segunda-feira, agosto 11

EXPULSOS DE PEQUIM -O LADO OBSCURO E CRUEL DAS OLIMPÍADAS! Dark Side-Beijin

CHINA - Pequim's Dark Side .
Isaías 33.3.ss: Ao ruído do tumulto fogem os povos. E os povos serão como as queimas de cal, como espinhos cortados que são queimados no fogo.34.:1 Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a terra, e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto ele produz.42.22: Mas este é um povo roubado e saqueado; todos... estão enlaçados ... são postos por presa, e ninguém há que os livre; por despojo, e ninguém diz: Restitui.

O QUE AS TV'S DO MUNDO NÃO MOSTRAM.
Para quem está acompanhando os jogos Olímpicos de Pequim parece ser um evento fantástico, pela forma que as autoridades chinesas conseguiram realizar o evento.
Enxotados e farejados por cães.
Porém, para alguns milhares de chineses, que vieram do interior para a sede dos jogos, o cenário não é de alegria, mas, sim de muita tristeza e frustração.
A China ainda, consegue ter a maioria da população no campo na produção colossal de alimentos.
O que fazer pensam pai e filha!
Porém, desde o início das obras gigantescas do locais que abrigariam os jogos, a construção da Vila olímpica e com o crescente aumento de poder aquisitivo dos chineses se fez necessário, arregimentar mão de obra do interior do país.
Pois além das obras olímpicas, muitos prédios estão surgindo nas grandes cidades, em especial em Pequim.
Desolação da criança, sem entender o porque!
Pois bem, devido a poluição as autoridades chinesas paralisaram muitas obras e fábricas da capital e o excedente de mão-de-obra, está sendo literalmente expulso de Pequim, sem bilhete de volta e há orientação para que nenhum fique por lá [lembrar que a China ainda vive um regime totalitário, em que, desobedecer uma ordem do governo, pode gerar sérias conseqüências, aos cidadãos chineses] e a polícia age sem brandura alguma, a ordem foi:"Voltem para suas casas!"Sejam trabalhadores idosos com mais de 70 anos, sejam de meia idade com filhos em idade escolar, mulheres ou adolescentes, "o caminho da roça é a servidão de Pequim!"E levem o resultado de seus trabalhos, aí você vai entender porque os produtos chineses são baratos. Trabalhadores saem de Pequim com R$ 3,00 (três reais) outros mais "afortunados" com R$ 50,00 (cinqüenta reais).
Eles nem querem saber de ver Olimpíadas, querem trabalhar em suas cidades, isto é, se acharem emprego, por lá.
Leia a reportagem abaixo, e você vai entender melhor a situação:
Pequim esconde excluídos dos Jogos.
Olimpíada afugenta desempregados para mostrar Pequim "para inglês ver"
Rodrigo Bertolotto -Em Pequim (CHN)
Na estação de trem oeste de Pequim, o cartaz mostra o estádio Olímpico e o slogan "One Dream, One World".
Embaixo dele, Jiang Zhao está tão à vontade como em um dos escuros alojamentos de obra que habitou nos últimos oito anos. Deitado em cima de sua bagagem embalada em enormes sacolas plásticas com estampas do Mickey e da Minnie, ele espera a composição que vai para a província de Heibei."Estou chateado por ter que sair. Trabalhei nos últimos anos transportando vigas de aço para nossos estádios, e, quando a Olimpíada finalmente chegou à China, eu vou para longe", se queixa o senhor Jiang.
Como muitos ali na plataforma, ele não consegue emprego na capital desde 20 de julho, quando foram paralisadas construções e fechadas fábricas para não despejarem trânsito e poluição na cidade-sede. Atrás dos tapumes olímpicos, escavadeiras e guindastes estão estacionados. Nos bairros industriais, as ruas estão vazias como se o país estivesse em crise e não vivesse um crescimento econômico de 10% ao ano nas últimas três décadas.
A debandada também livra a cidade de parte da população pobre.
Calcula-se que Pequim tenha 17 milhões de habitantes, sendo que 4 milhões são migrantes que não têm permissão de residência - na China, é preciso ter uma licença para morar nas grandes cidades, medida para evitar o fluxo migratório que já é projetado em 400 milhões de pessoas até 2020 (ou seja, duas vezes a população brasileira saindo do campo paupérrimo para as emergentes metrópoles).
Dong Qiang Xing, 75, é apenas um nessa estatística. E um bem chateado com a situação, sentado sobre uma folha de jornal no chão esperando o trem para a província de Shanxi. "Vim para Pequim varrer um parque perto do estádio olímpico. Ganhei 200 yuans (R$ 50) por uma semana de trabalho, mas gastei 188 com a passagem de volta. Enquanto os outros embolsam muito, lucrei 12 yuans (R$ 3) com essa Olimpíada", se revolta enquanto sorve sonoramente seu macarrão instantâneo.
Ao lado dos banheiros, há pias com água quente para hidratar os potes industrializados de lamem. Após a infusão de quatro minutos, as pessoas ficam de cócoras, ingerem miojo e sugam o caldo. Nas salas de espera da estação, todos os bancos estão lotados.. Os mais precavidos trouxeram esteiras de bambu onde deitar, com sapatos e garrafas de chá verde pousados ao lado. Os mais cômodos usam como sofá a própria bagagem, acolchoadas pelas trouxas de roupa.
Comida de viagem-pé de porco agridoce-acelga apimentada e ovo com molho de soja.
A dupla Wang Heng e Chu Zheng está confortável sobre tudo o que acumularam na vida. Vão voltar para a terra natal, a província de Sichuan, que foi o epicentro do terremoto em maio último, com mais de 70 mil mortos. "Aqui em Pequim não faltava trabalho até a Olimpíada, mas vamos voltar para nossa cidade e tentar achar algum. Por mim, nem assisto às Olimpíadas, quero estar trabalhando", conta Heng, que viveu na capital por cinco anos.
Os próprios patrões divulgaram o boato que a polícia pequinesa prenderia durante os jogos toda pessoa sem licença de moradia, algo que é maleável quando a cidade precisa de mão-de-obra barata e sem contrato.
O temor e o desemprego expulsam os pedreiros, operários e ambulantes até que a comitiva olímpica formada por jornalistas, esportistas e turistas for embora.
Mas outros motivos também entram em jogo. "Vou aproveitar para visitar minha mãe que não vejo faz tempo. Mas, quando acabar a Olimpíada, estou aqui procurando um bico", promete Jiang, o senhor do começo dessa reportagem, voltando para o texto como voltará para Pequim.

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Martin Niemöller, 1933

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