quinta-feira, março 31

Romanos – Uma Epístola Fundamental no Cristianismo. Lições CPAD - Maravilhosa Graça

Romanos – Uma Epístola Fundamental no Cristianismo.
Estudo – Pr Osvarela
Tema da Lição Bíblica CPAD – 2º Trimestre 2016
 “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” Romanos 1:7
 Leia também http://estudandopalavra.blogspot.com.br/2016/01/as-cartas-de-sao-paulo-romanos-justica.html
I - Historiando Roma
O Império Romano teve alguns méritos ao dominar o Mundo desde a Bretanha, até a Ásia, passando pela Palestina, onde vamos encontrar durante seu domínio, a Vida de Jesus: Nascimento, Ministério, morte e Ressurreição, desembocando na nascimento da Igreja Cristã. Nela vamos encontrar os primeiros líderes, com destaque para um romano de nascimento e judeu de sangue: Saulo de Tarso. É neste ambiente que este Apóstolo vai escrever a Rainha das Epístolas, sua Epístola aos Romanos, até então desconhecidos por ele, que ansiava visitá-los ...
Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco. Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados; Isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha. Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios.” Romanos 1:10-13
... e para onde seria mandado para ser julgado e terminar seus dias posteriormente [leia Atos dos Apóstolos 15 a 28].
A maioria dos estudiosos do Novo Testamento data a epístola aos Romanos nos anos 56/58 d. C.. Durante o inverno de 56-57 A. D., que ele passou em Corinto, na casa de Gaio seu amigo que se convertera, de onde pensava fazer uma visita a Jerusalém no futuro imediato — onde cuidava, ele, cuidaria da entrega de uma oferta em dinheiro aos Presbíteros da igreja de lá, por cuja arrecadação estivera trabalhando alguns anos entre os gentios convertidos pelo seu intermédio. Podemos encontrar também, sem nenhum  motivo de descrédito, alguns estudiosos colocando o começo de 58 d. C., quando o apóstolo Paulo permaneceu por três meses seguidos na cidade de Corinto.
Paulo estava concluindo sua terceira viagem missionária, que havia iniciado em 54 a.C. De Éfeso foi para Macedônia, depois Acaia e Corinto, permanecendo neste local 3 meses. Quando se completou três meses considerou esta sua missão terminada, decidindo ir para Jerusalém para estar presente na festa de Pentecostes Atos dos Apóstolos 20,16. Em Corinto Paulo se hospedou na casa de Gaio - Romanos 16,23.
Foi quando decidiu escrever para os cristãos de Roma uma carta que foi levada pela diaconisa Febe  - Romanos 16,1.
Paulo na Carta aos Romanos expõe as grandes linhas do evangelho. O Evangelho de Jesus foi anunciado em Jerusalém até o Ocidente  - Romanos 15,19.
É parte de um plano missionário para abrir um novo e futuro campo de Missões paulinas, O Plantador de Igreja da primeira hora da Igreja, imaginava ir para Espanha evangelizar.
Diz F.F. Bruce em Tyndale New Testament Commentaries, ROMANS:
“Concluída sua missão nas terras banhadas pelo Mar Egeu, tinha de localizar novos campos a conquistar para Cristo. Ao fazer a escolha de uma nova esfera de atividade, resolveu fazer-se pioneiro. Não se estabeleceria como apóstolo radicado num lugar já alcançado pelo Evangelho. Não iria "edificar sobre fundamento alheio"- Romanos 15:20. Sua escolha recaiu na Espanha, a mais antiga colônia romana no Ocidente e o principal baluarte da civilização romana naquelas partes. 
Mas a excursão à Espanha lhe daria a oportunidade de satisfazer uma velha ambição — a ambição de ver Roma. Embora cidadão romano por direito de nascimento, nunca tinha visto a cidade da qual era cidadão. Quão esplêndido seria visitar Roma e passar algum tempo lá! Seria deveras esplêndido porque havia uma florescente igreja em Roma, e muitos cristãos que Paulo tinha encontrado aqui e ali em suas viagens, residiam agora em Roma e eram membros daquela Igreja. O próprio fato de que o Evangelho tinha chegado a Roma bem antes de Paulo, excluía Roma como lugar onde ele poderia estabelecer-se para fazer evangelização pioneira. Mas sabia que continuaria sua viagem para a Espanha com muito mais gosto se pudesse primeiro renovar seu espírito com algumas semanas de companheirismo com os cristãos de Roma.”
A cidade de Roma no Ocidente exerce grande importância assemelhando-se a Antioquia no Oriente.
Neste momento A Carta Aos Romanos expressa a maturidade de seu pensamento. Considerada a carta mais importante fazendo parte do conjunto das quatro grandes cartas: Romanos Gálatas, 1 e 2 Coríntios.
Continua F.F.Bruce:
“Portanto, durante os primeiros dias do ano 57 A. D., ele ditou a seu amigo Tércio — cristão posto às suas ordens talvez por seu hospedeiro Gaio, para servir-lhe de secretário ou amanuense (citação com meu acréscimo) — uma carta destinada aos cristãos romanos. Esta Carta visava prepará-los para a sua visita à cidade e explicar a finalidade da mesma. E julgou de bom alvitre, ao escrevê-la, oferecer-lhes uma completa exposição do Evangelho como ele o compreendia e o proclamava.” "Eu, Tércio, que esta carta escrevi, vos saúdo no Senhor." Romanos 16:22
Segundo a Bíblia Plenitude
“...por volta de 56 dC, ele ainda não tinha estado em Roma, mas vinha pregando o evangelho desde sua conversão em 35 dC. Durante os dez anos anteriores, ele tinha fundado igreja através de todo o mundo mediterrâneo. Agora, estava chegando ao fim de sua terceira viagem missionária. Esta Epístola é, portanto , uma declaração madura de sua compreensão do evangelho. Em Roma, a igreja havia sido fundada por outros cristãos; e Paulo, através de suas viagens, conheceu muito a respeito dos crentes de lá -Romanos 16.3-15.
I –a -Subsídio Histórico – Ou Panorama Cultural de Roma
Característica O Império Romano é (e manifestar-se-á especialmente momentos depois nas perseguições contra os Cristãos) como um grande campo aberto, disposto a assimilar qualquer novo povo que abandone a própria identidade, mas também uma etnia fechada e desconfiada.
- Etnia, grupo étnico (éthnos em grego) um agregado social que se distingue pela língua e cultura.
Roma era mesmo uma capital de império, após o relâmpago do império de Alexandre Magno, com uma organização social de livres com todos os direitos, uma democracia, com senadores, e no outro extremo, escravos sem qualquer direito, com patrícios ricos e de plebeus miseráveis, Centro explorador e periferia explorada, algo como a realização do sonho de Alexandre: criar uma Humanidade-Unidade, tornar cada homem livre um cidadão do mundo, e fazer do império uma "Assembléia Universal" (Oikuméne) que permita uma "Civilização Humana".
Todos que viverem fora de seu modelo, podem manter a própria identidade para não se confundir com ela, sabendo, porém, que pode excluído da civilização humana. Mas, Roma manteve as culturas e povos dominados, livres para manter suas religiões, desde que não afetem o Imperador-deus e lutem contra o domínio. Este é o momento no qual Jesus nasceu e sob a ótica deste modelo Ele foi morto.
Roma tinha um grande temor dos "estrangeiros", dos "diferentes" que poderiam pôr em discussão a sua segurança. E assim como estabeleceu a "concórdia universal" com a feroz eficiência de suas legiões, entende mantê-la também a golpes de espada, crucifixões, condenações aos trabalhos forçados, exílios.
I –a - O Império Romano
O Império não constituiu apenas um fator negativo na difusão da nova religião. Acaba por funcionar como vantajosa a unidade do amplo espaço geográfico, devidamente organizado e em paz, e as facilidades de comunicação favoreciam a circulação de ideias. Uma vez que era possível chegar a praticamente todo o Império através das rotas marítimas do Mediterrâneo [facilitou o deslocamento do Apóstolo Paulo por suas Províncias, pelas rotas existentes e por Via Marítima] ou pelas estradas em excelentes condições [cuja técnica se mantém, até o nosso século], facilitam-se as viagens para a difusão do Evangelho que terão lugar dali em diante. Também a afinidade linguística – o grego e, sobretudo, o latim – facilitava a comunicação e o entendimento entre os novos fieis. Sendo possível cruzar o império por boas vias de comunicação, a difusão tornava-se ainda mais intensa ao existir entendimento linguístico entre grande parte das populações do território.
Apesar destas facilidades, a adesão ao Cristianismo acarretava também dificuldades. No caso dos Cristão procedentes do Judaísmo, rompendo com a sua comunidade de origem, seriam olhados como traidores. Também os pagãos enfrentavam dificuldades na sua conversão: particularmente o que vinham de classes sociais mais elevadas acabavam por ter de deixar de lado o culto a Roma e ao Imperador, importantíssimos na vida pública, sendo considerados infiéis ao Império.
Ainda que o Império fosse tolerante do ponto de vista religioso, aceitando cultos e divindades estrangeiras, acaba por se dar um choque quando Roma exigiu dos súbditos Cristãos o que eles não lhe poderiam dar: adoração ao Imperador, algo que só a Deus poderiam prestar. ORLANDIS, JoséHistória Breve do Cristianismo. Lisboa: DIEL, 1993. Apud Cristo Jovem. Com compilação e introduções deste autor do presente estudo.
I-b- Algum Entendimento Etimológico
Os termos "justo, a justiça, a justificar" são sinônimos dos termos: "Justiça, justo, faça justiça" Uma situação semelhante existe com a palavra "fé", é sinônimo de "crença". Assim, "Nós somos justificados pela fé" traduz a mesma frase original, que significa "Nós somos feitos justos pela crença." O termo " apenas justificação "pode ​​ser vista como"apenas como se você nunca pecou ".
II- A Epístola
A Epístola inicia-se com a clara indicação do grupo de crentes na capital do Império Romano, Roma:
“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus. O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras, Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor, Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome, Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo. A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” Romanos 1:1-7
Já escrevemos anteriormente em anos passados sobre a Epístola Aos Romanos, a destacada Epístola, deste que foi o maior doutrinador, em escrita e decodificador das Doutrinas Neotestamentárias.
Voltamos, a escrever sobre a mesma em uma segunda oportunidade, pois a rainha das Epístolas segundo Lutero, tem inesgotáveis tesouros, destarte sabermos ser a Palavra inerrante de Deus, mas a exegese da mesma é intensa e profunda exigindo dos leitores e estudiosos uma sequencia de leituras e estudos.
Quando estudamos Romanos temos claro que nela encontramos Doutrinas Fundamento do Cristianismo. A literatura Neotestamentária é fundamentada na Fé e Nosso Senhor Jesus Cristo deixando-nos o cerne da Salvação N’Ele incondicionalmente e fundamentada, a Fé, na Graça revelada no Amor de Deus O Pai, ao enviar O cristo, de dentre os judeus, como prometido e ao declarar:
     Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. João 3:16-18
Onde encontramos a Graça revelada na dação à homens sem valor algum e sem mérito algum, apenas a Graça se revelou em Jesus para alcançar a todos os homens. Abre espaço para toda a humanidade, além do circunscrito povo judeu, antes ‘promessado’ por Deus para receber esta Graça.
I – Doutrinas - Em Romanos
“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.” Romanos 1:16,17
III - Um Fundamento - Romanos 1:17
Cinco Doutrinas Em Romanos 8:29-30
A Doutrina da Justificação está clara no texto de Romanos 1:16,17 – Justificar, é antes de tudo uma ação juridicamente imposta pela imputação da Justificação pela Fé. É a ação divina da reconciliação do homem com Deus. Desta Doutrina emergem todas as outras 4 (quatro) Doutrinas que vamos encontrar ao longo da Epístola Aos Romanos, a Epístola rainha, segundo Martinho Lutero. Por isto a Justificação é sobre tudo, nas Escrituras Neotestamentárias, uma característica forense sobre tudo.
Quanto à sua conceituação, no Antigo Testamento, embora o termo “justificar” tenha, às vezes, uma conotação moral ou ética, sabe-se que em muitas vezes que o termmo ocorre ou é utilizado destacado é o aspecto forense do termo.
É a declaração forense pela qual uma pessoa é judicialmente declarada justa por atender as exigências da lei.
O sentido Neotestamentário do termo “justificar” amplia este uso para evidenciar que os homens, ou uma pessoa está declarada justa ante o Tribunal de Deus, com base na Justiça de Cristo.
Mas, porque há necessidade de Justificação?
Sem avançar muito, neste texto inicialmente, sobre a Justificação.
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;” Romanos 3:23
A Reforma E a Doutrina da Justificação.
A importância da Reforma Protestante se dará exatamente, não pela quebra da hierarquia da Igreja Católica, por Lutero, mas na renovação e introdução da Doutrina Bíblica, da Justificação Pela Fé.
Assim Lutero e os reformadores mostram a desabilitação da Obras, seja por ajudar a Igreja com os xelins, ou com doações de terras e serviços, diante de uma Igreja centrada no domínio do Estado e do Povo, de que a Justificação não é pelas Obras, mas pela Fé, os reformadores apontaram para o alvo a ser apresentado ao Mundo sem os véus dos pagamentos ou tributos: Cristo como Autor e Consumador da fé.
IV- Doutrinas - Corrente Dourada da Salvação
Alguns teólogos deduzem cinco doutrinas principais desta passagem:
1) Presciência,
2) Predestinação,
3) Chamado Efetivo,
4) Justificação e
5) Glorificação.
Estas cinco doutrinas são conhecidas como a “Corrente Dourada da Salvação” e tem sido espalhada como verdade para os crentes e não crentes. Mas suas afirmações estão cheias de falhas.
Todas as cinco doutrinas falam apenas do que Deus fez, ou seja, “Deus já conheceu, já elegeu, já chamou, justificou e glorificou alguém”.
Se há um livro sagrado que contenha um panorama tão amplo sobre os judeus os gentios e o que acontecerá, sobre a relação entre os povos bíblicos e a salvação este é a Epístola de Paulo aos Romanos, nesta Epístola Paulo une todos os grandes temas da Bíblia:
Pecado, Lei, julgamento, destino humano, fé, obras, graça de Deus, justificação, eleição, o plano de salvação, a obra de Cristo e do Espírito Santo, a esperança cristã, a natureza e vida da igreja;
O lugar do judeu e do gentio nos propósitos de Deus;
A filosofia da igreja e a história do mundo;
A mensagem do Antigo Testamento;
Os deveres da cidadania cristã e os princípios de retidão e moralidade pessoal.
Insiro neste primeiro [na realidade, segundo] Estudo, trechos de publicações anteriores sobre a Graça, ou Romanos em nossas páginas, como segue:
V- Graça
Romanos 4:1-4 “Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.”
V-a -DISCURSO
Graça “favor divino imerecido”, quando a usamos , como neste Estudo, quanto a ação de Deus para com os homens.
Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça.” Romanos 11.6
Graça é “charis” derivada do  termo grego  “charizomai”, significa “mostrar favor para”, é uma demonstração de empatia, ou seja, assumindo a bondade do doador e a indignidade daquele que a recebe.
Portanto, como estudamos, neste artigo a Graça é Eterna:
A “descoberta” da Doutrina da Graça proporcionou ao entendimento amplo sobre a possibilidade de entendimento de todas as Doutrinas incluindo a Antropológica e as Soteriológicas, ou como já escrevi:
“Lembrando, este pensamento:
O protestantismo nasceu da luta pela doutrina da justificação pela fé somente. Segundo Lutero, essa não era meramente uma doutrina entre demais, mas o “resumo da toda doutrina cristã”, o artigo pelo qual a igreja se mantém ou cai. Em 1537, Lutero vigorou este artigo, onde afirma “nada neste artigo pode ser abandonado ou atingido, mesmo no céu e na terra, e as coisas temporais devem ser destruídas”. Porém, ele estava ciente de que essa doutrina era rara de ser mantida e que poucas pessoas estavam aptas a ensiná-la fielmente.” Sola Fide na perspectiva de Martinho Lutero. Em subsídio da Lição 13 3º Trimestre 2015

Onde prossigo dizendo:
“Ou seja, não há Cristianismo sem a Doutrina da Graça. Preocupa-me algumas Doutrinas que relativizam a operação da Graça junto aos homens, com restrições de sua eficácia e alcance, e quanto ao impedimento se não forem observados aspectos religiosos, que impedem algum homem recebê-la.
A Graça está disponível, à todos os Homens e não há evidencias bíblicas, que ela escolhe alguns para sua atuação, concernente a Salvação.
Compreendendo que Deus ama a todos, pois não há um justo, na maneira primária, ou em mistério, na Era Pós-Adâmica, que a merecesse, por isto que Ela, A Graça da Salvação é absolutamente geral e é disponível para todos. .... Deus concede-lhes graça comum. Podemos definir graça comum da seguinte maneira: “Graça comum é a graça de Deus pela qual Ele dá às pessoas bênçãos inumeráveis que não são parte da salvação. A palavra comum aqui significa algo que é dado a todos os homens e não é restrito aos crentes ou aos eleitos somente.... a Graça de Deus se manifesta no mundo de duas maneiras diferentes. “
Continua...

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