domingo, março 21

Lula se curva em Jerusalém, diante dos mortos no Holocausto...

Lula é criticado em visita a Museu do Holocausto.
Sl.122.6. Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam.

Em recente viagem diplomática a Isarel, e Oriente Médio o presidente Luís Ignácio Lula sa Silva, ao depositar flôres no Museu do Holocausto, necessitou quase ajoelhar-se , curvando-se para cumprir o ritual do protocolo cerimomial, uma demonstração de respeito a Israel, e também de humildade, em nome da quebra de tensão na região.
Lula ainda esteve no território palestino, onde inaugurou a Rua Brasil, uma homenagem palestina ao Brasil.Apesar da visita, Lula foi muito contestado em Israel devido a suas posições mais próximas aos palestinos e por não ir ao Túmulo do homem que lutou pela Instalação do Estado Israelita Theodor Herzl, já que o Brasil teve papel fundamental na consolidação do movimento sionista e não apenas através de Oswaldo Aranha na ONU.
Do Diário OnLine
Com Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, nesta terça-feira, passada um dos locais considerados mais importantes para os judeus em Israel: o Museu do Holocausto.


Lula no Parlamento – Israel.


O centro, erguido na capital israelense, Jerusalém, é uma homenagem a vítimas do regime nazista, responsável pela morte de seis milhões de pessoas.
"Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse Lula.
"A humanidade deve repetir todos os dias, quantas vezes for necessário, ''nunca mais'', ''nunca mais'', ''nunca mais''", ressaltou, de acordo com a agência BBC Brasil.
Depois da visita ao museu, o presidente plantou uma árvore no Bosque de Jerusalém. O plantio de árvores também faz parte da tradição- representa a continuidade da vida e a crença em algo divino.
A ida de Lula ao museu, no entanto, não desfez um mal-estar causado por sua desistência de visitar o túmulo de Theodor Herzl - fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.
A decisão de Lula gerou críticas de alguns setores da sociedade israelense.
Segundo a imprensa local, por causa da recusa de Lula, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, boicotou seu discurso no Parlamento israelense.
Pela mesma razão, o chanceler teria se ausentado durante o encontro de Lula com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.
Lieberman, líder do partido ultranacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio.
O porta-voz da Agência Judaica, Michel Jankelowitz, classificou de "insulto" a recusa de Lula para visitar o túmulo de Theodor Herzl. "Lula entraria para a história como o primeiro chefe de Estado a se recusar a prestar essa homenagem a Israel", disse.
Para ele, a decisão compromete as ambições do governo brasileiro de participar das negociações de paz no Oriente Médio. Lula tenta lançar o Brasil como mediador numa eventual retomada do processo de paz entre israelenses e palestinos, que está paralisado desde dezembro de 2008.
Agenda realizada-
Lula desembarcou em Belém, cidade ocupada pelos palestinos, onde se reuniu com o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, e empresários. Como em Jerusalém, o presidente defendeu a busca por um acordo na região e o direito de os palestinos terem seu território.
Lula visitou uma das áreas mais violentas da Cisjordânia - a cidade de Ramallah.
No local, ele inaugurou uma rua chamada Brasil e levou uma oferenda em homenagem a Yasser Arafat, um dos principais líderes palestinos.

Durante mais de quatro décadas Arafat defendeu uma tentativa de acordo com os israelenses, cuja ação envolve críticas e elogios.

Em seguida, o presidente brasileiro seguiu para a capital da Jordânia, Amã, onde encerrou sua visita ao Oriente Médio.

Fonte:
Diversas
Coluna de Luis Nassif

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