uma pesquisa divulgada na revista revelou que homens otimistas em relação à própria saúde de alguma forma ficaram mais protegidos de doenças cardiovasculares. Os cientistas acompanharam 2,8 mil voluntários durante 15 anos. Eles constataram que a incidência de morte por infarto ou acidente vascular cerebral foi três vezes menor entre aqueles que no início estavam mais confiantes em manter uma boa condição física. Provas dos efeitos da adoção da espiritualidade na melhora da saúde também começaram a surgir. Nos estudos sobre o tema, a prática aparece associada à redução da ansiedade, da depressão e à diminuição da dor, entre outras repercussões.A partir de informações como essas, os cientistas resolveram identificar o que levava a esse impacto. Chegaram basicamente a duas razões. Uma é de natureza comportamental. Em geral, quem é otimista, tem esperança e cultiva alguma fé costuma ter hábitos mais saudáveis. Além disso, essas pessoas seguem melhor o tratamento. “Uma postura positiva leva a gestos positivos. Os pacientes se cuidam mais, alimentam-se bem, fazem direito a fisioterapia, mesmo que ela seja dolorosa”, explica a clínica geral carioca Cláudia Coutinho.
A outra explicação tem fundamento biológico. Está provado que a manutenção de um estado de espírito mais seguro e esperançoso desencadeia no organismo uma cadeia de reações que só trazem o bem. “Se o paciente é otimista, encara um problema de saúde como um desafio a ser vencido. Nesse caso, as alterações ocorridas no corpo poderão ser usadas a seu favor”, explica o pesquisador Ricardo Monezi, do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. O bom humor, por exemplo, é capaz de promover o aumento da produção de hormônios que fortalecem o sistema de defesa, fundamental quando o corpo precisa lutar contra inimigos. Além disso, o riso provoca relaxamento de vários grupos musculares, melhora as funções cardíacas e respiratórias e aumenta a oxigenação dos tecidos.
É esse arcabouço de informações que permite hoje o uso, na prática, da espiritualidade, do otimismo, da esperança e do bom humor como recursos terapêuticos dentro da medicina. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisadores da Universidade do Alabama preparam-se para começar a aplicar um tratamento batizado de “terapia da esperança”. O sistema consiste em ajudar os pacientes a construir e a manter a esperança diante da doença. “O primeiro passo é auxiliá-los a encontrar um objetivo importante que dê sentido a suas vidas. Depois, aumentar a motivação para alcançá-lo e orientálos sobre os caminhos a serem seguidos”, explicou à ISTOÉ Jennifer Cheavens, da Universidade de Ohio e participante do grupo que desenvolveu a novidade. Essa construção é feita com base em técnicas usadas na terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é treinar o indivíduo a pensar e a agir de forma diferente para conseguir lidar de modo mais eficiente diante de condições adversas. O treinamento é feito com duas sessões semanais realizadas durante dois meses. A terapia será usada em portadores de deficiências visuais e nas pessoas responsáveis por seus cuidados. “Acreditamos que ela ajudará muito na redução da depressão e de outros problemas associados à perda da visão. Os pacientes ficarão mais motivados a lutar contra as dificuldades e a participar dos trabalhos de reabilitação”, explicou à ISTOÉ Laura Dreer, professora do departamento de oftalmologia da Universidade do Alabama, nos EUA.
No Brasil, a inclusão da ferramenta na prática médica está mudando a rotina dos hospitais. No Instituto de Ortopedia, no Rio de Janeiro, por exemplo, o trabalho médico é acompanhado pelo suporte psicológico, dedicado especialmente a fortalecer uma atitude mais positiva. O trabalho, claro, não é simples. Os pacientes costumam ser vítimas de traumas medulares ocorridos em situações como acidentes ou quedas. De uma hora para outra, têm a vida totalmente limitada. “Por isso, precisamos ajudá-los a enfrentar a nova situação. Eles têm de passar por uma reabilitação física e emocional”, explica a psicóloga Fátima Alves, responsável pelo grupo. E quem faz isso usando o otimismo e a esperança como armas sai ganhando. “Mostramos principalmente aos mais descrentes que a postura positiva no enfrentamento da doença é um remédio”, afirma Tito Rocha, coordenador da unidade hospitalar do instituto. Em breve, eles abrirão um grupo para incentivar o cultivo da espiritualidade pelos doentes.
ENSINO- dr. Santos (geriatra)dá cursos sobre espiritualidade a estudantes de medicina
Na Rede Sarah, os pacientes são estimulados a participar de atividades que melhorem o humor e a disposição. Entre eles, estão o remo, a dança e os jogos. “No processo de reabilitação, esses recursos são fundamentais”, afirma Lúcia Willadino Braga, presidente da Rede Sarah e considerada uma das melhores neurocientistas do País. “A doença deixa de ser o foco. Quando isso acontece, a recuperação é acelerada. O paciente fica menos tempo internado e retorna às suas atividades mais rapidamente”, afirma. Constatações semelhantes são obtidas no InCor, em São Paulo. Lá, quem está internado recebe suporte psicológico para não entrar em depressão – já considerada fator de risco para doenças cardíacas – e manter o otimismo. “É preciso dar força para o espírito para que o corpo se recupere”, afirma o cardiologista Carlos Pastore, diretor de serviços médicos da instituição.
Talvez o símbolo mais emblemático do fim do preconceito da medicina ocidental contra questões relativas à emoções e espiritualidade seja o que está acontecendo na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a mais tradicional do País. Em novembro, a instituição sediará um evento para mostrar aos profissionais de saúde a importância de recursos como a espiritualidade e o bom humor na recuperação de pacientes. O curso será ministrado pelo geriatra Franklin dos Santos, professor de pós-graduação da disciplina de emergências médicas da universidade. No programa, há um bom espaço para ensinar os médicos e enfermeiros a usarem essas ferramentas. “Discutimos como isso deve ser aplicado na prática”, diz o médico, que tem dado palestras pelas escolas de medicina do País inteiro.Nos Estados Unidos, também há um esforço para treinar os profissionais de saúde. Só para se ter uma idéia, o Instituto Nacional de Câncer americano criou uma espécie de guia para orientar médicos, enfermeiros e psicólogos sobre como usar a espiritualidade do paciente a seu favor. Todo esse interesse é o sinal mais patente de que a revolução vai durar. Por isso, ninguém deve se surpreender se quando chegar ao consultório médico for indagado sobre suas condições de saúde, obviamente, mas também sobre sua relação com a espiritualidade ou disposição de esperança. “Questões como essas devem começar a ser cada vez mais levantadas”, defende Brick Johnstone, professor de psicologia médica da Universidade Missouri-Columbia, nos EUA.

Não se esqueça que Jesus cristo ensinou e fez:

Mc.6.13: e expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam.

Mc.16.17.ss:17 E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados.

Ele continua curando: Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente.

Sem a presença D'Ele nada feito.

sexta-feira, dezembro 21

A PROMESSA DE NOSSA ENTRADA NO CÉU

Autor do comentário: Osvarela

Lição 12- CPAD – 23/12/2007 - texto com correções em 22/12/2007

Texto áureo: “Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” Fp. 3.20.

Verbetes:

Céus – Ouranos – uma palavra, normalmente de uso plural, para denotar o céu e as regiões acima da terra; residência de Deus (Mt.5.34); de Cristo (At.5.21); dos anjos (Mc. 12.25); e dos santos ressuscitados. Por metonímia (veja no blog: http://nucleosetadvilacurucasandresp.globolog.com.br/), a palavra refere-se a Deus e aos habitantes do céu.

Anjos – angelos – de angello – “enviar uma mensagem”, portanto mensageiro; personagem divino, espiritual, que serve a Deus e que funciona como mensageiro enviado à Terra para cumprir seus objetivos, são invisíveis.São de diferentes ordens em função e poder.

Teontologia numa rápida e própria definição, não conclusiva: estudo das características próprias e únicas de Deus.Teontologia - doutrina de Deus acesse: http://www.revsimonton.or/artigos/artigo37.html

‘Elohim – deuses ou anjos – tem também significado de deuses, pois é uma palavra com sufixo im, que no hebraico pluraliza as palavras. A Septuaginta preferiu traduzir por anjos, (no Salmo 8) assim como o autor do livro de Hebreus; eu me permito a entender também, desta forma, nestas passgens; pode haver controvérsias.

INTRODUÇÃO:

A Igreja aguarda ansiosa a sua entrada nos céus.

A Igreja anela por participar do grande evento, que será único, exclusivo, primo em todas as eras eternais.

Atrevo-me a pensar, pelas frestas de luz da palavra de Deus, como isto poderá acontecer.

Primeiro: creio que a mesma expectativa vivida pela Igreja, de todos os tempos, que leva as nossas almas perguntarem aos Céus: Será Glorioso, será com as sensações que o Espírito Santo, nos faz antever este peso de Glória? Como será?

Segundo: permita-me viajar nas asas do espírito, se a Igreja vive esta expectativa, porque os seres celestiais, também não podem viver um sentimento parecido com o da Igreja, logicamente com sua capacidade, um pouco superior (anjos) que a humana (Sl.8.5; Hb.2.7), também podem estar perguntando, como nós, como será?

Terceiro: todos os seres celestiais (Mt.24.36: Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu...), assim como a Igreja, que faz parte da raça humana, não têm a peculiar capacidade da Onisciência, Onipresença e Onipotência, só o Deus Trino possui, ou seja, o Pai, Filho e o Espírito Santo, capacidades estas que a Teontologia busca encontrar explicações para dar um leve entendimento da grandeza de Deus.Desta forma é que veremos um quadro singular, a Igreja conhecendo a sua Casa eterna e Os Céus conhecendo a Igreja em todo o seu esplendor.Você pode me perguntar, mas os céus não conhecem a Igreja, os anjos não são espíritos ministradores para os que servem a Deus (Hb.1.14: Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?), não são mensageiros de nossas orações?

Sim, aí reside o entendimento: a Igreja é conhecida nos Céus como tendo vivido, e vivendo no presente século a Plenitude da Graça, neste corpo humano, mas naquele dia será conhecida como a Noiva ataviada, possuidora de um Corpo Glorioso.

A Igreja é conhecida da esfera espiritual, pelo séquito (Is. 6.1-3) que Isaías viu, ou seja no plano místico em que vivem os anjos e seres celestiais, mas naquele dia será conhecida corporalmente com o Esplendor da Glória do Filho, à Ela concedido pelo Espírito Santo! Aleluia.

Entendemos então que se tratará de um evento em que os Céus, com suas miríades de seres, que antevêem na mesma esperança, na mesma expectativa, no mesmo ansioso aguardo, todos eles, mais a Igreja, estarão se confraternizando, extasiados com tudo que ocorrerá no momento da entrada da Igreja no Céu.

Todas estas coisas, concorrem para que o evento da Entrada da Igreja no Céu, se transforme num espetacular acontecimento, que será visto em todo o seu esplendor, pelas legiões celestiais, e vivido por nós seres criados por Deus, caídos, resgatados e transformados em seres incorruptíveis, pelo Sangue do Cordeiro, para sermos Eternamente do Senhor.

SÓ HÁ UMA MANEIRA DE ENTRAR PELAS PORTAS DO CÉU:

Quando no patíbulo da cruz, Cristo foi ferido por uma lança, de seu lado, saiu Sangue. Jo.19.34: contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Ali estava literal e simbolicamente, representada toda a efetiva consumação do processo da regeneração da humanidade e de todo aquele que crê em Jesus, ser lavado e libertado pelo Seu Sangue.

Ninguém poderá acessar as portas do Céu sem passar pelo processo da lavagem de sua vestes pelo mais poderoso alvejante espiritual, que nenhum químico, jamais ousou descobrir, leia:

Ap.22.14: Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.

Ap.1.5-6:...Jesus Cristo...a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos fez reino, sacerdotes para Deus, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém.

A JERUSALÉM CELESTIAL:

Há um texto do apóstolo Paulo em sua Epístola aos Gálatas, que é maravilhoso pelo seu conteúdo, podendo ser utilizado com variadas maneiras em sua interpretação, logicamente com a sensibilidade e cuidado e com a inspiração do Espírito Santo; tanto que o próprio Paulo, diz que se trata de uma alegoria, por isto vou utiliza-lo, numa ótica talvez única, no sentido de nossa Entrada nos Céus, este lugar que Jesus nos prometeu.

Gl.4.22-31: Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre...o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa. O que se entende por alegoria... Ora, esta Agar...e corresponde à Jerusalém atual, pois é escrava com seus filhos...Mas a Jerusalém que é de cima é livre....irmãos, sois filhos da promessa...

Neste texto Paulo escreve aos Gálatas, e discursa sobre a libertação da Lei e da sua servidão, e a liberdade pelo Novo Nascimento em Cristo, porém eu, sem perder de vista o seu conteúdo sobre a superioridade do Evangelho em relação a Lei, gostaria de usá-lo com a visão do que nos espera e porque esperamos um lugar especial para a Igreja.

Sem dúvida encontramos no texto de Gl.4 alguns pontos que nos permitem utiliza-lo sobre o triunfo da Igreja e sua libertação deste mundo, para alcançarmos e se cumprir a Promessa de Cristo, de um lugar especial para nós: Os céus.

Se continuarmos a leitura do contexto próximo seguinte, veremos que Paulo declara com todas as letras, que entre outros assuntos estava falando sobre a questão de herdarmos o Reino de Deus. Gl.5.21:...como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.O que nos permite fazer uma ilação do texto para: portanto os que não praticarem tais coisas herdarão o Reino de Deus!

A libertação de Cristo mostra que aqueles que adoram a Cristo na fé também triunfarão e herdarão a Jerusalém Celestial; obviamente é necessária uma compreensão, do que isto, representa alegoricamente neste pensamento, para não confundirmos com outros assuntos do tema Jerusalém Celestial. Aqui alegoricamente estamos a colocando como parte do Local Celestial que entraremos como Igreja.

Podemos também aplicar a visão de João na Ilha de Patmos, narrada em Apocalipse 21.2: E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. Ou ainda : vs.3-4: E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

Imagine um lugar como descreve João, A Santa Cidade, a Nova Jerusalém, é descrita como o lugar onde Deus removerá toda a tristeza. Por toda a eternidade não haverá mais pranto, tristeza ou dor, e isto é só uma pequena amostra do que Deus preparou para a Igreja.

A ESPERANÇA DEVE SER MANTIDA:

O Apóstolo Paulo, descreve em sua Segunda Carta aos Coríntios, no capítulo 5.1-7: Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus (ouranos – lar dos santos ressuscitados – vide verbetes). Pois neste tabernáculo nós gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitação que é do céu, se é que, estando vestidos, não formos achados nus. Porque, na verdade, nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos oprimidos, porque não queremos ser ...revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu como penhor o Espírito. Tenhamos portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos presentes no corpo, estamos ausentes do Senhor (porque andamos por fé, e não por vista);

Paulo nos para estarmos sempre animados, manter o ânimo, pois estamos ausentes do senhor, pois o que nos faz caminhar é a Fé na promessa de uma entrada nos Céus.

Esperamos portanto a incorruptibilidade, mesmo gemendo nesta casa terrestre (nosso corpo), mas sabendo que quando, possuirmos a Incorruptibilidade, ou ela nos possuir pela Glória do Espírito Santo, estaremos em um átimo de tempo, prestes a entrar nas Mansões Celestiais como moradores e herdeiros dos Céus.Para aqueles que não conheço ou não os vou conhecer nesta vida humana, aguarde pois nos encontraremos nas Entradas celestiais!Tu porém vai até ao fim!

Fonte:

Bíblia Plenitude - SBB;Bíblia de Estudo de aplicação pessoal - CPAD;Buckland;Bíblia ARC – SBB; Apontamentos do editor.
Autor:
Osiel VarelaMinistro das Assembléias de Deus – Missão.Consagrado no Belém em 26/09/1996. Membro em Santo André V. Curuçá. SP. Pr. Nivaldo Rodrigues. Ligado ao Belém. Professor de Teologia; Pós – graduado em Bíblia.

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