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segunda-feira, maio 2

A Escolha...Bin Laden - Violência na vida e na morte

Pv.3.31. Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.
Totalmente voltado ao Encontro de Casais, só fiquei sabendo das notícias no final deste Domingo, e mais detalhes nesta segunda-feira.
Recebi com surpresa o já passado Pronunciamento do Presidente Barack Obama sobre a morte do ultra procurado Osama Bin Laden, o homem responsável, por colocar os EUA, quase a noucaute, com o fatídico e maligno ataque às Torres Gêmeas, no dia 11 de Setembro, a dez anos atrás.
Obama Barack falou ao Mundo em Rede de Televisão, anunciando a morte do mais procurado terrorista da história mundial, com poder de destruição fatalmente exponencial em matar.

A Notícia foi ouvida, lida, transmitida por todo o Mundo.
Notícias desencontradas, pesquisando em vários jornais, inclusive no NYtimes, Washington Post e jornais europeus e até mesmo na rede Al-Jazeera, procuramos nos informar.
Lembrei-me dos anos em que o famoso Carlos “O Chacal” - Ilich Ramirez Sánchez - aterrorizava o mundo todo, quase que sozinho.
Nome com base em um livro chamado “O dia do Chacal”, que contava a história de um terrorista. 
Carlos conseguia viajar, anunciar com antecipação os seus atos de terrorismo.  
Entre outros grandes atentados, seu nome esteve ligado ao incidente do aeroporto de Lod, em Israel, e ao assassinato de 11 atletas judeus durante as Olimpíadas de Munique. Foi preso na cidade da Arábia Saudita de Taiff, em 1997, [por ironia, Bin Laden aparece em 1998], atualmente cumpre prisão perpétua e casou-se com uma de suas advogadas.
Era um hábil usuário de disfarces, de tal forma,que entrava e saia dos paises eurpeus, com facilidade incrível e por muito tempo, matou inocentes, usando conhecimentos de terrorismo.
Bin Laden -  أسامة بن محمد بن عود بن لادن,  - Usāmah Bin Muhammad bin 'Awæd bin Lādin, nascido em Riad – Arábia Saudita – em 10/05/1957 e morto em 01/05/2011 – Fundador da Al-Qaeda – grupo terrorista extremista islâmico.
Bin Laden, ao contrário, se escondeu em cavernas, viveu depois do Atentado de 11 de Setembro, sob proteção das suas redes de informantes, em cavernas [?], em lugares inóspitos, por Dez anos sendo caçado, embora a sua fortuna bilionária, que utilizava, para seus atos de terror.
Filho de um Construtor árabe, Muhammed bin Laden, imigrante iemenita, amigo do Rei Faissal da Arábia Saudita, que enriqueceu construindo para este País rico em Petróleo, tornando-se, um dos mais ricos homens da Arábia Saudita, segundo alguns, só era menos rico do que o Rei.

Bin Laden teve 18 [correção] filhos, um dos quais morreu junto com ele nesta caçada final.
Foi treinado pelos próprios americanos.
Estudou Engenharia.
 NYork Times
 Rede CNN

quarta-feira, abril 6

Paquistão - Meio-Ambiente...Aranhas tomam conta das Árvores, após enchente


Enchentes no Paquistão provocam espetáculo de teias de aranha em árvores...
Is.59.5 ...tecem teias de aranha...6 As suas teias não prestam para vestidos; nem se poderão cobrir com o que fazem; as suas obras são obras de iniqüidade, e atos de violência há nas suas mãos.
Com alta das águas, milhões de aranhas se abrigaram em locais mais altos; fenômeno teve efeito positivo, com redução de mosquitos da malária.
BBC e outras fontes
As enchentes que atingiram algumas áreas do Paquistão no ano passado acabaram gerando um efeito inesperado: um espetáculo de teias de aranha em árvores.
Por causa da alta das águas, milhões de aranhas procuraram locais mais altos como abrigo.
Devido à escala das enchentes e ao fato de que o nível da água levou muitos meses para baixar, diversas árvores ficaram completamente envoltas em teias de aranha.
 O Efeito é fantástico, mas não seria uma espécie de predação das árvores, 
podendo levá-las a falta de gás carbônico e outros nutrientes do ar?
Milhões de aranhas procuraram locais mais altos como abrigo 
(Foto: Russell Watkins / UK Department for International Development )
A população desta parte da província de Sindh nunca havia visto este fenômeno antes, segundo relatos feitos ao Departamento para o Desenvolvimento Internacional do governo britânico.
Os moradores das regiões atingidas também afirmam que há menos mosquitos que o esperado.
Acredita-se que os mosquitos tenham ficado presos nas teias, reduzindo o risco de malária, algo que seria positivo para a população local, que enfrentou tantas dificuldades após as enchentes.

quinta-feira, novembro 11

Paquistão - condena mulher cristã, a morte.

Mulher cristã é condenada à morte no Paquistão
11/11/2010 12h56 - Atualizado em 11/11/2010 13h25
Asia Bibi, de 45 anos, uma mulher cristã recebeu sua sentença de morte por enforcamento nesta segunda.
É a 1ª vez que uma mulher recebe esta sentença no país por blasfêmia.
Da France Presse
Um tribunal paquistanês condenou à morte uma mulher cristã, mãe de cinco filhos, por blasfêmia, provocando a revolta de grupos de defesa dos direitos humanos nesta quinta-feira.
Asia Bibi, de 45 anos, recebeu sua sentença na segunda-feira em uma corte do distrito de Nankana, na província central de Punjab, a 75 quilômetros de Punjab.
O Paquistão jamais executou um réu por blasfêmia, mas o caso joga luz sobre a polêmica lei islâmica do país, que incentivaria a ação de extremistas.
O processo de Asia começou em junho de 2009, quando ela foi buscar água enquanto trabalhava no campo.
Um grupo de camponesas muçulmanas, no entanto, protestou, afirmando que uma mulher não-muçulmana não deveria tocar o jarro d'água do qual elas também beberiam.{Situação parecida com a dos samaritanos e judeus - a samaritana que encontrou Jesus no poço - João 4.9. Disse-lhe então a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos.)
Dias depois, o grupo de muçulmanas procurou um clérigo local e denunciou Asia, indicando que ela teria feito comentários depreciativos sobre o profeta Maomé.

segunda-feira, agosto 9

Irã - O Caso Ashtiani e Paquistão...Prisão - Perseguição a cristãos, minorias e prisão irregular por décadas




Violência e discriminação no Paquistão.
A situação no Paquistão é difícil para etnias e crentes cristãos.
A violência se volta até mesmo contra islamitas xiitas.
Conheça a dimensão da pedra.
Pequena não pose ser usada, pois  não provoca a dor, muito grande também não se deve usar, pois provoca morte rápida.
A divisão de linhas de pensamento muçulmano cria entre eles violência trágica e qualquer tipo de acusação contra alguém sob o título de ofensa ao Livro sagrado do Islã,ou até mesmo, a algum objeto ou nome considerado sagrado, será prova irrefutável, ainda que mesmas inexistam.
Tal acusação trará ao infeliz acusado, duras penas e prisão imediata.
O caso abaixo é uma mostra do que pode ocorrer, até mesmo com um deficiente mental, acusado, no caso, acusada de profanação.
Foram 14 anos de prisão, e como ocorre nestes fatos, desprezada pela família.
O desprezo é acentuado por alguns fatores, medo de represália, crença radical e outras conseqüências religiosas ou materiais, além de impelido pelo medo da vizinhança ou autoridades religiosas ou políticas da região em que moram.
Discriminação contra mulher.
Leia mais abaixo um trecho da entrevista, ao jornal Estadão, do advogado da iraniana condenada ao apedrejamento.
O mesmo teve que fugir do Irã e foi preso na Turquia, como tendo irregularidades no seu passaporte.
Foi liberado e conseguiu asilo político na Noruega.
Leia sobre a sua posição analítica sobre o apoio do Presidente lula a sua cliente e a Política externa e a situação interna do Irã.
Paquistanesa é libertada após 14 anos de prisão por falta de prova
DA FRANCE PRESSE, EM LAHORE
Um tribunal paquistanês decidiu libertar nesta quinta-feira uma mulher portadora de deficiência mental detida durante 14 anos, que foi acusada sem provas de ter profanado o Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, anunciaram seu advogado e magistrados.
Detida em 1996, Zaibul Nisa, 60, foi mantida confinada, enquanto aguardava julgamento, num asilo penitenciário, segundo as fontes.
Khawaja Mohammad Sharif, o presidente do Tribunal Supremo de Lahore, a grande cidade do leste do Paquistão, "ordenou a libertação de Zaibul Nisa, uma vez que não foi encontrada nenhuma evidência contra ela", anunciou um funcionário da Corte. "O presidente do Tribunal se disse consternado com o fato de a mulher ter ficado tanto tempo em detenção, sem processo", explicou.
Zaibul Nisa havia sido detida na cidade de Rawat, próxima da capital, Islamabad, devido a uma queixa apresentada por um morador, a de que "alguém havia profanado o Alcorão". O
advogado da mulher, Aftab Ahmad Bajwa, lembrou que o nome de sua cliente não havia sequer sido mencionado pelo denunciante.
"Ninguém, nem mesmo seus familiares, contestaram a prisão. Foi esquecida por todos", contou Bajwa, que disse ter decidido defendê-la por motivos humanitários.
No tribunal, o homem que entrou com a queixa, Qari Mohammad Hafeez, confirmou não ter fornecido nenhum nome e que a polícia havia detido Zaibul Nisa seguindo suas próprias informações.
No Paquistão, país de maioria muçulmana, pune-se a profanação do Alcorão com a pena de morte.
Os cristãos, que representam menos de 3% da população, afirmam que as leis de repressão à blasfêmia são utilizadas contra sua comunidade. 

Na segunda-feira, dois irmãos cristãos acusados de escrever um panfleto considerado blasfematório em relação ao Islã, foram mortos no leste do país.
No entanto, a minoria religiosa mais visada por situações de violência no Paquistão, é a comunidade muçulmana xiita (20% da população).
''Lula trai os iranianos ao não falar das violações''.


Mohammad Mostafaei, advogado de Sakineh Ashtiani


07 de agosto de 2010 | 0h 00 - Jamil Chade - O Estado de S.Paulo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva "desrespeita" o povo iraniano ao tratar o líder Mahmoud Ahmadinejad como um amigo e não cobrar de forma concreta mudanças na situação dos direitos humanos no país. 
O alerta é do advogado Mohammad Mostafaei, que defendia a iraniana Sakineh Ashtiani condenada por adultério em Teerã. 
Na semana passada, o advogado de 36 anos fugiu do Irã para a Turquia depois de ter sido interrogado. Ontem, Mostafaei falou ao Estado por telefone. 
Ele havia sido levado para um centro de detenção nas proximidades de Istambul. Ontem foi liberado e deve seguir viagem na próxima semana para a Noruega. Abaixo, os principais trechos da entrevista:


O que o sr. acha da maior aproximação entre o presidente Lula e Ahmadinejad?


(Risos). Isso é mesmo curioso. Claro que agradecemos o gesto de Lula de oferecer asilo a Sakineh. Mas o que posso dizer é que Lula tem o dever de falar de direitos humanos com Ahmadinejad. O problema não é apenas das famílias iranianas. É da humanidade.
Lula trai os iranianos ao não falar das violações. 
É ainda um desrespeito ao povo iraniano tratar Ahmadinejad como um amigo e não cobrar mudanças na situação dos direitos humanos no país.
Mas o governo brasileiro diz que tratou do caso de Sakineh com as autoridades iranianas.
Não sei. Não posso dizer até que ponto isso foi tratado de forma séria.


O sr. conseguiu fugir do Irã. Qual será seu futuro?
Já fui autorizado a deixar o centro de refugiados e agora estou sob proteção diplomática. Tudo indica que devo ir para a Noruega. 
Quando sai, me senti muito aliviado. Mas quando estava a caminho do hotel, funcionários de uma missão diplomática europeia me pararam e disseram que seria muito arriscado me deixar num hotel. Agora, sob proteção diplomática, estou bem. 
Temo por minha família que ficou no Irã e minha mulher, que continua detida para me forçar a retornar ou me silenciar.
Como está a situação dos direitos humanos hoje no Irã?
O Irã tornou-se uma grande prisão. A situação é desesperadora e o mundo precisa saber disso. Os problemas e violações são profundos. A economia vai mal e os problemas sociais são cada vez mais evidentes. A tortura contra quem ousa falar contra o governo é imediata. Muitos estão deixando o Irã. 
Só na Turquia são 4 mil refugiados iranianos. Há centenas de pessoas inocentes nas prisões, sem ter quem as defenda. Essa repressão intensificou-se nos últimos meses. É um cenário desesperador.
O que o sr. sugere para mudar a situação do Irã?
Precisamos de liberdade. O governo precisa se abrir e não manter apenas relações com o Brasil e a Turquia. 
Precisamos construir e aceitar um novo diálogo com a Europa e outros parceiros. Internamente, precisamos dar liberdade aos jornalistas. Muitos estão presos por escrever a verdade. Sem a liberdade de expressão, nunca saberemos o que de fato ocorreu.
Teerã insiste em dizer que as sanções da ONU não estão surtindo efeito e apenas a população sofre. 
Qual sua avaliação?
É certo que é a população que sofre. Mas, entre aqueles que tem consciência, sabemos que sofremos por culpa do governo, e não por culpa das sanções.
O que o sr. sabe sobre o futuro de Sakineh?
Não sei muito. A Corte Suprema não aceitou reabrir o caso, o que é um sinal péssimo. Agora, só a pressão internacional pode salvá-la. 
Só a pressão de outros líderes poderá impedir que a executem. Por isso, apelo a todos que continuem a protestar.

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Martin Niemöller, 1933

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