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segunda-feira, agosto 9

Irã - O Caso Ashtiani e Paquistão...Prisão - Perseguição a cristãos, minorias e prisão irregular por décadas




Violência e discriminação no Paquistão.
A situação no Paquistão é difícil para etnias e crentes cristãos.
A violência se volta até mesmo contra islamitas xiitas.
Conheça a dimensão da pedra.
Pequena não pose ser usada, pois  não provoca a dor, muito grande também não se deve usar, pois provoca morte rápida.
A divisão de linhas de pensamento muçulmano cria entre eles violência trágica e qualquer tipo de acusação contra alguém sob o título de ofensa ao Livro sagrado do Islã,ou até mesmo, a algum objeto ou nome considerado sagrado, será prova irrefutável, ainda que mesmas inexistam.
Tal acusação trará ao infeliz acusado, duras penas e prisão imediata.
O caso abaixo é uma mostra do que pode ocorrer, até mesmo com um deficiente mental, acusado, no caso, acusada de profanação.
Foram 14 anos de prisão, e como ocorre nestes fatos, desprezada pela família.
O desprezo é acentuado por alguns fatores, medo de represália, crença radical e outras conseqüências religiosas ou materiais, além de impelido pelo medo da vizinhança ou autoridades religiosas ou políticas da região em que moram.
Discriminação contra mulher.
Leia mais abaixo um trecho da entrevista, ao jornal Estadão, do advogado da iraniana condenada ao apedrejamento.
O mesmo teve que fugir do Irã e foi preso na Turquia, como tendo irregularidades no seu passaporte.
Foi liberado e conseguiu asilo político na Noruega.
Leia sobre a sua posição analítica sobre o apoio do Presidente lula a sua cliente e a Política externa e a situação interna do Irã.
Paquistanesa é libertada após 14 anos de prisão por falta de prova
DA FRANCE PRESSE, EM LAHORE
Um tribunal paquistanês decidiu libertar nesta quinta-feira uma mulher portadora de deficiência mental detida durante 14 anos, que foi acusada sem provas de ter profanado o Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, anunciaram seu advogado e magistrados.
Detida em 1996, Zaibul Nisa, 60, foi mantida confinada, enquanto aguardava julgamento, num asilo penitenciário, segundo as fontes.
Khawaja Mohammad Sharif, o presidente do Tribunal Supremo de Lahore, a grande cidade do leste do Paquistão, "ordenou a libertação de Zaibul Nisa, uma vez que não foi encontrada nenhuma evidência contra ela", anunciou um funcionário da Corte. "O presidente do Tribunal se disse consternado com o fato de a mulher ter ficado tanto tempo em detenção, sem processo", explicou.
Zaibul Nisa havia sido detida na cidade de Rawat, próxima da capital, Islamabad, devido a uma queixa apresentada por um morador, a de que "alguém havia profanado o Alcorão". O
advogado da mulher, Aftab Ahmad Bajwa, lembrou que o nome de sua cliente não havia sequer sido mencionado pelo denunciante.
"Ninguém, nem mesmo seus familiares, contestaram a prisão. Foi esquecida por todos", contou Bajwa, que disse ter decidido defendê-la por motivos humanitários.
No tribunal, o homem que entrou com a queixa, Qari Mohammad Hafeez, confirmou não ter fornecido nenhum nome e que a polícia havia detido Zaibul Nisa seguindo suas próprias informações.
No Paquistão, país de maioria muçulmana, pune-se a profanação do Alcorão com a pena de morte.
Os cristãos, que representam menos de 3% da população, afirmam que as leis de repressão à blasfêmia são utilizadas contra sua comunidade. 

Na segunda-feira, dois irmãos cristãos acusados de escrever um panfleto considerado blasfematório em relação ao Islã, foram mortos no leste do país.
No entanto, a minoria religiosa mais visada por situações de violência no Paquistão, é a comunidade muçulmana xiita (20% da população).
''Lula trai os iranianos ao não falar das violações''.


Mohammad Mostafaei, advogado de Sakineh Ashtiani


07 de agosto de 2010 | 0h 00 - Jamil Chade - O Estado de S.Paulo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva "desrespeita" o povo iraniano ao tratar o líder Mahmoud Ahmadinejad como um amigo e não cobrar de forma concreta mudanças na situação dos direitos humanos no país. 
O alerta é do advogado Mohammad Mostafaei, que defendia a iraniana Sakineh Ashtiani condenada por adultério em Teerã. 
Na semana passada, o advogado de 36 anos fugiu do Irã para a Turquia depois de ter sido interrogado. Ontem, Mostafaei falou ao Estado por telefone. 
Ele havia sido levado para um centro de detenção nas proximidades de Istambul. Ontem foi liberado e deve seguir viagem na próxima semana para a Noruega. Abaixo, os principais trechos da entrevista:


O que o sr. acha da maior aproximação entre o presidente Lula e Ahmadinejad?


(Risos). Isso é mesmo curioso. Claro que agradecemos o gesto de Lula de oferecer asilo a Sakineh. Mas o que posso dizer é que Lula tem o dever de falar de direitos humanos com Ahmadinejad. O problema não é apenas das famílias iranianas. É da humanidade.
Lula trai os iranianos ao não falar das violações. 
É ainda um desrespeito ao povo iraniano tratar Ahmadinejad como um amigo e não cobrar mudanças na situação dos direitos humanos no país.
Mas o governo brasileiro diz que tratou do caso de Sakineh com as autoridades iranianas.
Não sei. Não posso dizer até que ponto isso foi tratado de forma séria.


O sr. conseguiu fugir do Irã. Qual será seu futuro?
Já fui autorizado a deixar o centro de refugiados e agora estou sob proteção diplomática. Tudo indica que devo ir para a Noruega. 
Quando sai, me senti muito aliviado. Mas quando estava a caminho do hotel, funcionários de uma missão diplomática europeia me pararam e disseram que seria muito arriscado me deixar num hotel. Agora, sob proteção diplomática, estou bem. 
Temo por minha família que ficou no Irã e minha mulher, que continua detida para me forçar a retornar ou me silenciar.
Como está a situação dos direitos humanos hoje no Irã?
O Irã tornou-se uma grande prisão. A situação é desesperadora e o mundo precisa saber disso. Os problemas e violações são profundos. A economia vai mal e os problemas sociais são cada vez mais evidentes. A tortura contra quem ousa falar contra o governo é imediata. Muitos estão deixando o Irã. 
Só na Turquia são 4 mil refugiados iranianos. Há centenas de pessoas inocentes nas prisões, sem ter quem as defenda. Essa repressão intensificou-se nos últimos meses. É um cenário desesperador.
O que o sr. sugere para mudar a situação do Irã?
Precisamos de liberdade. O governo precisa se abrir e não manter apenas relações com o Brasil e a Turquia. 
Precisamos construir e aceitar um novo diálogo com a Europa e outros parceiros. Internamente, precisamos dar liberdade aos jornalistas. Muitos estão presos por escrever a verdade. Sem a liberdade de expressão, nunca saberemos o que de fato ocorreu.
Teerã insiste em dizer que as sanções da ONU não estão surtindo efeito e apenas a população sofre. 
Qual sua avaliação?
É certo que é a população que sofre. Mas, entre aqueles que tem consciência, sabemos que sofremos por culpa do governo, e não por culpa das sanções.
O que o sr. sabe sobre o futuro de Sakineh?
Não sei muito. A Corte Suprema não aceitou reabrir o caso, o que é um sinal péssimo. Agora, só a pressão internacional pode salvá-la. 
Só a pressão de outros líderes poderá impedir que a executem. Por isso, apelo a todos que continuem a protestar.

terça-feira, agosto 4

MENTES INFANTIS SOB O DOMINÍNIO DO REINO CÉTICO CONTRA DEUS - O ATAQUE ATEISTA ÀS CRIANÇAS - ACAMPAMENTO DE FÉRIAS ENSINA INFANTES A SER ATEUS...

O Ateísmo ataca novamente...
Desta feita a ação é sob a mente das crianças, seres em formação que são atraídos por acampamento, que tem programação "religiosa ateísta", para programar e incutir a idéia da não existência de Deus.
Rm.1.19,20. Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis;
Grã-Bretanha tem primeira colônia de férias para ateus.
'Além de esportes e brincadeiras, atividades incentivam crianças a pensar sobre a não existência de Deus'.
Sob um forma muito atrativa os ateus, ou adeptos do agnosticismo, de maneira subreptícia tentam conquistar os pais e as crianças destas famílias, muitas delas, sem religião ou com dúvidas sobre Deus ou qualquer crença. Além da curiosidade por alguma forma de dirimir dúvidas do sub-conscientes, está oferencendo uma nova maneira de difundir a religião do ateísmo, como eu chamo esta crença na descrença de Deus, pois fazem apologia em defesa da não existencia de um Deus criador e soberano.
Pela notícias abaixo, você vai ver que sob a falsa promessa de permitir a criança experimentar , no acampamento uma aternativa sem Deus, os divulgadores e donos do acampamento de férias, usam métodos que atingem a crença em Deus, de maneira, diria eu, até ilegal, pois é uma forma de atingir indiretamente e aguçar a dúvida no sub-consciente de crianças, sobre a existencia de Deus. Trata-se a meu ver a quebra da regra não permitida, em comerciais: o ataque ao sub-consciente de forma indireta, sem direito e desconhecimento, à escolha da mensagem sub-liminar.
Além disto a própria matéria afirma que as crianças [com 8 ou 9 anos de idade] que chegaram ao acampamento eram muito tenras para discernir a proposta.
Mas, seus pais as enviaram a este lugar!
Pv.22.6.Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.
Com várias atividades e exercícios, eles querem demonstrar a inexistencia de Deus.
O exercício central é baseado no de realizar com as crianças uma discussão sobre o Unicórnio, o qual faz parte de várias fábulas, mormente as helenicas gnósticas ou panteístas. Este exercício é baseado na oferta de dinheiro, para que as crianças acampadas, provem a não existencia deste ser, sabidamente inexistente, usando parametros, utilizados na falácia teísta sobre a inexistencia de Deus.
Para isto, utilizam um exercício sobre a existencia de um Unicornio.
Assim, os instrutores apelam e propõem às crianças e adolescentes a resolução da questão, com as premissas:
de que o Unicórnio, não é palpável, é invisível, não tem cheiro.
Os "orientadores" afirmam ainda, que este ser aparece “em um único livro muito antigo - repassado por "inúmeras gerações".
Ora, se isto não é uma ilação a Deus e a Bíblia????
Ora, qualquer mente mediana sabe que a partir desta lição, fortalecerá a mente das crianças a só crer no existente, ou no que se pode ver, mesmo que sejam verdades conhecidas a longos séculos.
Nada sutis os dirigentes do acampamento ateu!!!
A Bíblia orienta os pais a ensinar a amar a Deus ensinando as crianças sobre Ele, no quinto livro do AT.
Dt. 6.1-7. Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os preceitos que o Senhor teu Deus mandou ensinar-te...que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e para que se prolonguem os teus dias...e atenta em que os guardes, para que te vá bem...o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças...estas palavras...estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.
Leia a Matéria:

Uma colônia de férias de verão britânica está oferecendo uma experiência pouco comum para jovens de sete a 17 anos. A iniciativa promove uma "alternativa sem Deus", em oposição a acampamentos de verão mais tradicionais administrados por grupos religiosos.
Algumas das 24 crianças que chegaram ao acampamento Camp Quest, na cidade de Bruton, sudoeste da Inglaterra, pareciam jovens demais para lidar com conceitos tão amplos e complexos como religião e Deus.
A colônia de férias tem uma missão ambiciosa. Ela é "dedicada a melhorar a condição humana através de questionamento racional, pensamentos críticos e criativos, e método científico [...] e pela separação entre religião e governo".
O objetivo mais imediato, segundo os diretores, é ensinar cooperação, tolerância e empatia, através de atividades esportivas e brincadeiras. Mas são as visões sobre algumas questões mais complexas da vida que a distingue das demais, sobretudo o tratamento da religião.
"Os participantes aprendem que o comportamento ético não depende de crença religiosa e doutrinas, que essas são às vezes um obstáculo para o comportamento moral e ético, que pessoas sem religião também são boas e totalmente capazes de viver uma vida feliz e cheia de significado", afirma o site do acampamento na internet.
A diretora da colônia de férias, Samantha Stein, afirma que as crianças são estimuladas a pensarem de forma independente.
"Se as crianças se depararem com uma questão como criacionismo, por exemplo, nós discutiríamos as evidências. Nós não diríamos 'Criacionismo é bobagem', diz a diretora.
O pai de uma das participantes do acampamento ateu disse que já levou sua filha a outros acampamentos cristãos e que estava em busca de uma experiência mais ampla para a criança.
Leeroy Murray, pai de três meninos em Camp Quest, disse que não descartaria mandá-los a um acampamento religioso.
"A coisa mais importante para mim aqui é dar para eles uma variedade de experiências e estimular que eles entendam o máximo possível de religiões e de ciências, e dar a eles as ferramentas para que decidam por conta própria o rumo que querem seguir", disse Murray.
Os filhos de Leeroy parecem mais preocupados com os aspectos menos filosóficos do acampamento.
"Eu quero fazer novos amigos, encontrar novas pessoas e fazer todas as atividades preparadas para nós", disse um dos filhos, de 9 anos.
"Eu gosto das atividades porque elas melhoram a sua saúde e fazem com que você esteja em forma", disse outro filho, de 8 anos.
'Unicórnio invisível'
Além das atividades esportivas, algumas brincadeiras procuram tratar de questões mais profundas.
A principal atividade "científica" do acampamento consiste em uma busca a dois unicórnios invisíveis.
Os instrutores dizem aos jovens que os unicórnios não podem ser vistos, provados, cheirados ou tocados. Eles também não conseguem fugir do acampamento e não se alimentam de nada.
A única prova da sua existência, segundo os instrutores, está contida em um livro muito antigo repassado por "inúmeras gerações".
Um prêmio de 10 libras (cerca de R$ 30) é oferecido a qualquer criança que conseguir provar que os unicórnios não existem.
Fora do acampamento, no portão de entrada, um solitário manifestante protesta contra o acampamento.
Paul Arblaster, membro de uma igreja local, segura cartazes com mensagens críticas ao Camp Quest. Ele protesta também contra o exercício dos unicórnios.
"É claro que eu acho que existe uma pegadinha aí. Eles podem dizer que o exercício dos unicórnios não tem nada a ver com Deus. Mas eu acho que é uma representação razoavelmente velada deste tipo de doutrina", disse o manifestante.
A diretora do acampamento rebate o argumento.
"O objetivo é fazer com que as crianças pensem sobre coisas como ônus da prova", diz Samantha Stein.
"Quem precisa provar que os unicórnios estão lá... é a pessoa que diz que eles estão ou é a pessoa que diz 'Não, eu acho que você não está certo'."
O Camp Quest surgiu há 13 anos nos Estados Unidos, onde escoteiros e grupos religiosos são a maioria no mercado de acampamentos de verão – muito populares entre famílias americanas nas férias escolares. A versão britânica dura cinco dias e custa 275 libras (cerca de R$ 900). BBC Brasil - BBC. 01-08-2009

sábado, março 21

O ARGUMENTO DA CIÊNCIA SOBRE A NECESSIDA DA CRENÇA EM DEUS.

A fé que faz bem à saúde
20/03/2009
A ciência sempre está atrás de explicações comportamentais, da mente humana.
Agora ela procura explicar a necessidade que o homem tem de Deus.
Nesta busca, esta reportagem da revista Época, tenta explicar, sob a ótica darwinista que, o homem sofreu um processo evolutivo cerebral, que o capacitou a entender os eventos da natureza e ligou isto a um ser superior.
Os cientistas com pensamento darwiniano, se esquecem que, o homem é tricotômico e assim ele tem uma partícula divina em seu ser.
“Deus viu que o homem ser tricotômico como Ele, tinha um elemento transtornador, a carne, e que este fator levava o homem utiliza-lo para cometer torpezas, este fator lhe era negativo, pois a carne era mortal...” Osvarela.
I Ts.5.23:
e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis...
Sl. 84. 2: A minha alma suspira! Sim, desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo.
Esta é a real necessidade do homem, em se voltar para Deus, ou buscar resposta em sua vida sobre a existência de um Ser que comanda o Mundo e todos que nele habitam.
Assim sendo, a alma necessita de resposta e anela por Deus, muito embora, o homem natural, não compreenda, porque está sempre em busca desta resposta.
Uma vez encontrando Jesus como Salvador, o vazio da mente, provocado, por esta busca conflituosa, é preenchido e o homem passa a ter comunhão com Deus, libertando a alma desta busca perturbadora.
A medicina não compreende ainda como se da o processo de crer em Deus, mas já consegue, através de métodos científicos, como a ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro – medir a ativação das ondas do cérebro humano, quando os pacientes, se deparam com algo relacionado à fé em Deus, seja através de leitura de um texto ou de outros meios como a oração, há um comportamento singular cerebral, quando as pessoas são confrontadas com estes.
Os médicos colocam como algo biológico que, segundo eles:
“Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”.
Ou ainda que o cérebro humano foi “programado”, para crer em Deus, eles estão dando uma razão darwiniana, para uma atividade natural advinda da criação do homem, como corpo alma e espírito.
A Bíblia tem a explicação, baseada na própria criação do homem.
Gn.2. 7: E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
O cérebro dos ateus:

Na pesquisa os médicos dizem ter encontrado sinais diferentes nos cérebros daqueles que crêem em Deus e no daqueles que não crêem em Deus.
A Bíblia tem resposta diferente da medicina.
Rm.1.19.ss:
Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu... E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus... ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento?...Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus...que retribuirá a cada um segundo as suas obras...
Veja como isto ocorreu:
O próprio coração humano se endureceu, em não querer crer em Deus!
Mt.13.15:
Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardiamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.
I Tm.4. 2: pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada...
O livre-arbítrio:
O livre-arbítrio: este é diferencial do ser humano e anjos, em relação aos animais.Rm.2. 15: pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os...
Todos os seres criados por Deus, com inteligência, sejam anjos ou o homem, tem uma coisa singular e comum:

II Pe.2.4: Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram...e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo;
II Pe.2. 12: Mas estes, como criaturas irracionais, por natureza feitas para serem presas e mortas, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção.
Eis aí a demonstração cabal da atitude do ser criado que chamamos de livre-arbítrio.
Portanto, os que querem descrer estão liberados para descrer, daí que há um endurecimento da mente em relação às coisas de Deus, o que cria um bloqueio espiritual, pois, estes não aceitam as coisas espirituais.
II Co.1. 12: Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que em santidade e sinceridade de Deus, não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e mormente em relação a vós.
Os médicos desconhecem como se dá este processo que modifica o cérebro dos que não crêem.
Porém o Apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, no capítulo 1, explica de maneira definitiva a causa desta modificação.
Quando os médicos, vide abaixo, dizem que o cérebro humano dos primeiros homens, não compreendia os eventos que ocorrem na superfície terrestre e nos céus, eles estão reafirmando o que a Bíblia nos disse, e demonstra como isto ocorre.
Seja pelo endurecimento da mente, ou consciência, ou seja, pela cauterização da mesma, que despreza as coisas espirituais, se apegando ou a concupiscência da carne, ou a busca de explicações para eventos místicos, pelo conhecimento, e sem fé é impossível, e a ocorrência desta busca resultará em mais cauterização da mente humana.
A medicina desconhece um fator preponderante para tal ocorrência:
O pecado que atingiu a todos os homens, os obrigando a busca e retorno para Deus, através de Jesus Cristo, que nos religou a Deus.
Rm.3. 23: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
Destituir, neste versículo significa ficar sem a presença de Deus, estar privado desta presença.
Mas, se o homem atentar para a Bíblia encontrará explicação para se aproximar de Deus.
Deste versículo, tiramos uma importante explicação, não científica, no sentido médico, mas totalmente real no mundo espiritual, o homem para crer, necessita de retirar as barreiras que, promovem sua repulsa ao sentimento de crer em Deus.
Hb.11.6: Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
A entrevista demonstra que há uma alteração no cérebro daqueles que crêem em Deus:
A palavra de Deus nos ensina que somos nova criatura, também, nos ensina que somos regenerados, que alma corpo e espírito adorem a Deus, o que a ciência descobre a Bíblia já informou a séculos, sem tirar o mérito científico do trabalho, longe disto, é mais uma comprovação que há mudança naquele que crê em Deus.
II Co.5. 17: Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Tiago diz que somos recriado um novo ser.
Tg.1.18: Segundo a sua própria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.
João 3. 3:
Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.
Rm. 8.1ss: Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus...Porquanto o que era impossível...Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado...não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito...os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne...que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito... mas, a inclinação do Espírito é vida e paz...e os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós...se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
LEIA A REPORTAGEM, COMPILADA.
Com declarações de dois experimentados cientistas na área da neurociência.
Osvarela.
A totalidade e detalhes desta reportagem podem ser lida, no link, clique aqui.
Novos estudos mostram que o cérebro é “programado” para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor.
Letícia Sorg.
Colaborou Marcela Buscato
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 21/março/2009.
A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais. O homem primitivo não tinha como entender eventos mais complexos, como a erupção de um vulcão, um eclipse ou um raio. A busca de explicações sobrenaturais pode ser considerada natural.
Mas por que ela desembocou na fé e no surgimento das religiões? Cientistas de diferentes áreas se debruçaram sobre a questão nos últimos anos e chegaram a conclusões surpreendentes.
Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde.
Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado idéia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: “Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal”. “Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (leia a entrevista). Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Em seu estudo, Grafman analisou o cérebro de 40 pessoas – religiosas e não religiosas – enquanto liam frases que confirmavam ou confrontavam a crença em Deus.
Usando imagens de ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro –, o neurocientista descobriu que as partes ativadas durante a leitura de frases relacionadas à fé eram quase as mesmas usadas para entender as emoções e as intenções de outras pessoas.
Isso quer dizer, segundo Grafman, que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior possivelmente surgiu ao mesmo tempo que a habilidade de prever o comportamento de outra pessoa – fundamental para a sobrevivência da espécie e a formação da sociedade. E para estabelecer relações de causa e efeito. A interferência de um ser muito poderoso seria uma explicação eficiente para aplacar a necessidade de entender o que não se consegue explicar com o conhecimento comum.
Mas o que levaria o ser humano, dotado de razão, a acreditar que um velhinho de barba branca, em cima de uma nuvem, atira raios sobre a Terra?
Ou que 72 virgens aguardam os fiéis no Paraíso? [nota do editor: relacionado ao paraíso que, no qual acreditam, os muçulmanos]
“Andrew Newberg - “O cérebro dos ateus é diferente”.
Tendemos a atribuir características humanas às coisas, inclusive ao ser divino”, diz Andrew Newberg, neurocientista da Universidade da Pensilvânia (leia a entrevista), autor de outro importante estudo sobre o poder da meditação e da oração. “A crença religiosa surgiu como um efeito colateral da maneira como nossa mente é organizada, da maneira como ela funciona naturalmente”, diz Justin Barrett, antropólogo e professor da Universidade de Oxford.
O neurocientista fala sobre seu livro Como Deus muda seu cérebro
ÉPOCA – Como Deus pode mudar a estrutura cerebral das pessoas?
Andrew Newberg – Os nossos estudos usando imagens do cérebro mostram que, no longo prazo, há alterações no lobo frontal (relacionado à memória e à regulação das emoções) e no sistema límbico (ligado às emoções).
As pessoas tendem a conseguir controlar mais suas emoções e expressá-las. A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros.
Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.
ÉPOCA – Em seu livro, o senhor fala bastante da meditação, uma prática tradicionalmente ligada às religiões orientais. Existe alguma diferença entre, por exemplo, o catolicismo e o budismo? Newberg – Não olhamos exatamente para as diferenças entre as religiões, mas para as diferentes práticas. A forma como você pratica a religião é mais importante que as ideias religiosas em si.
ÉPOCA – Há um consenso entre os cientistas de que a fé pode ajudar na manutenção da saúde? Newberg – Muitos cientistas acreditam que a espiritualidade tem um papel na saúde. A pergunta é quem vai administrar isso e como os profissionais de saúde vão lidar com a espiritualidade de uma maneira apropriada e benéfica. Essas questões ainda não foram respondidas.
ÉPOCA – Há alguma diferença neurológica entre aqueles que creem e os que não creem em Deus? Newberg – Encontramos algumas diferenças, sim, e também notamos diferenças dependendo do tipo de prática religiosa. O problema é que nunca sabemos se aquelas mudanças estão lá porque a pessoa é religiosa há muito tempo ou se ela nasceu daquela maneira e, por causa disso, procurou um tipo de religião ou meditação.
Jordan Grafman - “A crença é necessária”.
O neurocientista diz que o pensamento religioso nasceu junto com o cérebro humano
ÉPOCA – O senhor diria que a religião é um produto acidental de nosso processo evolutivo?
Jordan Grafman – Eu não diria acidental. Existe uma tendência para nós pensarmos de certa maneira, e essa maneira, de alguma forma, envolve a necessidade de ter um sistema de crenças.
E esse sistema guia nosso comportamento social. Acredito que estamos constantemente criando novos tipos de sistema de crença e é muito provável que os primeiros tenham sido baseados em autoridades religiosas.
ÉPOCA – Somos biologicamente predispostos à religião?
Grafman – Eu diria que somos predispostos biologicamente a ter crenças, e a religiosa é uma delas, mas não a única. Classificaria a religião como uma forma primitiva de crença porque se baseia muito no que é desconhecido. Algumas das regras éticas vieram por meio da religião, mas só se estabeleceram porque ajudaram a ordenar a sociedade. Então, muitas regras tiveram sentido. A religião nasceu claramente de nossa necessidade de entender o que estávamos vendo.
A crença religiosa surgiu no cérebro antes de outras crenças, segundo pesquisas.
ÉPOCA – Seu estudo comparou as áreas do cérebro envolvidas nas crenças religiosas e nas crenças políticas. Do ponto de vista neurológico, quais as diferenças entre o pensamento religioso e o político?
Grafman – Ainda não temos uma resposta definitiva a essa pergunta, mas há fortes indicações de que as crenças políticas estão sempre ligadas ao “aqui e agora”, a nossa vida, enquanto as crenças religiosas não necessariamente. Há diferenças em comportamento e também nas áreas do cérebro ativadas. No caso das crenças políticas, usamos as estruturas do cérebro que surgiram por último na evolução humana, enquanto no caso das crenças religiosas usamos áreas anteriores no desenvolvimento da espécie. Nossa hipótese é que a crença religiosa seja a primeira forma de sistema de crenças, que surgiu antes das outras. Nossos estudos mostram que as duas usam partes parecidas do cérebro, mas também que a religião veio antes da política.
Fonte:
Dicionário Aurélio
Época
Artigo acadêmico do autor

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

Doutrina


O Credo da Assembléia de Deus
A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em:
1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
Pacto de Lausanne – Suíça
Teses de Martinho Lutero
95 Teses de Lutero
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