Finalidade: Estudo da Palavra de Deus. Editor: Osiel varela. Meu Lema: Estudar a Bíblia é uma necessidade, Ensinar é um Mandamento.
sábado, janeiro 29
Situação grave. Brasil desabamento no Pará - Egito - População pede saída do Pres. Mubarak
Em meio a protestos, ministros do governo egípcio renunciam.
Apesar do anúncio, oposição exige que Hosni Mubarak deixe o cargo.
Demissões foram foco de discurso do presidente para controlar a população
quinta-feira, janeiro 20
O Poder Irresistível da Comunhão na Igreja. Lição 04 – CPAD – 2011 – 1º Trimestre
Autor: Osvarela
TEXTO ÁUREO
Segunda - 1 Ts 4.9
Precisamos ter um amor não fingido
Sábado - At 2.42
s.m. Laço, liame, atilho. Fig. Laço moral; relação: o vínculo conjugal.
Vínculo (n.) Brasil
vínculo (n.)- σύνδεσμος
vínculo (n.) (Brasil) - δεσμός, συναισθηματικός δεσμός
Vínculo [n.m] –ligadura;
ligação, relação - afixar, anexar, atar
associar, fazer a ligação, ligar, unir –
elo - conectivo,
conetivo - canga, jugo [derivado]
Relação;
Conexão - laço, laços - adesão, fidelidade - afeição – relação
Conexão, ligação, relação.
- amarrar, atar [derivação]
Comunhão irresistível - communio toleranda
Graça iresistível - gratia inexpugnabilis
Não se pode resistir – gr. den boroún na antistathoún
δεν μπορούν να αντισταθούν
Irresistível – gr. akatamáchi̱tos ακαταμάχητοςComunhão irresistível gr. akatamáchi̱ti̱ koino̱nía
Singeleza - s.f. Qualidade daquilo que é singelo; ingenuidade. Falta de ornamentação; simplicidade.
adj. Segundo o Dicionário singeleza é a qualidade do singelo: Simples; sem ornamento. Inocente; ingênuo.Puro; não corrompido. Dicionário de português.Paz – gr. Ειρήνη - eirene
s.f. Harmonia, concórdia.Sossego, tranqüilidade.Calma, repouso. Plenitude, firmeza, bem-estar e êxito em todas as áreas da vida como também paz entre os homens.
Estado de não beligerância.
Paz armada - paz que se sustenta pelo temor que os inimigos têm um do outro - situação de um país que não está em guerra, mas se reserva o direito de se preparar contra um inimigo conhecido.
ειρηνευω [eirêneuô] (Verbo). Estar em (ter, viver em) paz.
Ser pacífico.ειρηνευω [eirêneuô] aparece 4 vezes no NT: (1) Marcos 9: 50
Definição da palavra PAZ:
PAZ em Hebraico é Shalom, denota muito mais que a ausência de guerra e conflito.
Paz em grego é Eirene que é tranqüilidade de coração e mente baseada na convicção que esta tudo bem entre a alma do homem e o seu criador.
Ele cita Atos 7.51.
Sinomínia. Inelutável - adj. Que não pode ser evitado, impedido: necessidade inelutável. Invencível, irresistível; irrefutável; fatal.
Comunhão:
1 Co. 1.9,10. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.
“Comunhão é um estado possível de se estabelecer uma relação, entre uma ou mais pessoas, um grupo ou entre todos de uma só fé, sob um pensamento único à respeito da fé que comungam, mas se traduz entre eles, numa absoluta harmonia, sem dolo, sem malignidade, sem oposição, em amor”. Osvarela – 19/01/2011.
A koinonia do batismo em Espírito:
1Co 12:13 - Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.
Mar 10:39 - E eles lhe disseram: Podemos. Jesus, porém, disse-lhes: Em verdade, vós bebereis o cálice que eu beber, e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado;
1- A Lição destaca:
Ef.4.16,32. Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor. Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.
A- Comunhão é uma característica rudimentar da Igreja.
Atos 2.44.46. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
3-Singeleza – “e singeleza de coração”.
a- Tanto o Espiritual – Cristo – como o Apóstolo Paulo nos ensina em 1 Co. 10.17. Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão.
1 Co. 10.3,4. E todos comeram de uma mesma comida espiritual, E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.
Paz - existe até a paz armada – um estado de quietude aparente, em que ambos os lados se arma, esperando amedrontar um ao outro, ou na expectativa de um ataque
.שלום Paz – Shalom
Paz na expressão subentendida no original é um estado de conforto total do ser humano ou de uma comunidade, no caso esta comunidade de pessoas é a Igreja de Cristo, o Príncipe da Paz.
Harmonia é um congraçamento entre os homens, tal qual a ação de uma orquestra, onde todos tocam a mesma música, mas cada instrumento tem sua própria pauta, porém o resultado final é ouvido como um só som agradável, pois há um vínculo físico, nas mãos do maestro – Mestre – da Orquestra e um vínculo entre todos que é o som final alcançado pela justaposição de cada toque, som ou sopro dos instrumentos, que teêm juntos, um só propósito.
Vínculo é um elo, laço, no caso da Igreja um laço de amor, e moral, que liga pessoas com mesmo pensamento espiritual divino, pois se não for divino, trata-se apenas de pensar igual, mas sem a força e particularidade impar da Comunhão, como lemos neste texto, é um assunto da Igreja.
A resistência ao vínculo entre estas duas ou mais coisas interligadas, representam uma tensão, que leva ao desastre ao mais fraco.
quinta-feira, novembro 11
Paz? Quando haverá Paz?
Cristãos, judeus e muçulmanos oraram em conjunto perto de Belém.
Oriente Médio é castigado por forte seca.
Da AFP segunda-feira, maio 17
VIDA E MORTE NO MEIO DA GUERRA URBANA.PAZ EM MEIO A GUERRA
Reflita esta frase: “Isso aqui traz esperança”.Frase do padre católico vendo o que Deus pode fazer com o Ministério do Louvor e pregação da Plavara pelo sargento do Bope e pastor da Igreja Assembleia de Deus Carlos Mello,
Antes de cada apresentação, todos os músicos do grupo Tropa de Louvor se reúnem e se abraçam em volta da bateria para fazer uma oração. 
Nas áreas urbanas, pertencer à força policial é motivo de preocupação entre os pais, e aqueles que teem familiares entre seus contingentes, sobretudo motivo de discussão sobre a ação legal no exercício desta profissão e a relação religiosa ou cristã, que seria motivo impeditivo do exercício da mesma, pelas ações de confronto, entre os fora-da-lei e os policiais.
Em pauta a questão da Vida e a da morte, inerente a ação policial.
Pertencer a uma unidade militar em tempo de Paz é sempre uma carreira procurada pelos jovens, sejam cristãos ou não.
Eu mesmo tive neste dilema ao procurar uma carreira na adolescência.
Na maioria das vezes, os meus amigos daquela época, procuravam a carreira militar como uma fuga da pobreza, que nos cercava e pela rápida ascensão social, conotada pelo uso da farda.
Assim, muitos se alistavam e outros procuravam através de concursos entrarem em uma das Corporações militares, mesmo que fosse a carreira policial.
Mas, mormente, após o ingresso, a maioria procurava se afastar da tropa de enfrentamento, através de concursos internos, seja para corporações musicais destas Unidades, ou para atividades da vida da caserna, onde não haveria o temido enfrentamento.
Alguns ingressando nas Forças Armadas, como Marinha ou Aeronáutica procuravam estas unidades pela perspectiva dos tempos de Paz e viagens internacionais.
O exemplo, deste texto abaixo, é destaque pela razão óbvia, do uso de um novo tipo de força, contra as mais ferrenhas atividades do submundo do crime, é o enfrentamento direto com a violência, com novas armas.
Ao mesmo tempo, em que estes policiais combatem o crime, eles estão preocupados com a vida das Comunidades, pelas quais adentram, para combater o Mal, caracterizado pelos diversos crimes, assaz conhecidos pela população.
Surge em meio a esta discussão, uma nova forma de Ação, entre os policiais, que combatem o crime.
Para mim, trata-se de um assunto extremamente interessante, novo e de feliz iniciativa.
Parece-me, que estes soldados, movidos pela visão, além do estado físico do combate ao crime, enxergaram o que está por detrás do mal, que combatem com armas, com aplicação física e mental.
Eles sabem que o Mal é declaradamente um estado espiritual, que move as almas e a mente dos criminosos, envolvendo-os em uma teia maligna mental, que explode na violência contra a sociedade.
Esta teia se apresenta em três lados:
Moralidade atingida;
Espiritualidade atingida;
Sensação de:
‘Ascensão’ e ‘poder’.
Além disto, eles são mais facilmente atingidos por estarem expostos:
Socialmente;
Educacionalmente;
Pobreza e miserabilidade, quase total.
Não quero dizer, que este quadro, seja, o que leva todos os moradores destes enclaves de pobreza, ao crime, o que seria, e é leviandade, pois conheço a realidade destes locais, e sei que o percentual, de criminosos, é baixíssimo em relação ao número de moradore[a]s ordeiro[a]s, estudantes, trabalhador[a]es, mas há, um domínio fortíssimo, uma ditadura do Mal, exercido, pelas verdadeiras unidades criminosas instaladas com seus quartéis general no solo destas Comunidades.
-Voltando a Ação Espiritual.
O que move estes soldados, a utilizar a música ‘gospel’ e a Bíblia?
O dever profissional de zelar pelas vidas, e pela sociedade, empunhando e utilizando armas pesadas contra estes ‘exércitos’ da criminalidade, não lhes tira a autoridade espiritual, que se sobrepõe a profissional.
Levar Paz, com cânticos e Palavra de Deus nos mesmos locais, onde por obrigação de ofício utilizam suas potentes armas bélicas, aliás, nem tão potente quanto, as de seus adversários, sejam físicos ou espirituais, é uma nova forma de combate ao crime.
Por isto, eles se utilizam de suas armas espirituais da Verdade, para combater as hostes, ou ‘exércitos’ do Mal, com a única coisa que o Mal, pode temer:
A Palavra de Deus!
O fato da Caveira, símbolo universal da Morte estar nos seus uniformes, é uma demonstração, de que a Mensagem, que eles levam é para combatê-la, com a Palavra de Vida.
Seria uma hipocrisia retirá-la, ou esconde-la, de seus Uniformes.
Pois, nestes locais encontrar a Morte, pode ser uma questão de fração de segundos; o território Dela está sendo atacado com a Vida!
Afinal, eles sabem que estão lutando contra um adversário invisível, tal qual, os tiros contra eles, quando adentram ao território do crime.
Esta é uma ação policial no campo metafísico:
A Paz contra o Mal!
Fica um registro pela política, que o Governo do RJ tem aplicado, com a instalação das UPPA’s, as unidades de Pacificação em comunidades com elevado número de violência,.
Para nós foi uma benéfica surpresa, a ação sem muito alarde, deste projeto de combate a Violência Urbana, o qual espero continue, com sucesso.
Só resta esperar o apoio crucial de nossas Unidades federais de combate ao crime nas fronteiras, pois RJ, MG ou SP, não produzem armas bélicas, mas estão cheias destas letais armas do adversário da Sociedade: O MAL.
Parabéns ao BOPE, pela ação de seus membros que participam desta ação espiritualizadora, numa visão socialmente mais justa e verdadeira, atingindo corações com cânticos e não com balas.
Ec. 9.4. Ora, para aquele que está entre os vivos há esperança...
Parafraseio o padre católico: “Isso aqui traz esperança”.
Leia o texto...
Fonte: O Dia
BANDA GOSPEL DO BOPE LEVA PAZ ÀS COMUNIDADES.
BOPE – Batalhão de Operações Especiais-PM-RJ
Tropa de Louvor é o grupo formado por membros do Batalhão de Operações Especiais, que realiza shows-cultos e se apresenta com a arma na cintura e a Bíblia na mão direita.
POR CHRISTINA NASCIMENTO
Rio - 'Se queres a paz, prepara-te para guerra'.
A frase estampada em latim na parte de trás da camisa preta é o aviso que os integrantes da Tropa de Louvor deixam por onde passam.
A banda gospel é formada por membros dos Caveiras de Cristo, policiais evangélicos que integram o Batalhão de Operações Especiais (Bope).
A Tropa realiza cultos-shows nas comunidades pacificadas e cria uma nova vertente de comportamento, por vezes contraditório, na unidade em que seus homens são treinados para matar.
“Deus está neste lugar”, diz o sargento do Bope e pastor da Igreja Assembleia de Deus, Carlos Mello, para um grupo de 200 pessoas, entre eles pastores e padres, no culto-show do Borel, no sábado à tarde.
Com a tradicional farda do Bope, o emblema da caveira no braço esquerdo e a Bíblia na mão direita, ele conta seus testemunhos de conversão e convida os moradores para uma tarde de louvor: “Estamos aqui trazendo a palavra do Senhor”.
O público, tímido no início, não demora a se acostumar com a cena do palco:
-um coral de homens de preto, com coldres e armas na cintura, cantando e orando.
A quadra da Escola de Samba Unidos da Tijuca se transforma então numa espécie de templo evangélico dos Caveiras de Cristo.
No culto, animado pela Tropa de Louvor, a interação com os moradores é mantida o tempo inteiro.
Além dos momentos de cura e libertação, a banda abre para o plateia um espaço para uma espécie de show de calouros evangélico.
Neste momento vale tudo: alguns anunciam o CD que será lançado, outros cantam funk-gospel e ainda há os que aproveitam para prestar depoimentos como o de uma ex-alcoólatra.
“É a primeira vez que os vejo. Estou realmente surpresa. Desmistifica aquela imagem do Bope nos lugares com o Caveirão e para matar”, disse a auxiliar de creche, Andréia Cristiane de Albuquerque, 34 anos.
Público cresce a cada apresentação
A favela do Borel, na Tijuca, foi a quarta comunidade com Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em que a Tropa de Louvor se apresentou — e a que atraiu o maior número de fiéis, cerca de 200.
Na primeira tentativa de aproximação do grupo com moradores, no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, apareceram 20 pessoas.
No segundo culto, na Ladeira dos Tabajaras, foram 30 moradores.
E no Morro da Providência, na Gamboa, eram apenas 10 pessoas.
“Não soubemos convidar os moradores”, admitiu o sargento do Bope, Max Coelho.
Prova de que o culto organizado pelo Bope é marcado pelo diferencial está na platéia: lado a lado padres e pastores rezam de mãos dadas.
“Isso aqui traz esperança”, diz o padre da Paróquia São Camilo, na Tijuca, José Patrício de Souza, 63 anos.
Para o bispo da Igreja Evangélica Pentecostal Salvação por Cristo, Antonio Ferreira, 75 anos, o culto não é para falar de religião: “Estamos aqui para unir pessoas”.
| Foto: Fernando Souza / Agência O Dia.
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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."Martin Niemöller, 1933
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