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sábado, janeiro 9

“O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO” - LIÇÃO 02 - CPAD - DIA 10/01/2010

LIÇÃO 02 - DIA 10/01/2010

“O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO”

TEXTO ÁUREO - II Cor 1:3. 3.Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

Uma frase:

Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson

Pequeno glossário:

NAUM, hebraico: consolação, compassivo

NAA, hebraico: consolação, doçura

Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.

Ásia – “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.

A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.

Thlibo –ser afligidos;aflitos.

Reflexão:

Deus nos livra em meio das aflições:

Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.

At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,

1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.

2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.

3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;

4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.

6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;

7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.

Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.

Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.

Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.

Aflição:

A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.

Aflição é ainda a sensação de que algo "não está certo", ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.

Introdução:

II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.

No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.

Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.

Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.

8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,

Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,“e confirmando [fortalecendo a alma –“anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.

A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “...para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).

Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.

Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.

Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.

Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:

II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.

A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:

Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.

Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:

Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.

É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.

A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.

Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.

Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.

Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor...

Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.

O Que é Aflição:

Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.

No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.

Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:

Não há aflição sem propósito.

Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).

Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.

Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.

Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.

Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.

Alguns até se distanciaram do Senhor.

Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.

A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:

Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:

II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;

Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor...”Salmo77:2.

Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:

Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:

Pessoal

Para crescimento

Para fortalecimento

Para suscitar esperança

Para aprendizado

“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.

E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.

Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.

Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.

Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.

Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,...você não terá mais falta de coisa alguma”, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo”, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.

Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.

A Aflição Promove Esperança:

Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.

O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança”;

Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo”.II Co.6.4.

O Objetivo da Consolação:

É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.

3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;

4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.

Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.

Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;

Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.

Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.

Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.

A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.

Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição – vs. 9 – para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador

4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.

Promover Esperança:

Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.

7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

Como Somos Consolados:

Pela Palavra:

Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.

II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;

Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.

Por Cristo:

Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.

Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.

O Que A Consolação Promove:

Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,“At.9.29. ...procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.

At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.

Edificação

Multiplicação

Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação...”

Conclusão:

Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:

Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento

De experiência

De fortalecimento

De nos infundir confiança n’Ele

De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.

Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.

Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!

Fonte:

Bíblia Plenitude

Bíblia Dake

Bíblia digital -cortesia Tio Sam

David Wilkerson –

Tsc – pulpit series

Revista Morasha

Maná

Apontamentos do Autor

sexta-feira, agosto 14

A CHEGADA DO ANTICRISTO - LIÇÃO 07 - CPAD

A CHEGADA DO ANTICRISTO

Lição 07 Autor: Osvarela

Texto Áureo:

I João 4.3. E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.

I João 2.18. Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.

19 Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.

20 E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo.

21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.

22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.

23 Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.

25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.

26 Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam.

II João 1.7. Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo.

EXÓRDIO:

Eis um assunto deveras discutido no seio da Igreja e até mesmo no mundo, por aqueles que não estão comprometidos com uma Igreja ou crença.

No seio da Igreja há inúmeras discussões, tão dispares, quanto à crença, época, evidencias, período, se o anticristo já está no mundo, etc.

Na Lição passada, em meu comentário apontei um pouco para o tema, como a participação da Igreja na resistência a esta figura sinistra revelada na Bíblia.

O Apóstolo São João firma o entendimento de tal ser ainda não manifesto de forma física ou visível para a humanidade.

A minha tendência neste momento não é escrever um texto sobre a figura do anticristo, mas sim de argumentar sobre as questões da Igreja, sobre quem o Espírito Santo atua para restringir ou postergar a manifestação visível na Terra do anticristo.

João destaca a questão do anticristo sobre o dualismo:

Ortodoxia ou Heterodoxia sobre o que se pensa de Jesus, Esta é a base de todo o pensamento nesta questão. Sendo representado pela Encarnação de Jesus, sua Glorificação, ascensão, e retomada de Sua Glória e seu Poder nunca perdido, mesmo ao nascer homem, através da sua kenosis, ou esvaziamento.

No versículo 28 João declara: “quando Ele se manifestar”...ver também I João 3.2.

João destaca um ponto importante a ser desenvolvido na sala de aula:

“19 Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós”.

Ou ainda,mais uma vez, o saber ou conhecer: “20 E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo.21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade”.

Definições:

Anticristo - do grego αντιχριστός; i.e. "opositor a Cristo".

"O número seis (não consegue nunca chegar a sete) emprega-se sempre que se quer aludir a alguém que pretendia ser considerado como Deus, sem sê-lo".

É uma denominação comum no Novo Testamento para designar aqueles que se oponham a Jesus Cristo, e também designa um personagem escatológico, que segundo a tradição cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda vinda de Cristo.

O termo anticristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas nas cartas do apóstolo João. As passagens são 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3 e 2 João 1:7, onde o termo anticristo é definido como um "espírito de oposição" aos ensinamentos de Cristo.

O Cristianismo crê, no entanto, que este "espírito" seja uma personificação de um "messias demoníaco" que virá nos últimos dias. Por essa razão, os cristãos creem que este anticristo é descrito em outros textos, tais como o livro de Daniel, as cartas de Paulo (como "o homem do pecado") e o Apocalipse como a "Besta que domina o mundo".

Anti quer dizer substituto ou substituto

O palavra anti como usado no Novo Testamento grego significam substituto ou substituto.

Claro que alguém que rouba a identidade de outra pessoa e finge ser aquela pessoa é obviamente um inimigo daquela pessoa.

Em Forte Concordância, anti significa o substituto;

Em lugar de, ou em vez de:

anti, um-baliza'; um afetado; defronte, i.e. ao invés ou por causa de (raramente além disso to): para, no quarto de.

Freqüentemente usado em composição denotar contraste, requital, * substituição *, correspondência, etc.

“E, ouvindo que Arquelau reinava na Judéia em lugar de (grego: anti) seu pai, Herodes, receou ir para lá; mas avisado em sonhos, por divina revelação, foi para as partes da Galiléia." (Mt. 2:22).

Um exemplo de como anti é deste modo usado pode ser achado nas palavras tipo e antítipo que é usado com respeito a profecia de Bíblia.

O "tipo" é o padrão ou símbolo, e o antítipo é o cumprimento.

A Páscoa judia era um "tipo" e a crucificação de Jesus é o "antítipo" ou cumprimento do exemplo do tipo. Você substitui o antítipono simbolismo do tipo chegar ao significado completo: Antitypus latino medieval, de Recenteantitupos grego, cópia, antítipo, de grego, correspondendo, representando: anti -, iguale, como. Veja anti - + tupos, imprima, impressão.

Muitas vezes na história do Papado houve ANTIPAPAS....Este ANTIPAPAS não eram ateus que buscaram abolir o Papado, mas homens que eram os rivais dos Papas reinantes, e reivindicavam que eles eram os Papas legítimos.

I - A VISÃO DA IGREJA DOS TEMPOS DE JOÃO E DE PAULO QUANTO AO ANTICRISTO:

A Bíblia nos revela pela sua grandeza que durante os primeiros anos da Igreja, a doutrina do arrebatamento ou vlta de Nosso Senhor Jesus Cristo era o “Maranatha” de esperança dos nossos irmãos e dos Apóstolos, daqueles dias.

Anticristo tem que vir PRIMEIRO antes do fim do mundo.

Em uma das maiores e mais CLARAS das grandes profecias da Bíblia, São Paulo que o predisse que 2 coisas têm que PRIMEIRO acontecer antes do fim do mundo:

1. uma caminho perdido ou apostasia do Cristianismo Apostólico.

2. o Anticristo ou Homem de Pecado ser revelado.

Paulo teve que escrever a II Epístola aos Tessalonissenses explicando quais os sinais da Volta de Cristo, entre estes ele destaca que ainda era necessário que houvesse a manifestação da lúgubre figura do anticristo, mas havia Um que o detinha: O Espírito Santo.

ORA, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.

Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?

E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado.

Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado;
E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; (II Tessalonicenses 2:1-12).

Já o Apóstolo João marca as suas epístola, bem como, sua Revelação [Apocalipse], como soi aparecer, com a Revelação das características próprias da ação do espírito do anticristo, pois o mesmo não está ainda, no mundo, se lembrarmo-nos da Lição passada, podemos dizer que ainda não está no Mundo, mas já atua no Mundo, na figura da ação deste espírito maligno que é o deus deste século.

II - Posição dos irmãos da Igreja primitiva:

O anticristo falado pelos Apóstolos cristãos do primeiro século era alguém que já atuava naqueles dias. Não era personagem de um futuro tão distante, nem futuro próximo. O apóstolo disse: "...anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo".

Pais da Igreja:

Policarpo alertou aos filipinos que todos os que pregassem uma falsa doutrina seria um anticristo. Irineu especulou que seria “muito provável” que o anticristo poderia ser chamado Lateinos, que é o grego de “homem latino”.

Agostinho Bispo de Hipona escreveu: “é incerto em qual templo o Anticristo deve se estabelecer, e ainda se será na ruína do templo que foi construída por Salomão, ou na igreja.”

A visão de João nas considerações sobre o anticristo:

João elabora uma Doutrina vetero testamentária, na qual ele ensina que havia uma ação daqueles que se colocavam contra o Evangelho de Cristo, aos quais ele dizia que se transformaram em anticristo, ou seja, todo aquele que se pronunciava contra as bases do Evangelho, e Seu Cristo, era e é verdadeiro anticristo, pois é um combatente do outro lado.

Irineu especulatou que seria “muito provável” que o anticristo poderia ser chamado Lateinos, que é o grego de “homem latino”.

III - O nome da besta é LATEINOS em grego.

LATEINOS é a mais velha e a mais comum interpretação de 666!!

Lateinos é o mais velha e a mais comum interpretação do número da besta.

Lateinos significa HOMEM latino ou reino latino, e também é o nome do rei que fundou o estado romano, isto é o Rei Latinus.

A escritura mais antiga que sobreviveu a última grande perseguição de Romana/Latina é aquela de São Irenaeus que viveu aproximadamente de 120 a 200 D.C. Ele era um discípulo de Polycarpo que era um discípulo do apóstolo João que escreveu o Livro de Revelação:

“se há muitos nomes que se acham tendo este número, perguntar-se-á qual entre eles deva dar o nascimento do homem. Não é por um desejo de nomes que contêm o número daquele nome que eu digo isto, mas por causa do temor de Deus, e zelo para a verdade: para o nome Evanthas tem o número exigido, mas eu não faço nenhuma alegação de considerar isto.

Então também Lateinos tem o número seiscentos e sessenta-seis; e é um muito provável [solução], que este seja o nome do último reino [dos quatro vistos por Daniel]. Para os latinos é eles que agüentam regra no momento: Porém, eu não farei ostentação em cima disto [coincidência]. Teitan também, a primeira sílaba em sendo escrita com as duas vogais gregas e e?, entre todos os nomes que são achados entre nós, bastante merecedor de crédito. Para isto tem em si mesmo o número predito, e está composto de seis letras, cada sílaba que contém três letras,; e [a própria palavra] é antigo, e afastado de uso ordinário; para entre nossos reis nós não achamos nenhum agüentando este Titã de nome, nem tem quaisquer dos ídolos que são adorados em público entre os gregos e bárbaros este título. Entre muitas pessoas, também, este nome é considerado divino, de forma que até mesmo o sol termed é Gigantesco por esses que possuem agora [a regra]”. (Saint Irenaeus, Against Heresies, Book V, ch. 29).

IV_ Aproxima-se O Arrebatamento?

Nós somos pré-tribulacionistas dogmáticos, segundo O Credo Assembleiano e demais resoluções Convencionais.

Por tanto para nós os prenúncios do anticristo deverão ser sempre procurados nas menores linhas dos menores artigos até aos grandes e envolventes temas discutidos nas mais altas cúpulas, como também na própria mídia de diversões e entretenimento.

A - Visões diversas sobre a proximidade do anticristo.

Como estudiosos do assunto, por razões de crença e ministério, antevimos que há alguns fatores sendo conduzidos no Mundo real, que transcendem o mesmo e demonstram a atuação preparativa, a atuação real a atuação iminente do anticristo.

Sendo assim nós encontramos, dentro do próprio Mandato de Deus aos homens fatores que prenunciam esta iminente manifestação, com preparação, através da ciência, de forma aparentemente benéfica, pela abertura da moralidade dos homens e mulheres, como Paulo cita em Romanos capítulo primeiro [1] e versículos, à partir do 19 [dezenove].

1 - Mandatos Dados por Deus aos Homens:

Social – relações humanas

Mandato cultural:

Domínio de artefatos, conhecimentos da arte.

Mandato do Saber:

Conhecimento científico em todas as coisas da Terra, como Criação de Deus.

Cito alguns Mandatos, um pouco calvinista, no melhor sentido, mas com uma livre interpretação pessoal para alguns deles.

Desta forma, podemos notar em cada ponto acima citado o que está ocorrendo neste Mundo atual:

2 - Ciência:

Clonagem

Uso de embriões humanos em nome da cura de doenças, o que vem sendo motivo de intensa discussão entre a própria comunidade científica e aqueles que querem utilizar o método para cura de seus parentes.

Criação de órgãos humanos substituíveis, mas criados em laboratórios científicos, através das células-tronco.

- A Bíblia adverte acerca de um futuro líder político cujas ações e poder provocarão o caos internacional. Conhecido como o Anticristo, este influente ser enganará a humanidade e a conduzirá a uma confrontação final entre o bem e o mal.

A Globalização – A divisão do mundo em: produtores de commodities, produtores de bens finais, produtores de conhecimento; Blocos de autoridades e comando.

As Moedas únicas continentais. Euro, Bolívar, em tendência na AL.

Os Blocos das Nações.

Comunidade formada pelos EUA-México e Canadá, na outra América.

UNISUL Comunidade formada por países da América Latina alinhados sob uma nova ideologia socialista, ou social, com caráter mais aguerrido; e defensora dos interesses nacionalistas.

Comunidade Européia – mais voltada para defesa de seus cidadãos e com enfoque xenófobo.

O Parlamento Europeu

Os Deputados continentais.

Os Tribunais Mundiais, ou Continentais.

O Controle por câmeras de ruas e avenidas em nome da segurança

Os métodos identificadores de pessoas:

Biológicos

Antroprométricos – digitais, íris do olho humano, padrão vocal,etc.

Tecnológicos – chips.

V- DESTAQUES COLETADOS SOBRE O ASSUNTO:

Descubra respostas a estas questões cruciais:

• Qual é a origem, a natureza e a atividade do Anticristo?

• Como ele poderá ser reconhecido?

• Quando e como ele chegará ao poder?

• O que é a “marca da besta”, quem a receberá e o que ela significa?

Como a Segunda Vinda de Cristo está relacionada ao Anticristo? [Extraído do livro A Verdade Sobre O Anticristo e o Seu Reino.]

- O Dr. Walvoord escreve que "o líder da confederação de dez nações se encontrará numa posição em que poderá proclamar-se ditador mundial, e aparentemente ninguém será forte o suficiente para lutar contra ele. Sem ter que lutar para conseguir isso, ele governará o mundo como instrumento de Satanás." Seu poder e força aumentarão, assim como sua tirania, e isso resultará num desafio final da sua força militar e política, que culminará na batalha de Armagedom (Apocalipse 16.14-16). Como tantos líderes e governantes antes dele, o Anticristo prometerá paz e travará guerras. Ele entrará num conflito de conseqüências globais – um conflito definitivo do tipo "quem ganhar fica com tudo" – e será derrotado e destruído por Jesus Cristo (veja Salmo 2).

Falando sobre o encontro mundial anual dos líderes e influentes homens de toda a Terra em Davos, assim fala Dr. Arno Froese, no artigo sob o título: “Em busca do homem forte”:

Arno Froese é o Diretor-Executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos.

- “Aqui nem se faz a tentativa de encobrir a verdade. O mundo, e especialmente a Europa, necessita de maior firmeza das lideranças políticas, ou melhor, precisa-se de uma personalidade política forte no comando.

De acordo com nosso entendimento sobre o desenrolar dos acontecimentos na Europa e no mundo, essa personalidade de pulso firme já está sendo preparada.

Trata-se do anticristo, sobre o qual lemos em Apocalipse 13.1-4: "Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão (Satanás) o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?" É possível que seja mais tarde do que imaginamos!” (Arno Froese)

Eu poderia levar adiante o assunto, mas, acho que o meu pensamento está mais voltado ou deve ser o pensamento desta Lição colocar a posição do Apóstolo sobre a mentalidade da Igreja sobre o anticristo, como oponente do amor de Deus.

Lógico que há subsídio do autor da Lição sobre o assunto, o qual deve ser bem explanado e suficiente aos alunos e aos professores.

VI - A ação do anticristo:

É perversa e injusta.

É disvirtuadora do conhecimento da Igreja sobre a ação do amor koinonia.

É uma ação com posição diametralmente oposta ao Evangelho aprendido “in loco” pelo Apóstolo.

É necessária a apresentação deste espírito no mundo, para que a Igreja veja os sinais que Jesus informou se cumprindo:

1 - É uma pergunta que ecoa desde os tempos do Ministério terreno de Jesus.

Mt. 24. 3. E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo.

O que Jesus continua dizendo é a informação gravada nas tábuas do amoroso coração de João:

Mt. 24. 4,5. Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.

VII - Sobre a lógica doutrinária da I Epístola de João:

A atuação deste espírito do anticristo em preparação a sua chegada também anuncia a volta de Jesus para buscar a sua Igreja.

Mt. 24. 11,12. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos; e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.

Os atos pré-anunciadores e indicadores da atuação do anticristo crescerão ao longo do tempo e é necessário que a Igreja tenha discernimento sobre estes atos e fatos, transmutados em benefícios aparentes, em atendimento às necessidades humanas, em modernidade de comportamento, dos homens e mulheres do mundo segundo a Lição da semana anterior.

Mt. 24. 33. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas.

Alguns se fazem anticristo pela atuação contra o Evangelho e a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Isto nos alerta o apóstolo:

- última hora

- o anticristo vem

- temos como conhecer o seu temo se aproximando

I João 2.18. Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se tem feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.

Este versículo demonstra a cronologia desconhecida, mas revelada da volta de Jesus!

Assunto este, ratificador da posição do Apóstolo Paulo [Ts. Anos 54; I João anos 90]em sua II Epístola aos Tessalonicenses, causada por carta de engano circulante na Igreja de Tessalônica. Como ocorreu no tempo que João escreve suas Epístolas.

2 Tessalonicenses 2:6-8. "E agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém, então, será de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matara com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação da sua vinda."

Paulo identifica a cronologia de espera para a manifestação do homem da Perdição.

Segundo a Bíblia Explicada – CPAD de S.E.MacNair, Paulo diz que “antes do dia do Senhor” aconteceriam algumas coisas.

1 – A Apostasia

2 – A manifestação do “Homem do pecado”.

A - A interpretação de II Ts. 2.7, dada por Scolfield:

1 - Ordem dos acontecimentos:

A Operação do mistério da injustiça; fato que vem ocorrendo desde os tempos Apostólicos pós-Jesus Cristo ascendido aos céus.

A Apostasia da Igreja que professa a fé em cristo. II TS.2.8; Lc.18.8[Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?;II Tm. 3.1-8.

A remoção daquele que resiste o mistério da injustiça, O Espírito Santo – vide comentário da Bíblia Pentecostal.

O mistério sempre impõe a presença do transcendente, ou sobrenatural no reino espiritual.

Quem resiste, no texto é uma pessoa, que no meu entender tem quer ter qualidades superiores para deter esta manifestação, têm que ter qualidades de Domínio, qualidades de Sabedoria de ensinar, revelar e mostrar à Igreja que é preciso manter-se firme e ajuda-la nesta resistência: A Pessoa Santa do Espírito Santo!

Somente após a partida deste que resiste é que será possível a manifestação e revelação do espírito do anticristo. I Ts.4.14-17.

A manifestação do “iníquo” – aquele que promove a iniqüidade no mundo secular, aquele que promove a anomia, ou seja, a insujeição, o que é o rudimento de todo pecado: a “insujeição “ à vontade, conhecimento, Sabedoria de Deus!

A vinda gloriosa de Cristo, e a destruição do “iníquo”.II Tss.2.8;Ap.19.11-12.

A transliteração do texto de Paulo feita por Bullinger traduz o versículo 7 da seguinte forma:

“Porque já o segredo da insubordinação opera:somente há um que o detém até que do meio seja tirado [J.254]

É já a última hora!

Vivemos sob a presença deste espírito do anticristo, já nos dias presentes desde a Igreja Primitiva, ou seja, ele se opôs contra a própria ação do Cristo ressurreto para impedir a ação regeneradora da Igreja.

2 - João escreve sob um contexto de:

A incerteza de seus leitores sobre sua condição espiritual causada por um conflito desordenado com os mestres de uma falsa doutrina. Os gnósticos!

João refere-se ao ensinamento como enganosos (2.26; 3.7)

I João 2.22. Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.

Mestres como “falsos profetas” (4.1)

Anticristos (2.18,22; 4.3)

Ensinadores que viveram no seio da Igreja agora propalavam a mistura venenosa do gnosticismo misturado com heresias, falsas profecias, e se tornavam anticristos eainda reivindicavam possuir um conhecimento especial sobre Deus, a teologia e Jesus Cristo.

Sua base doutrinária incluía:

I) que Jesus fosse realmente o Cristo (2:22),

II) a pré-existência do Filho de Deus (1:1; 4:15 e 5:5,10),

III) eles negavam a Encarnação de Cristo (4:2) IV) que seu objetivo fosse vir para salvar os homens (4:9).

Entendo que, no conceito de João estes anticristos eram homens que impediam a caminhada da Igreja e tentavam infiltrar heresias no meio da mesma confundindo os cristãos, o que os tornava contrários a Cristo, donde João os alcunha de anticristo, “pois: Lc.11.23. Quem não é comigo, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.

Eles um dia tinha estado com a igreja, mas tinha se afastado (2.19) e tinha se “levantado no mundo” (4.1) para propagar sua perigosa heresia.

3 - Alguns Pontos de sua pregação:

De acordo com Cerinto, Jesus foi um homem bom, no qual o Cristo celestial viera habitar desde o tempo de seu batismo até pouco antes de sua crucificação.

O ensino de Cerinto baseava-se no dualismo gnóstico entre o espíritual e o material, que negava a possibilidade de Deus (Espírito) ter se tornado homem (Matéria). Outra versão desta heresia, o Docetismo (do grego dokeo, parecer) afirmava que a Encarnação foi aparente, não uma realidade concreta. A posição de Cerinto, que fica entre essas duas, afirma que a Encarnação foi temporária, ou seja, desde o batismo até o momento da crucificação.

VIII - Conhecendo um dos anticristo, segundo a história:

Cerinto (c 100) foi um dos primeiros líderes do antigo gnosticismo que foi reconhecido como herético pelos primeiros Cristãos devido aos seus ensinamentos sobre Jesus Cristo e suas interpretações sobre o cristianismo.

Considerado pelos Pais da Igreja como “o Arqui-herege”, e identificado como um dos “falsos apóstolos” aos quais S. Paulo se opôs, Cerinto era um judeu que se uniu à Igreja e começou a afastar os cristãos da fé ortodoxa.

Ao contrário dos ensinamentos da Cristandade ortodoxa, a escola gnóstica de Cerinto seguiu a lei Judaica, negando que o Deus supremo tinha feito o mundo físico e negando a divindade de Jesus. Na interpretação de Cerinto, o espírito de "Cristo" veio a Jesus no momento do seu batismo, guiando-lhe em todo o seu ministério, mas abandonando-o momentos antes de sua crucificação.

Cerinto, assim como os ebionitas, usava apenas uma versão do evangelho de Mateus como escritura, rejeitando os demais escritos, principalmente os do apóstolo Paulo por o considerarem apóstata da lei. Esforçava-se e se sujeitava aos usos e costumes da lei judaica e à maneira de viver dos judeus. Venerava a cidade de Jerusalém como se fosse a casa de Deus. Cerinto ensinou numa época em que a relação do Cristianismo com o Judaísmo estava se tornando irreconciliável. Para definir o criador do mundo como Demiurgo, combinou a filosofia grega com os ensinos sincréticos dos gnósticos. Sua descrição de Cristo como um espírito sem corpo que residido temporariamente no homem Jesus combina com o gnosticismo de Valentim.

Os verdadeiros apóstolos se opuseram fortemente à heresia de Cerinto. S. Paulo admoestou as igrejas: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema!” (Gálatas 1:8), e na mesma carta continuou refutando as heresias legalistas sustentadas por Cerinto.

A tradição Cristã antiga descreve Cerinto como um contemporâneo e oponente de João, o Evangelista, que escreveu o Evangelho segundo João, contra ele. Tudo que nós sabemos sobre Cerinto vem da escrita de seus oponentes teológicos.

Outros ensinavam, como o Docetismo (do grego dokeo, parecer) que afirmava que a Encarnação foi aparente, não uma realidade concreta.

Donde encontramos João nos ensinando a identificar estes ensinos através da doutrina e crença corretas, que Jesus veio em carne.

João que convivera com o Cristo reafirma o que aprendeu do próprio:

Mt.24.24,25. Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito.

IX - O TERMO ANTICRISTO COMO UM SISTEMA ATUANTE, ALÉM DE UM SER OU PESSOA:

O Anticristo já estava atuando quando S. João escreveu: “também, agora, muitos anticristos têm surgido” (1 João 2:18); “Isto que vos acabo de escrever é acerca dos que vos procuram enganar” (1 João 2:26); “este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1 João 4:3); “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo” (2 João 7, RC). Obviamente, se o Anticristo já estava presente no primeiro século, ele não era alguma figura que surgiria no final do mundo

O Anticristo era um sistema de incredulidade, particularmente a heresia de negar a pessoa e obra de Jesus Cristo.

Embora os Anticristos aparentemente alegassem pertencer ao Pai, eles ensinavam que Jesus não era o Cristo (1 João 2:22);

Podemos ver que o Anticristo é uma descrição tanto do sistema de apostasia como de indivíduos apóstatas. I João 2. 19. Saíram de nós, mas não eram de nós;

O Anticristo era o cumprimento da profecia de Jesus que um tempo de grande apostasia [tempo que chegou logo com a anomia daqueles que saíram do seio da Igreja] chegaria, quando:

Mateus 24:10-11. “Muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”.

Como João diz: Por um tempo, eles creram no evangelho; mais tarde abandonaram a fé, e então começaram a tentar enganar a outros, quer iniciando novas seitas ou, o que é mais provável, procurando atrair cristãos para o judaísmo – a falsa religião que alegava adorar o Pai enquanto negava o Filho.

Quando a doutrina do Anticristo é entendida, ela se encaixa perfeitamente com o que o restante do Novo Testamento fala sobre a época da “última geração”.

No fim daquela época, contudo, enquanto João estava escrevendo suas cartas, a Grande Apostasia – o espírito do Anticristo, sobre o qual o Senhor tinha profetizado – era uma realidade.

S. Judas, que escreveu um dos últimos livros do Novo Testamento, deixa-nos sem dúvida sobre esse assunto.

Fazendo fortes condenações contra os hereges que tinham invadido a Igreja e estavam tentando afastar os cristãos da fé ortodoxa (Judas 1-16), ele recorda aos seus leitores que eles já haviam sido advertidos sobre essa mesma coisa:

Judas 17-19. “Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito”.

S. Judas claramente considera as advertências sobre os “escarnecedores” como se referindo aos hereges dos seus dias – significando que seus dias era o período do “último tempo”.

Como S. João, ele sabia que a multiplicação rápida dos falsos irmãos era um sinal do Fim.

O Anticristo havia chegado ainda em forma de mistério – nota do editor - , e já era a última hora.

Fonte: Capítulo 3 do excelente livro The Great Tribulation, de David Chilton.

CONCLUSÃO:

Estamos perto de duas Iminências:

Talvez alguns teólogos eruditos desprezem a forma de utilizar a palavra iminência neste texto, mas foi a forma mais próxima para manifestar o meu pensamento, minhas excusas e pedido de compreensão.

A Volta De Jesus Para Arrebatamento Da Sua Igreja.

A Manifestação Do Anticristo Sem Mistério ,As Corpóreo E Com Rosto Conhecido.

Cmplementando este rápido texto-pensamento diria a todos os professores e alunos de nossa EBD – CPAD, vivamos com o pensamento que:

Estamos sendo bombardeados por anticristos;

O mundo quer nos fazer entender que a mensagem de Cristo, é discutível, e cheia de falhas.

A manifestação da Ciência tentará desafiar a nossa fé no que conhecemos e temos crido.

Dentro de nossas próprias linhas e trincheiras de crença, muitos sairão e já saíram com discurso confuso e contradizente, arrebanhando muitos com eles, pelo comichão de ouvir o que querem ouvir.

II João 1.7. Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo.

Nós temos uma promessa a ser cumprida por Aquele que nos prometeu: Jesus virá nos buscar para estarmos onde Ele está para sempre!

Mas, nós no manteremos firmes até o fim, até ao Dia do senhor!.Aleluia

I João 2.24. Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.

25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.

26 Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam.

ATENTE MAIS UMA VEZ:

II João 1.7. Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo.

FONTE:

Por isso cri - fórum portal

O Anticristo -2008 by Niall Kilkenny

TEMPO DE COLHEITA NA TERRA

Profecia Sobre

-O Fim Dos Tempos.

Arrebatamento, Quando?

The Great Tribulation, de David Chilton.

Bíblia Explicada – CPAD de S.E.MacNair

BÍBLIA Pentecostal

Bíblia Chamada

Bíblia digital – cortesia Tio Sam

Apontamentos do autor

Lição EBD – escritor: Pr. Eliezer de Lira e Silva

Textos escritos por Osvarela sobre o assunto: Economia Mundial; Globalização; etc.

Wikipédia.

Heinrich Bullinger - um reformador protestante suíço, o sucessor de Ulrico Zwinglio como chefe da igreja e pastor em Zurique. Uma pesquisa recente mostrou, porém, que ele foi um dos mais influentes teólogos da reforma protestante no Século XVI.


quinta-feira, junho 11

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO - Lição 11 – CPAD - Autor: Osvarela

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO
Lição 11 – CPAD Autor: Osvarela

Texto áureo:
Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem. I Co. 15.20.

Leitura Bíblica em Classe:
I Co. 15.1.-10
Fundamental:
Texto do contexto:
Leia do versículo 15 até ao versículo 57, do capítulo 15 de I Co. 15 – Texto Bíblico em Classe:
Vs.11 Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes. Ora, se prega que Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos? Mas se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. Nem toda carne é uma mesma carne; mas uma é a carne dos homens, outra a carne dos animais, outra a das aves e outra a dos peixes.....cont...40-27
INTRODUÇÃO:
A - A importância histórico-cultural da vida futura:
Os homens, até mesmo na Bíblia, no início da geração edênica procuravam uma maneira de perpertuarem suas passagens por esta vida de maneira a serem lembrados ou de certa maneira como uma forma de perenização de seus nomes.
Era a busca da perenização, da imortalidade, da glória futura, mesmo ausentes desta vida.
Certo é que, os reis egípcios, e de outras dinastias do mundo e mesmo os menos nobres, plebeus em várias culturas possuíam rituais fúnebres, nos quais, eles levavam par o túmulo suas coisas pessoais preocupados pela possibilidade de não ter bens ou em usa-las na vida posterior a morte.
As biografias como dizia Tácito, permitiria uma sensação ou mesmo que os homens vivessem eternamente: “permitir que vivam eternamente”. Tácito
Isto mostra o quanto o assunto ressurreição ou vida eterna preocupa ou preocupava os homens.
B - A ressurreição dos mortos, sempre foi uma discussão inserida no contexto das religiões.
Os próprios judeus tinham entre suas facções religiosas grupos como dos saduceus [Mt. 22.23. No mesmo dia vieram alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição] que não criam na ressurreição dos mortos.
Jesus Cristo em seu ministério proclama com vigor este fato.
O Apóstolo Paulo vem dirimir as dúvidas e sistematizar o entendimento sobre a ressurreição, iniciando a mesma com uma pergunta, que pode ser tratada como uma ironia suave aos que questionavam a ressurreição, inclusive introduzindo na discussão a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Este texto contexto da Lição, não faz parte do texto bíblico da leitura em classe:
I Co. 15.14.16. 14 E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado.
Paulo faz uma inflamada defesa desta doutrina e ensina importantes pontos sobre a mesma, com a visão inicial suportada sobre a morte e ressurreição de Cristo, que embasará todo o seu discurso sobre o Tema.
Assim, temos que:
Jesus Cristo morreu.
Que Jesus Cristo desceu as partes mais baixas da terra, ao lugar dos mortos.
Que Jesus Cristo se entregou a morte, ou seja, não foi tomado por ela, mas deu-se a ela – a morte.
Que Jesus Cristo venceu a morte.
Jesus Cristo vencendo a morte ressuscitou.
Se ele ressuscitou tem poder para ressuscitar a todos da morte.
Esta ressurreição não será como as de Lázaro e outras realizadas por Jesus Cristo ou qualquer outro profeta, mas será para a vida eterna!
Paulo revela um dos mistérios que mesmo a ressurreição de Jesus, que foi visto por mais de 500 de seus discípulos, além dos seus Apóstolos e das mulheres que faziam parte de sua multidão de seguidores, ainda era um mistério pouco entendido, a partir, das palavras dos anjos para os discípulos, após a ascensão de Jesus Cristo, o homem de Nazaré.
Lucas, o escritor de Atos dos Apóstolos inicia a sua narrativa pesquisada, com uma descrição detalhada do momento da Ascensão.
At. 1.1,3. Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo quanto Jesus começou a fazer e ensinar, até o dia em que foi levado para cima, depois de haver dado mandamento, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; aos quais também, depois de haver padecido, se apresentou vivo, com muitas provas infalíveis, aparecendo-lhes por espaço de quarenta dias, e lhes falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
1 - Estar vivo e se apresentar em forma corpórea pela qual era conhecido, era uma das muitas questões:
O texto em si nos faz refletir sobre algumas situações que menciona:

- Como um homem poderia ressuscitar e ainda ter forma aparente?
- Em qual densidade ele estaria?
- Como Jesus comeu e entrou nas dependências onde seus discípulos se escondiam após a sua morte e ainda apresentou em seu corpo ressurreto e glorificado as marcas da Cruz e comeu peixe, após passar literalmente pelas paredes do local?

Atos dos Apóstolos 1.9-11.
Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
Paulo, certamente utiliza-se desta narrativa para endossar as suas palavras e introduzir o seu pensamento doutrinário, acerca da ressurreição.
I Co.15.4-8. que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; que apareceu a Cefas, e depois aos doze; depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormiram; depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos; e por derradeiro de todos apareceu também a mim, como a um abortivo.
Ele mesmo teve um encontro com Jesus ressurreto anos mais tarde, durante a sua conversão e durante o período que estava na Arábia, pela exegese do texto do versículo 8, temos o entendimento que, a forma do aparecimento de Jesus Cristo, ao Apóstolo Paulo, não sabemos em qual momento exato, mas, foi do mesmo modo que apareceu nas reuniões dos apóstolos e discípulos, seja no Caminho de Emaús, seja, na reunião citada por Lucas no capítulo 24 de seu Evangelho.
Lc. 24.13.43. Nesse mesmo dia, iam dois deles para uma aldeia chamada Emaús...iam comentando...Ele...disse: Por que estais perturbados Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos...eu tenho...mostrou-lhes as mãos e os pés...Não acreditando eles ainda por causa da alegria...perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado, o qual ele tomou e comeu diante deles.
Esta passagem mostra mais do que, a presença real e visível de Cristo entre seus discípulos, mostra-nos a realidade de sua ressurreição.
Eles questionavam a ressurreição ou no mínimo esperavam ou tinham dúvidas quanto a esperar a ressurreição de entre os mortos e como ela poderia se dar se quando morremos somos sepultados e nos desfazemos como pó.
Mais uma vez a divisão, entre os crentes de Corinto, era notória: “vs.12. Ora, se prega que Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos?”
2 - Eis o problema ainda atual da Igreja:
Alguns se consideram mais sábios sobre uma questão enquanto outros são dispersos sobre o assunto, tão ignotos, que não sabem discernir alguns aspectos da Doutrina da Bíblia Sagrada sobre a morte, vida e ressurreição e posterior vida eterna ou morte eterna.
Assim estavam os de Corinto, sem saber distinguir qual era a real situação dos cristãos ou crentes em Cristo após a sua morte e ascensão aos Céus.
Você já pensou como será a ressurreição dos mortos de todas as épocas, nações.
Daqueles que morreram queimados nas fogueiras romanas ou daqueles que, tiveram seus corpos dilacerados após serem serrados, partido per rodas de tortura, lançados ao mar...como cita o escritor da Epístola aos Hebreus no capítulo 11?
II - ENSINADO SOBRE A RESSURREIÇÃO:

- O que garante a ressurreição dos mortos em Cristo:
Todos os que nasceram na Terra ressuscitarão um dia.
Porém haverá dois momentos especialmente defendidos na Bíblia sobre a ressurreição dos mortos.
Primeiro:
Ressurreição dos que morreram em Cristo.
Segundo:
Ressurreição geral para o juízo eterno, perante o Grande Trono Branco.
Este é basicamente o Ensino Geral sobre a vida dos seres humanos.
Todos os homens nascem, vivem, morre, e ressuscitarão.
A morte:
Segundo a Bíblia sagrada o último inimigo do homem é a morte.
A Bíblia usa termos da metáfora para se referir a morte;
Dormir
Novo Testamento:
I Ts. 4.13,14. Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com ele.

A conotação do trecho bíblico é de morte = dormir.

Evangelho segundo São João. 11. ...acrescentou: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, ficará bom. Mas Jesus falara da sua morte; eles, porém, entenderam que falava do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu;
No Velho Testamento:
I Rs. 15. 8. Abião dormiu com seus pais, e o sepultaram na cidade de Davi.
Estar no seio de Abraão

Seguir o caminhoJob. 16. 22. Pois quando houver decorrido poucos anos, eu seguirei o caminho por onde não tornarei.
Dormir com seus pais -
O homem não foi criado em estado de eternidade, como os anjos, que embora criados já o foram neste estado.
A MORTE :
A morte é o estado natural do final da vida humana, ela era um dos potenciais riscos à vida do homem criado no Éden.
Ao homem está ordenado morrer uma só vez, em referencia a morte natural e física.
O pensamento escatológico diz:
Os homens nascem, vivem, morrem e ressuscitarão.
Uns ressuscitarão primeiro, outros serão arrebatados e subirão juntos ao encontro de Jesus, nos ares.
Os mortos que não ressuscitarem no arrebatamento aguardarão o, mar, a terra, as águas, o pó, devolverem os seus corpos para serem julgados.
Alguns jamais ressuscitarão.
Eu digo sempre:
Só ressuscitarão primeiro os homens que morrerem duas vezes, morrerem fisicamente, e morrerem para o Mundo. Os que morrerem só uma vez, ficarão para o julgamento do trono Branco.
A extensão da vida humana foi determinada por Deus, logo após o pecado consensual de Adão e Eva e mais restringida ainda, após a decadência moral nos idos do patriarca Noé e posteriormente teve os seus parâmetros de idade re-estabelecidos, conforme o Livro de Salmos.
Gn.6.3. Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos.
Gn.2.15-17. Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar. Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás;
porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
III - JESUS CRISTO E A GARANTIA DA VIDA ETERNA E RESSURREIÇÃO:
Durante o seu ministério, o Senhor Jesus, declara palavras, sobre a possibilidade do homem ter uma vida eterna após a morte aqui na Terra.
Bastante para isto seria o homem participar da sua própria morte na cruz do Calvário, através da sua própria carne e sangue, um dos maiores mistérios místicos, dos Evangelhos.
A busca, pelo homem, pela vida eterna é emblemática e procurada pelos homens de todas as eras, inclusive sendo utilizada em contos, lendas e estórias dos homens, e história da humanidade.
A - Vida eterna:
Na própria Palavra de Deus encontramos expressões de pessoas preocupadas com ela:
Mt.19.16. E eis que se aproximou dele um jovem, e lhe disse: Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?
Jesus ensina o que se deve fazer para obtê-la:
Mt.19.29.
E todo o que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
Quem pode obter a vida eterna?
Mt.25.46.
E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.
João 3. 15,16ss,36. Para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida...
Desta forma a Palavra de Deus nos garante a vida eterna.
E também não a garante àqueles que não aceitam ou professam o Nome de Jesus como Salvador.
B - Ressurreição:
A garantia de Jesus é exarada, sob um contexto da vida futura dos homens, segundo a pergunta inicial dos saduceus, em um encontro com Jesus para experimenta-lo, colocando-o a prova quanto aquilo que eles descriam, ou seja, a ressurreição dos mortos.
Jesus então, responde sob o prisma, da visão de que Deus quer ser adorado eternamente pelos homens e que Ele só recebe adoração de seres vivos, sejam anjos, arcanjos, querubins e homens. “Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que foi dito por Deus...
Lc.20.34-38. Respondeu-lhes Jesus: Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento; mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. Mas que os mortos hão de ressurgir, o próprio Moisés o mostrou, na passagem a respeito da sarça, quando chama ao Senhor; Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó. Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele todos vivem.
Mt. 22.32. Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos.
Lc. 14.14.Serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos.
C - Quem garante a ressurreição dos mortos:

A nossa morte espiritual para o Mundo nos garante uma nova vida futura, pois morremos, ou fomos sepultados no batismo da sua morte para recebermos D’Ele a garantia da ressurreição.

Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?
Rm.6.3ss. Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai...Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição...Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabendo que, tendo Cristo ressurgido dentre os mortos, já não morre mais; a morte não mais tem domínio sobre ele.
O mesmo Jesus nos garante que, Ele é a Ressurreição e se estamos N’Ele temos garantia da Vida que, Ele também afirmou sê-la, como diz João.
João. 5. 25. Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; Disse-lhe Marta: Sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá;
Compare com o texto de Paulo:
I Co. 15..3.20-24;55-57. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
IV - QUAL A DENSIDADE DO CORPO RESSURRETO:
1-Um texto fundamental:

I Co. 15.35. Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E com que qualidade de corpo vêm?
Esta é uma questão fundamental a qual muitos de nós não estamos familiarizados.
Muitos de nós temos dúvidas quanto a natureza do corpo que teremos após a ressurreição.
I Co. 15.42-50. Assim também é a ressurreição, é ressuscitado em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, é ressuscitado em glória. Semeia-se em fraqueza, é ressuscitado em poder. Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual. Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o animal; depois o espiritual. O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. Qual o terreno, tais também os terrenos; e, qual o celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial. Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção. Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados,
2-A Bíblia nos garante que, haverá uma transformação dos corpos humanos, sendo transformados de:
Corruptíveis para incorruptíveis.
Mortais para imortais.
Paulo ensina que há duas naturezas de corpos:
Corpos celestes
Corpos terrenos
Que há duas naturezas, humana:

Espiritual e a animal.

I Co. 15.50. Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção.
3-Duas imagens do homem:
A terrena e a celestial.
O cerne desta questão está fundamentado em dois pontos:
- Primeiro:
A ressurreição em um novo corpo, nova semente, nova natureza orgânica, nova imagem, só foi possível através da ressurreição de Jesus Cristo:
I Co. 15.45. Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante.
Jesus Cristo é o último Adão, e Ele vencendo a morte se tornou a primícias dos que dormem, isto é dos que morrem ou morreram, sendo ressurreto e tomando seu corpo mortal, com a mesma forma, mas com nova densidade, não mais a densidade material, mas a densidade espiritual, a densidade celestial, a densidade da incorrupção, a densidade divina.
I Ts. 4.14. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com ele.
Esta é a garantia que Ele nos dá, pois todos os morreram em Cristo tem uma nova imagem e semelhança: “I CO.15.49. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial”.
Assim, quer dizer Paulo, como temos a mesma forma que nosso pai adão, que nos legou a morte, teremos a mesma forma de Jesus Cristo, o novo Adão perfeito, que nos legou a Vida e esta agora é vida eterna, nunca mais percível.
- Segundo:
O processo da transformação da matéria mortal e perecível.
I Co. 15.52. num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados.
I Co. 15.53,54.Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória.
A glória de Cristo é um dos atributos do mesmo que nos é comunicado pela sua Obra vicária.
Sendo assim, é necessária uma transformação do corpo que dispomos neste presente século para que possamos adentrar nos portais da eternidade num novo corpo com os elementos da eternidade, onde a carne e o sangue não podem adentrar.
V - JESUS E O SEU CORPO:
I Co. 15.5,6.
que foi visto por Cefas, e depois pelos doze; depois, foi visto, por mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também;
O verbo utilizado, aqui é ophthe, isto é Jesus era visível àqueles que serviram de testemunha de sua aparição após a sua ressurreição.
Além do testemunho dos anjos ás mulheres [Lc.24], Jesus apareceu para comprovar a sua vida “post mortem”, isto é, Ele estava vivo.
João 21. 14. Foi esta a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressurgido dentre os mortos.
Somente precisamos entender, que em determinada passagem bíblica ele refuta o contato comas mulheres [João 20.17.], Pois ainda não havia subido ao Pai, depois disto, é bom descrever este fato, Ele se apresenta de forma que os discípulos pudessem toca-lo, falar com ele e verificar até os ferimentos recebidos na Cruz.
Jesus Cristo ao ser ressurreto adquiriu-nos este direito ao entrar nos portões celestes, como o no Adam, ou seja, o novo homem ou novo Adão, com a mesma forma que possuía aqui na Terra ao andar nas ruas de Jerusalém.
Podemos descrever que era o mesmo corpo, por:
Identificação dos seus discípulos, após a sua ressurreição.
Lucas 24.
Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho. E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e os pés.
Cristo, embora, ressurreto e sendo portador da matéria celeste pôde comer, um pedaço de peixe e andar se podemos usar este verbo, durante o período, no qual apresentou-se aos discípulos em variadas ocasiões, como o texto inicial afirma.
Isto é manifestação e comprovação de uma nova densidade que Ele adquirira e agora era portador, com o corpo humano transformado, esta será também a nossa nova densidade corporal.
Lucas 24.15,16;30-31. Enquanto assim comentavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou, e ia com eles; mas os olhos deles estavam como que fechados, de sorte que não o reconheceram. Estando com eles à mesa, tomou o pão e o abençoou; e, partindo-o, lho dava. Abriram-se-lhes então os olhos, e o reconheceram; nisto ele desapareceu de diante deles.
Ao desaparecer instantaneamente Cristo comprova que, a Densidade, de Seu corpo era, agora, diferente, pois os discípulos sequer tiveram tempo de voltar a falar com Ele, tal a velocidade do desaparecimento, embora como o texto nos garante, o tenham reconhecido durante o partir do pão, enquanto lhes dava o pão para comer, demonstrando que houve tempo para o reconhecimento de que, aquele era realmente Jesus.
Por ele ter comido, após adentrar nos locais, onde os discípulos estavam, e desaparecer, sem utilizar-se das portas ou entradas daqueles lugares.
Lc. 24.34.ss. Não acreditando eles ainda por causa da alegria, e estando admirados, perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado, o qual ele tomou e comeu diante deles.
Jesus queria provar que era Ele mesmo, num novo corpo e que poderia fazer coisas desta vida, como comer, tanto quanto as que o seu corpo ressurreto poderia realizar igualmente. Como a dizer: “O meu corpo ressurreto é superior ao anterior, mas eu continuo sendo o mesmo filho de Maria, o homem chamado Jesus!
Não! Não era um espírito ou uma visão era realidade, Ele ressuscitara e estava vivo e com Poder do Pai no corpo ressurreto!Aleluia.
A posição de Tomé em somente crer se visse e tocasse no corpo ressurreto do Cristo era uma realidade também entre os irmãos da Igreja de Corinto.
João 20.24.ss. Ora, Tomé, um dos doze...não estava com eles quando veio Jesus. Diziam-lhe...: Vimos o Senhor. Ele...respondeu: Se eu não vir o sinal dos cravos nas mãos, e não meter a mão no seu lado, de maneira nenhuma crerei. Oito dias depois...outra vez ali reunidos, e Tomé com eles. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles...Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não mais sejas incrédulo, mas crente.
Este texto nos aclara sobre a Densidade do corpo de Jesus:
Coloquei o nome terreno do Cristo, para situar-nos no mesmo contexto terreno no qual, ocorreu o evento, sem desconsiderar a imagem imaculada do Divino Salvador, pois Ele, mesmo tomou por seu querer, a forma de homem.
Sendo assim, o que temos, aqui:
Primeiro
– Jesus adentrou no local estando as portas fechadas, isto significa dizer que, Ele não mais estava submetido às leis da física terrena, sobre o seu corpo imaterial.
Segundo - Que Ele, mesmo assim podia comer, matéria terrena sem nenhuma contaminação da matéria celestial.
Ele mesmo nos garantiu que, beberá conosco, do fruto da vide. Mt.26. 29. Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco o beba novo, no reino de meu Pai.
No espetáculo memorável de sua ascensão, em Betânia.
Atos dos Apóstolos 1.9-11. Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
Mc.16.19. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.
Não há transformação visível de Jesus relatada na Bíblia, após a sua morte na cruz, esta passagem de Marcos mostra Jesus falando aos seus discípulos e sendo em seguida, ascendido aos céus.
VI - NOSSO NOVO CORPO:
* “Pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição”.
Nós que fomos criados um pouco menor, do que os anjos, seremos semelhantes em qualidade aos anjos celestes.
E isto só será possível por sermos feitos por Cristo filhos da ressurreição.
Eu transliteraria o trecho para:
Somos filhos da ressurreição de Cristo, que por ela, nos fez filhos de Deus.
No livro Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento – CPAD – pg. 365, no comentário sobre a qualidade ou limitações do novo corpo, em relação as questão matérias é questionada, mas na minha forma de entendimento, salvo melhor juízo, creio que o versículo citado do início deste *tópico, juntamente com os demais destacados ao longo do Capítulo 15, demonstram cabalmente que estas limitações serão superadas sem nenhuma dúvida.
Além disto, podemos utilizar, o texto “I Epístola de João 3.2. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos”.
Dois pontos importantes:
- Seremos como Ele é;
- O veremos como Ele é;

Significando que, poderemos entender e reconhecer Jesus pelas suas marcas, era o que o “velho” João queria falar para a Igreja que não vira Jesus, mas ele mesmo o conhecera e transmitia, agora, a sua esperança de re-encontrar o seu Mestre amado.
Conclusão:
A Ressurreição de Jesus Cristo, na forma que ocorreu, através de seu ímpar sacrifício, e a sua ressurreição, nos deu direito de nos tornar-nos:
Filhos de Deus;
Filhos da ressurreição;
A Vida Eterna com Ele;
Possuirmos, após a morte um corpo incorruptível;
Um corpo imarcescível;
Um novo corpo;

Um corpo transformado pela Glória do Espírito Santo;
Um corpo com uma nova densidade imaterial.

Informações gerais:
Tácito- Públio (Caio) Cornélio Tácito - Publius (Gaius) Cornelius Tacitus) – 55 a 120 d.C - ou simplesmente Tácito Considerado um dos maiores historiadores da Antiguidade.. Escreveu por volta do ano 102 um Diálogo dos oradores. Tácito tem as características usuais do historiador antigo: o gosto pela moralização - ele é um severo juiz de caráter
Fonte:
Apontamentos do autor
Dicionário Aurélio
Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento – CPAD
Bíblia digital – cortesia Tio Sam
Bíblia Plenitude
Wikipédia

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