quinta-feira, dezembro 31

A Defesa do Apostolado de Paulo. Lição 1 – CPAD – 1º Trimestre - 2010

Desejo a todo[a]s um Feliz ano Novo, com todas as Bênçãos celestiais em Jesus Cristo.

ISAÍAS 6.1. No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo.

A Defesa do Apostolado de Paulo.

Lição 1 – CPAD – 1º Trimestre - 2010 – Autor: Osvarela

Texto Áureo:

II Co.1.5. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também a consolação sobeja por meio de Cristo.

Leitura Bíblica em Classe:

II Co.1.12-14; 10.4,5.

Pequeno glossário:

A referência à autoridade é descrita através da palavra arché, que expressa um poder antigo, enraizado e carismático.

Mestres da palavra -os didáscalos.

Apto para ensinar - Mestre - Ensinador - Pastor é um ensinador. - Efésios 4:11.

Exousia- é uma palavra usada com muita freqüência no Novo Testamento. A rigor é traduzida como "autoridade". Contudo, geralmente era empregada num contexto político (cf. Rm 13.1-3).

O Assunto da Lição 1 e o assunto da Lição 10:

É necessário lembrar e separar esta lição da lição de número 10 – A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo.

Esta nos fala sobre a imposição no seio da igreja do apostolado de Paulo, aquela nos falará, que uma vez estabelecida a regra do apostolado de Paulo, segue a luta na Defesa da autoridade espiritual pessoal sobre a Igreja, e Autoridade de seus Escritos, além da sua autoridade como Apóstolo em se posicionar, como veremos posteriormente.

EXÓRDIO:

Início de uma nova jornada para nós, que amamos a EBD.

Início com um novo tema paulino.

Sob a pena destra do Pastor Elienai Cabral, a Casa nos traz, mais um trimestre de ensinos da Verdade.

O Tema do Trimestre:

II Co.12.15. “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas”.

É o que eu preciso e a Igreja precisa, se deixar gastar como Paulo, O Apóstolo dos gentios.

Após estudarmos no ano de 2009, sobre a Primeira Epístola do Apóstolo Paulo aos Corintíos, estudaremos, agora, a Segunda Epístola do Apóstolo Paulo aos moradores de Corinto.

Indico aos meus leitores os textos publicados com base na I Epístola aos Corintíos, em nossa página.

Lá você encontrará dados geográficos, e dados sócio-econômicos da sociedade de Corinto, à época na qual, o Apóstolo Paulo escreveu aos irmãos daquele importante sítio da Acaia.

Texto reflexivo:

Gl.1.1,10-12. Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por intermédio de homem algum, mas sim por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos)[...] Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo[...] o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens; porque não o recebi de homem algum, nem me foi ensinado; mas o recebi por revelação de Jesus Cristo.

- A Relação de Paulo com a Igreja em Corinto:

Eis aí um tema borbulhante na Igreja Primitiva Apostólica, as relações de Paulo com a Igreja dos Coríntios, foi uma verdadeira relação dura e de amor de Paulo com os de Corinto, no entanto suas Epístolas mostram, uma relação muito próxima de todos, podendo descrever detalhes e nomes de membros daquela Igreja.

Nesta Epístola Paulo abre, como em nenhuma outra Epístola, os seus sentimentos pessoais, os quais ficam aflorados e destacados nesta Epístola.

Sejam:

-Sentimentos do homem.

-Sentimentos do pastor.

-Sentimentos do Apóstolo

-Sentimentos do cristão.

Eles haviam usado o partidarismo para atacá-lo ele os acusavam, a despeito de suas qualidade, de :

-Leviandade – II Co. 1.17.

-Carnal – II Co. 1.17;10.2

-Entristecedor de algumas almas – II Co.2.2

-Fala aos que o querem comparar aos falsificadores da Palavra – II Co.2.17

-Covarde quando estava em Corinto – II Co.1. 32; 10.10.b

-Um trovão quando escrevia – II Co.10.10 a

-Desprezível – II Co. 10.10.b

-Fraco – II Co.13.9

-Reprovado – II Co.13.6

-Jactancioso -10.8,15

-Enganador -12.16

-Desonesto - e insinuavam que gastava em proveito próprio o dinheiro que lhe era confiado (8.20-23).

Muito embora, ao escrevê-la tivesse consciência que a maioria dos de Corinto, haviam entendido suas cartas anteriores.

E estivesse escrevendo com esta certeza, ele procura alinhar as coisas numa posição pastoral e Apostólica.

Nela ela, é destaque, a questão-chave é o comissionamento de Paulo como Apóstolo.

Esta Epístola passa a ser uma Epístola judicial, como considera George A. Kennedy, classificando-a de “Retórica judicial”.

Kennedy sugere que 2 Co 2.14-17 seja a proposição básica feita por Paulo nesta carta. Esta proposição, por sua vez, estaria dividida em três afirmações: 1) agimos com sinceridade; 2) somos comissionados por Deus; 3) em Cristo falamos na presença de Deus. Estes três pontos, segundo Kennedy, encontram sua “prova” no texto que segue - de 3.4 a 6.13.”

É em II Coríntios que Paulo desfia, ousadamente, detalhes de seu ministério dado por Jesus Cristo, em Revelação e muitas vezes, não é ouvido e precisa ser duro, imodesto, exaltado, insubmisso, mas amoroso, para o bem da Igreja.

É nela que Paulo fala aos seus adversários e murmuradores, com autenticidade do caráter cristão.

É preciso uma releitura de II Co. 5.16. Aqui o Apóstolo se mostra por inteiro consciente da sua própria posição Apostólica, com consciência espiritual plena, de que de fato, o é.

Ele revela o conhecimento de Cristo em carne e no nível glorificado que se apresentara aos outros Apóstolos e discípulos.

-Nesta II Epístola aos de Corinto, Paulo abre o seu coração e faz saber a todos os de Corinto, por quais sofrimentos ele passou, os quais lhe dão um robustecimento, sem tese, mas empírico, do Seu Apostolado, chegando a afirmar:

”vs.16 Outra vez digo: ninguém me julgue insensato; mas se assim pensais, recebei-me como insensato mesmo, para que eu também me glorie um pouco.”

Compara-os aos de outros Apóstolos, hebreus como ele, deixa a modéstia e se diz insensato, pelo falar, mas sem modéstia, deixada, neste momento de lado, mostra que se os Apóstolos do Colegiado, sofreram danos pessoais e físicos em Jerusalém, estiveram presos, em fuga...ele também tivera duros embates com as autoridades, por causa do Evangelho e ainda coloca o testemunho de Deus como prova de suas palavras.

II Co. 11. 21.-31. Falo com vergonha, como se nós fôssemos fracos; mas naquilo em que alguém se faz ousado, com insensatez falo, também eu sou ousado. São hebreus? também eu; são israelitas? também eu; são descendência de Abraão? também eu; são ministros de Cristo? falo como fora de mim, eu ainda mais; em trabalhos muito mais; em prisões muito mais; em açoites sem medida; em perigo de morte muitas vezes;dos judeus cinco vezes recebi quarenta açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio[...], em perigos dos da minha raça, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos; em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejuns muitas vezes, em frio e nudez.Além dessas coisas exteriores, há o que diariamente pesa sobre mim, o cuidado de todas as igrejas. [...]Se é preciso gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza. O Deus e Pai do Senhor Jesus, que é eternamente bendito, sabe que não minto.

II Co. 5.16,17,18. Nós, portanto, doravante não mais conhecemos a ninguém segundo a carne; e, se todavia temos conhecido a Cristo segundo a carne, contudo, agora já não o conhecemos assim desse modo. Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação;

Ele aponta apara isto e o faz, como a dizer: “vamos por um ponto final nesta história, Jesus Cristo, quanto a Cristo, já está glorificado e não mais em carne e mesmo que o tivéssemos conhecido em carne [lembrando que Paulo e Pedro eram parelhos em idade] já neste tempo ele se apresenta em corpo glorioso a quem quer, e da cada um ministério”.

INTRODUÇÃO:

Faremos um breve discurso sobre a questão apostolar, passando desde o entendimento, do que significa, por textos de Paulo, pela Formação inicial e Crística do Apostolado, pela Inclusão ou Substituição de apóstolo no Colégio Apostólico, e a preocupação e dificuldade da aceitação de Paulo como Apóstolo.

Os apóstolos, na derivação do verbo grego apostelôo (enviar) são aqueles que foram “enviados” em missão; alguém designado para cumprir algum mandato especial.

A palavra Apóstolo envolve no seu bojo etimológico e na sua literalidade, uma definição de enviado.

Após estudar a Palavra de Deus, encontro um momento especial no Ministério de Jesus, no qual ele, após um período de Oração desce do monte, com a decisão de formar o seu Apostolado, era chegado o momento de hierarquizar seus discípulos, nomeando lideranças.

Naquele encontro, após a sua oração ao Pai, Jesus desce tendo em seu coração, uma definição, que seria fundamental, à implantação da Igreja.

Seria o grupo, que pela sua escolha formaria, a base de comando e regência espiritual da Igreja, após a sua ascensão aos céus.

Entenda que discípulo, até aquele momento era uma multidão de seguidores, incluindo as santas mulheres que o seguiam.

Jesus desce com seu Ministério Apostólico definido, não que ele não soubesse a quem escolheria, mas na obediência ao Pai, consulta-o, pelo mesmo princípio eternal, que determinou no coração de Deus o projeto da instituição da Igreja e sua vinda com o propósito de implantar um novo tempo, de plenitude da salvação dos homens.

É assim, que encontramos o início do Apostolado entre os homens: ele foi iniciado por Jesus dentre os seus discípulos.

Jesus é depositário de toda a autoridade espiritual do Pai, e está apto a delegá-la à sua Igreja. Ele aparece, durante sua vida pública, como depositário de uma exousia, uma autoridade singular, ao pregar (cf. Mt 7,29), ao perdoar pecados (cf. Mt 9,6), ao revelar-se “o Senhor do sábado” (cf. Mc 2,38), ordenar calma ao mar e ao vento, ou seja, poder sobre as forças do Universo,etc. Trata-se de poder inteiramente espiritual ...do Filho de Deus, enviado..., diante do qual os judeus levantam uma questão essencial: “De onde lhe vem a autoridade para fazer tais coisas...” (cf. Mt 21,23)”.Neste parágrafo, parte do Texto é compilado de Recanto das Letras – Uol - Dr A.M.Galvão- biblista –

A Escolha:

Lc.6.13. E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos:

Mt.10.2-5. ...os nomes dos doze apóstolos são: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Felipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu;Simão Cananeu, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu. A estes doze enviou Jesus

Jesus Cristo Instruindo ao seu Apostolado;

At.1.2. Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;

Mc.6.30. E os apóstolos ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.

Ser Apóstolo significa estar preparado para todo tipo de ataque:

Lc.11.49. Por isso diz também a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns, e perseguirão outros;

Mulheres que acompanharam os Apóstolos:

Lc. 24.10. E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago, e as outras que com elas estavam, as que diziam estas coisas aos apóstolos.

I - Apostolado:

Textos bíblicos – suporte.

Início, inclusão e Paulo:

Paulo já houvera escrito sobre a sua posição apostolar, ao pedir à Igreja, meios e direitos idênticos aos demais Apóstolos.

Veja estes textos bíblicos da Sua primeira Carta Epistolar aos de Corinto, sobre Paulo e seu Apostolado:

I Co.4. 9. Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, tanto a anjos como a homens.

I Co. 9. 1,2,5. Não sou eu livre? Não sou apóstolo? Não vi eu a Jesus nosso Senhor? Não sois vós obra minha no Senhor? Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos para vós o sou; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. Não temos nós direito de levar conosco esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?

I Co. 15. 7,9. depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos; e por derradeiro de todos apareceu também a mim, como a um abortivo.Pois eu sou o menor dos apóstolos, que nem sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de Deus. Defendendo ter estado com Jesus, da mesma maneira que os outros Apóstolos e discípulos,viram ao Cristo Glorificado após a sua morte, eles também apareceu a Paulo, diz ele.

II - Relação dos Apóstolos-Discípulos:

Chamarei de Apóstolos-discípulos aqueles que foram chamados dentre os discípulos de Jesus ao pé do Monte, onde orou para escolhê-los.

A relação abaixo, refere-se aos que estavam juntos após a morte de Jesus e do seu traidor Judas Iscariotes.

At. 1.13. E, entrando, subiram ao cenáculo, onde habitavam Pedro e Tiago, João e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, irmão de Tiago.

A Substituição no Colégio Apostólico:

Junte-se o texto abaixo e nós veremos a dificuldade da aceitação de Paulo:

At. 1:2 - Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;

Os Apóstolos tinham Autoridade diante da Igreja por esta proximidade e Escola discipular de Jesus, eram procurados para dar respostas à Igreja sobre os assuntos do Ministério e Ensino de Jesus Cristo:

Afinal, tinham tido uma Escola de três anos, com Jesus:

At. 2:37. - E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos?

At. 2:42. - E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.

At. 2:43. - E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.

At. 4:33. - E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.

Quando Jesus foi traído por Judas Iscariotes, o Colégio Apostólico ficou diminuído em seu número original, relacionado, por inferência, às promessas de Deus, e ao número original das Tribos de Israel, o que Jesus respeitou, pelo simbolismo, de que ele viera para o povo judeu, em primeiro lugar, como parte da Promessa e Aliança Davídica, a qual Deus jamais se furtará.

O Colégio Apostólico, reúne-se para estudar, pos-mortem de Jesus, agora o Cristo de Deus glorificado, nesta sua nova instalação, pós-ressurreição, como deveria se dar a substituição do Apóstolo traidor.

1- Uma Reunião da Igreja:

At. 1.15-20,22. E naqueles dias, levantando-se Pedro no meio dos discípulos (ora a multidão junta era de quase cento e vinte pessoas) disse:Homens irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus;Porque foi contado conosco e alcançou sorte neste ministério.Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite, Tome outro o seu bispado [Sl.109.8]. É necessário, pois, que, dos homens que conviveram conosco todo o tempo[...] Começando desde o batismo de João até ao dia em que de entre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição.

Escolhendo sob a direção do Paracleto [se cumprisse a Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi], os discípulos iniciaram uma reunião administrativa, a primeira reunião do Ministério da Igreja de Jesus Cristo, sem a sua liderança, na qual se discutiu a recomposição do Apostolado.

Notamos que foram colocadas algumas necessidades do novo membro, a ser escolhido:

Está explicitado no próprio texto das Escrituras, na fala de Cefas.

At. 1.21. É necessário, pois, que:

-dos homens que se puserem à escolha:

-conviveram conosco

-todo o tempo

-em que o Senhor Jesus entrou

-e saiu dentre nós,

2 - Outras qualificações dadas pelo Colégio Apostólico, agora convencionado em Concílio Apostólico:

Em Atos 15.26,27. Homens que já expuseram as suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, portanto, Judas... e Silas, os quais por palavra vos anunciarão também as mesmas coisas.

At. 1.23. E apresentaram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias.

24 E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos, mostra qual destes dois tens escolhido,

25 Para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar.

26 E, lançando-lhes sortes, caiu a sorte sobre Matias. E por voto comum foi contado com os onze apóstolos.

Ministros.At.6.4

Este é um breve perfil do que a Igreja do tempo de Paulo pensava sobre o que era ser um Apóstolo.

Havia um número determinado por Jesus.

3-Havia uma questão fundamental:

Ter acompanhado o Ministério de Jesus em todo o seu período, por isto que Matias e José – O Justo [Barsabás] foi selecionado e escolhido, ele estava dentro do perfil e qualificação necessária, para ser participante da escolha.

Aqui começa a difícil caminhada de Paulo em sua posição apostolar.

Dificultando ao mesmo defendê-la em toda a sua longa jornada ministerial.

Havia um impasse difícil de ser ultrapassado.

O Colégio Apostólico.

-A posição do Apóstolo Pedro.

-A posição dos judaizantes. At.17.13. Mas, logo que os judeus de Tessalônica souberam que a palavra de Deus também era anunciada por Paulo em Beréia, foram lá, e excitaram as multidões.

At.15.1-3. ENTÃO alguns...da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos. Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos anciãos, sobre aquela questão. E eles, sendo acompanhados pela igreja, passavam pela Fenícia e por Samaria, contando a conversão dos gentios;

Já neste caso, a posição de Paulo é de insubordinação ou no mínimo, vista como alguém, ainda sob suspeição para defender teses próprias da Igreja ou dos Apóstolos.

III -A Posição da Igreja de Jerusalém.

Atos 15.23,27. ...Os apóstolos e os anciãos, irmãos, aos irmãos dentre os gentios em Antioquia, na Síria e na Cicília, saúde...ouvimos que alguns dentre nós, aos quais nada mandamos, vos têm perturbado com palavras, [...]tendo chegado a um acordo, escolher alguns homens e enviá-los com os nossos amados Barnabé e Paulo,Homens que já expuseram as suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, portanto, Judas e Silas [22. homens influentes entre os irmãos], os quais por palavra vos anunciarão também as mesmas coisas. Tendo eles então se despedido, partiram para Antioquia e, ajuntando a multidão, entregaram a carta.

Note que para referendar a decisão de Jerusalém, junto à Igreja de Antioquia, foi-lhe mandado o Ancião Judas, como Representante e enviado especial do Apostolado, assim reforçava-se a figura da autoridade apostólica era o Apostolado quem enviava e quem orientava toda a ação da Igreja.

Paulo, sob as bênçãos do próprio Concílio de Jerusalém, continuou a implantação e expansão da Igreja gentílica, com uma visão antioquena Atos 15. 30, 35. E Paulo e Barnabé ficaram em Antioquia, ensinando e pregando, com muitos outros, a palavra do Senhor.

A Igreja de Antioquia era uma igreja, onde sentavam a mesa dos Ministros, homens de alto padrão espiritual e de conhecimento das Escrituras. At.13.1. E NA igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo.

Era uma Igreja que despontou nos primórdios da Igreja de Jerusalém, com a separação de um diácono daquela cidade;

At.6.5. E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia;

III.a- A desconfiança sobre a sua Chamada:

1-O não reconhecimento da manifestação de Jesus Cristo, a Paulo quando se dirigia à Damasco, como uma prova de sua condição Apostólica foi um dos maiores dissabores, que acompanharam o Apóstolo Paulo.

-Preocupações de Paulo e Seu Apostolado:

Quando estudamos a Epístola aos Corintíos verificamos e entendemos, que uma das preocupações de Paulo é explicitar, logo na saudação inicial da Epístola a sua posição apostolar, segundo a Vontade de Deus:

II Co.1.1. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.

Demonstra uma valoração, ao reconhecimento dos Coríntios pela sua autoridade, muito embora, vá depois, ao longo da Epístola, praticamente se desculpar de ter contristado á alguns da Igreja local.

-Evoca a sua própria consciência:

II Co.1.12,15.Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco. Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça; Leia do 16 até ao 24.

II Co.12. 12. Os sinais do meu apostolado foram, de fato, operados entre vós ..., por sinais, prodígios e milagres.

- Um polemizador pela Verdade:

Uma das características, que admiro no Apóstolo Paulo é a capacidade de polemizar sobre qualquer assunto, no interesse da verdade em Cristo.

-Assim ele se houve bem no Areópago – Atenas.

-Assim ele se houve bem contra os que lhe puniram com tortura desprezando a sua cidadania romana,“libertas civita”.

E em outros muitos casos ele é sempre defensor de uma tese que para muitos é contraditória, mas ele sempre as defende muito bem, em favor da teologia antioquena recebida em Revelação.

É esta revelação que o leva a defender o seu Apostolado, a despeito de qualquer um outro o desconsiderar, ele estava firmado na Revelação de Jesus Cristo Glorificado, que lhe assitira espiritualmente em revelação, por anos na longínqua área desértica Arábia.Gl.1.17.

A Iniciação do Apostolado e sua confirmação na visão Neo-Testamentária:

Atos 15.36,37;41. E alguns dias depois, disse Paulo a Barnabé: Tornemos a visitar nossos irmãos por todas as cidades em que já anunciamos a palavra do Senhor, para ver como estão.E Barnabé aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos.[...]Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.40 E Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu, encomendado pelos irmãos à graça de Deus. E passou pela Síria e Cilícia, confirmando as igrejas.

a-Aprendemos com o texto:

2-Paulo exerce nesta sua viagem a Síria e Cilícia, uma função totalmente Apostólica, a semelhança dos Apóstolos-discípulos.

At. 8:14 - Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João.

3-Paulo foi comissionado por uma Igreja especial, a de Antioquia, reconhecida pelos Apóstolos originais, através do Concílio de Jerusalém e referendada a se portar dentro de sua doutrina, que foi atestada como digna do evangelho de Cristo.

4- Por que Paulo foi à Jerusalém?

Porque ele já era reconhecido no seio antioqueno, primeiro como um doutor da Palavra e por sua liderança e destaque evangelizador, na formação das Igrejas na Ásia.

Paulo não é um simples obreiro de Antioquia, ele é comissionado, com a autoridade apostólica, ao confirmar as Igrejas por onde passou.

5- Esta é uma das constatações da premissa apostolar:

a-Confirmar Igrejas.

At.8.14-16. Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, tendo ouvido que os da Samaria haviam recebido a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João; os quais, tendo descido, oraram por eles, para que recebessem o Espírito Santo. Porque sobre nenhum deles havia ele descido ainda; mas somente tinham sido batizados em nome do Senhor Jesus.

At. 11.18. E, ouvindo estas coisas, apaziguaram-se, e glorificaram a Deus, dizendo: Na verdade até aos gentios deu Deus o arrependimento para a vida.

Leia do 19 até ao 30.

IV -Paulo e Cefas:

A Missão Antioquena:

Como já vimos anteriormente, Antioquia era uma das colunas do Evangelho, tinha modos próprios acentuados pela presença de homens distintos e conhecedores das Escrituras, como Paulo e Barnabé.

Dado cronológico:Após uma peregrinação pelo espaço de dois a três anos Paulo chegou a Corinto – desde a saída de Antioquia até a Epístola aos Tessalonicenses escrita de Corinto [1 Ts 3.1-6; 1.7s e At. 18.1,5] – para as comunidades na Galácia, Filipos, Tessalônica e Corinto.

1 -Local de perturbação da amizade da relação dos PP’s:

-Pedro e Paulo.

Muito embora, nenhuma outra cidade fosse tão importante para o cristianismo, como foi a cidade de Jerusalém, nos primeiros vinte anos da fé cristã, a cidade de Antioquia foi o grande centro secundário para propagação da fé cristã, pela sua independência apostólica e da Lei, pois se desagregou rapidamente da Sinagoga.

Paulo designado para a Antioquia, ali atuou por 12 anos, tornando-se o maior teólogo da primeira geração cristã, à despeito de ter subido a Jerusalém 13 anos depois.

Paulo buscou, dentro da sua visão e liberdade apostólica, outros campos para desenvolver seus trabalhos, além destas fronteiras do campo antioqueno, procurando outros centros, das províncias romanas, capitais e centros, como Corinto para divulgação do nome de Jesus Cristo.

Para falarmos desta dupla histórica e santa, devemos entender que a situação na Igreja Primeva era tensa, pela disputa daqueles que foram discípulos de Jesus e daqueles que se integravam sucessivamente [os que se haviam de salvar], deixando certo “deslumbramento”, nos que foram discípulos do Mestre e uma forma, digamos “blasé”, entre si de apontar, uns aos outros como discípulos: “nós discípulos...irmão Matias discípulo de Jesus”.

Por esta causa, creio, que Cefas tinha uma posição consolidada em seu viver apostólico, pois além de ser discípulo, fora chamado para o Círculo Apostólico, em escolho do próprio Jesus.

Isto lhe dava em Corinto, no meio da Igreja certa superioridade sobre Paulo, esta polemica trazia ao Apóstolo Paulo, certo desconforto, de tal maneira que ele nesta II Epístola [ou terceira?] se vê obrigado a traduzir na escrita a sua posição.

At.6. 2-4. E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos deste serviço. Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.

II Co.6.3,4. não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado. Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias,

Quando Paulo cita a palavra – Ministério – está usando um termo, que só os Apóstolos utilizavam, como indicador da qualidade do Colégio Apostólico, e o consubstancia com o texto de II Co.3.3-6. sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo[Jesus Cristo vive], não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração. E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; não que sejamos capazes [como vocês também não o foram, vocês também foram capacitados pelo mesmo Cristo vivo], por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.

Paulo faz um discurso contra a posição dos que, ainda, clamavam pela circuncisão [judeus-cristãos], e manutenção de padrões da Lei, como comer...E ainda apelavam para os privilégios do judaísmo e com isto buscavam em Corinto a relação mais próxima dos ministros de Jerusalém a Igreja mãe.

Ele contrapõe uma posição aos que lhe objetam que não teve relacionamento pessoal com o Ministério de Jesus, sendo portanto diminuído diante de todo o Colégio reconhecidamente formado por Jesus.

Ter conhecido a Jesus Cristo, quando ele estava em carne, não se faz conexo com a verdade da Igreja vivendo sob a égide espiritual, na orientação do Espírito Santo, que valia tem agora este conhecer, é valido, mas não mais determinante que a vida do ministério do espírito, o qual ele bem reconheceu, após o próprio Jesus Glorificado, O Cristo, se revelar pessoalmente e o chamar para ser um vaso escolhido e sofrer pelo seu Evangelho e continuar a ministra-lo como o fez com os demais Apóstolos.

I Tm.1 1. Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus...

Gl.2. 20. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.

Paulo articula uma maior afirmação e polêmica ao continuar citando sobre a Lei e a Graça.

II Co.3.7-9,12. Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo, como não será de maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça. Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar.

Paulo consubstanciará a sua posição no capítulo 11, no texto mais biográfico de suas epístolas, muito embora, Gálatas, tenha pequenos e preciosos pontos de sua vida ministerial, só nela encontrados.

-Um Apostolado de Amor pela Igreja:

Uma das mais céleres expressões de humildade de Paulo quanto ao seu ministério apostolar, foi sem dúvida, a sua ida a Jerusalém afim de, com humildade, confirmar o Evangelho que pregava, após longos anos ausente da Igreja mãe.

Muitos de nós precisamos nos referenciar, com a comunhão de outros irmãos da mesma fé em encontros, seminários, para ver se não estamos pregando em nossos púlpitos, ou ensinando em nossas Igrejas, em nossas EBD’s, Estudos e ensinos, um Evangelho puro ou um outro Evangelho, eivado de termos jamais encontrados na Bíblia com costumes inventados por nós ou por apreensão dos mesmos ao longo de nossa jornada.

Gálatas 2. 1.2,7-9. Depois, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo a Tito. E subi devido a uma revelação, e lhes expus o evangelho que prego entre os gentios, mas em particular aos que eram de destaque, para que de algum modo não estivesse correndo ou não tivesse corrido em vão.

7. antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me fora confiado, como a Pedro o da circuncisão (porque aquele que operou a favor de Pedro para o apostolado da circuncisão, operou também a meu favor para com os gentios), e quando conheceram a graça que me fora dada, Tiago, Cefas e João, que pareciam ser as colunas, deram a mim e a Barnabé as destras de comunhão, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão;

Como Paulo, tenhamos humildade de nos reciclar.

Como Paulo foi novamente referendado por Jerusalém, nos da um exemplo de firmeza e segurança continuada na Verdade da Palavra de Deus, ao longo do Ministério, sem desvios doutrinários e sem modismos.

Sempre temos muito a aprender.

Nesta ida Paulo descobre ou é ensinado [talvez, lembrado] sobre as ofertas aos pobres.

Gl.2.10-13. Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres; o que também procurei fazer com diligência.

A autoridade espiritual é tão valiosa, para Paulo, quanto à vivência pessoal com Jesus, mas, quando se está errado, nos tornamos passível da correção:

11. Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe na cara, porque era repreensível. Pois antes de chegarem alguns da parte de Tiago, ele comia com os gentios; mas quando eles chegaram, se foi retirando e se apartava deles, temendo os que eram da circuncisão. E os outros judeus também dissimularam com ele, de modo que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação.

Paulo demonstra o seu reconhecimento, do Apostolado dos primeiros discípulos [Tiago, Cefas e João], sem no entanto deixar que isto o impeça de ser Ministro da Nova aliança e com a autoridade igual repreende-los.

Paulo tem certeza que ele foi feito ministro da Nova Aliança e assim pode exercer com autoridade seu apostolado, sem dúvidas ou medo:

II Co.2. 4,6. E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;[...];mas a nossa capacidade vem de Deus...o qual...nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto. II Co.4.1. tendo este ministério, segundo a misericórdia, não desfalecemos;

Além disto ele se impregna do amor, em aprender, para ser mais útil à Igreja.

Os doutores e mestres da palavra (os didáscalos) estão incumbidos, cada um a seu modo, de ensinar a doutrina, de manifestar as verdades reveladas e tirar as dúvidas da comunidade.

Em São Paulo vemos o carinho do apóstolo com aqueles que, recebendo o mandato de Deus para ensinar a Palavra e anunciar a Boa Notícia, não se cansam de testemunhar a efusão do Espírito em seus corações missionários.

O seu assunto é um Cristo vivo e não mais um Cristo em carne, muito embora, se ele não se fizesse carne [Fp. 4.], nada teria validade em relação a sua ação salvifíca e evangelizadora aos homens.

Paulo reconhece isto em suas palavras, mais o que ele quer é declarar aos Coríntios a necessidade de Jesus Cristo, ser o único motivo de sua pregação e Apostolado, sem ele nada valeria a pena.

II Co.4. 5-7. Pois não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor; e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus.Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, é quem brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte.

É este o Apóstolo que defende o seu Apostolado contra judaizantes, gente de sua própria raça, como ele mesmo afirma, contra romanos, gregos, bárbaros, os quais ele não os vê com coloração, mas como almas carentes do pleroma da Graça em Cristo e Seu Gospel.

Até 2011 querendo Deus!

Fonte:

Bíblia Plenitude

Bíblia cortesia Tio Sam

Cristo na Teologia Paulina – L. Cerfaux

Lição CPAD

Recanto das Letras – Uol - Dr. A.M.Galvão- biblista –

Apóstolo Paulo – J. Becker – Ed. Academia Cristã.

As relações de Paulo com a congregação de Corinto:

2 Corintíos 6.1-10 - Gerson Luis Linden

George A. Kennedy

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Martin Niemöller, 1933

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