“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome”. At 9.1 5,16
LEITURA DIÁRIA
At 22.3- Paulo, o judeu de Tarso
At 26.4-5- Paulo, o fariseu de Jerusalém
At 8.3- Paulo, o perseguidor dos cristãos
At 9.1-18- A conversão de Paulo
At 9.20-22- Paulo, o ardoroso pregador
At 13.2- A vocação de Paulo
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
At 9:1-9
Pequeno Glossário:
O verbogregokaléo = chamar dá origem a “chama- do”, “vocacionado/vocação”, kletós- 1Co.1.1. Paulo, chamado para ser apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus...
I- INTRODUÇÃO.
Um dos melhores títulos para o Ministério de Paulo, eu conheci estudando na UPM:
Paulo, o Plantador de Igrejas.Título de um estudo da Vida Ministerial de Paulo.
A lição traz em seu titulo, a questão da Conversão de Saulo de Tarso, pessoa apresentada por Lucas, desde o Capítulo 7-8 e no Capítulo 9, do Livro de Atos dos Apóstolos, em estudo neste trimestre.
A figura de Saulo, ao aparecer no estudo desta semana, será a figura mais representativa, do Livro dos Atos do Apóstolos, com destaque, inclusive sobre as vidas e presença dos Apóstolos que viveram com Jesus, é o que nós apontamos e dizemos: Saulo, depois da sua Conversão, quando se passa a utilizar o seu nome na grafia, Paulo, domina a cena e o maior espaço do Livro de Lucas – Atos dos Apóstolos.
Gl.1.21.Depois fui para as partes da Síria e da Cilícia.
Cidadão da Região da Síria e Cilícia su a pátria.
Esta Síria é a do Norte, não a da região antioquena.
Cronologia Paulina.
Base Gálatas
Duração
Fases das Atividades de Paulo
Capítulos e Versículos
... anos;pode-se entender desde a sua ida, ainda menino para estudar com Gamaliel, até a Conversão.
Paulo, fariseu,
1.13.s
Vocação – Caminho de Damasco; Permanência em Damasco e na Arábia
1.15-17.
3 anos – 2+1
1ª visita a Jerusalém;
Após 14 dias, partida para Síria e Cilícia
1.18-20
1.21
14=13+1
Chegada em Antioquia, sem dúvida, antes do Concílio;
2ª Visita a Jerusalém:
Concílio Apostólico
2.1-10
... anos
Visita a Antioquia
2.11-21
1-Saulo Antes da Conversão:
Pela boca do próprio Paulo.
Paulo é único na questão autobiográfica no Cristianismo Neotestamentário.
Pelas suas palavras, ele se posiciona, como nenhum outro. Com o seu testemunho pessoal.
O que levou Paulo a esta posição?
A priori, sua própria Conversão, a qual é objeto dos estudos nesta semana.
Esta Conversão inicialmente assustadora, para todos os cristãos perseguidos pela sua inominável fúria farisaica.
Gl.1.12. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
Devido a esta Conversão e também a evocação de seu Apostolado, Paulo se tornou um defensor de sua conversão e escolha pelo próprio Jesus Cristo.
Isto o torna o mais incomum de todos os apóstolos.
1Co.15. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus.
Sem resvalar para a densidade e conteúdo de seus escritos [maiúsculo pela canonicidade] temos em Paulo um referencial para todo o crente, como um tipo a quem, como ele mesmo nos convoca, devemos ser imitadores;
-Na regeneração
-Na mudança de seu caráter pessoal
-Nas perseguições por ser de Cristo
-Na confirmação de que somos de Cristo e por isto somos perseguidos, nós, entre quais muitos o fizeram, antes de nossas conversões, éramos pequenos ‘Paulos’ em ira contra a Igreja de Cristo.
2-O Início, do Cristianismo narrado por Lucas, é não literário e exatamente Paulo é a exceção com a 1 Epístola aos Coríntios -1 Co.7.1 ou 2 Co.3.1, a proclamação do Evangelho é oral, a mensagem da salvação e a chamada ao arrependimento é algo notável, desde Jesus Cristo em seu ministério terreno.
Os Escritos didascálicos é notabilizado exatamente, á partir da Conversão de Paulo, s.m.j.
Outra evidencia de sua posição ímpar, foi a extensão literária, derivada em muitos casos desta necessidade informativa, cuja causa fora a sua Conversão em uma Visão Vocatica – chamar;convocar – direta do próprio Cristo.
Nenhum outro Apóstolo teve chamamento tão diferenciado, no sentido de ter se Convertido pela Pregação, chamemos assim, do próprio Cristo ressurreto. O mais próximo disto se dá com Natanael, na questão do sobrenatural místico divino e cristico.
II- Paulo em fases:
Pós-converso:
Primeira fase - repeliu praticamente todo o período judaico de sua vida.
A conversão de Paulo reorientou profundamente as motivações e a identidade, posta várias vezes, entre o judaísmo e a vida em cristo, sem circuncisão, sem regras da ‘nomia’.
2 Co.11.22.
São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu. São descendência de Abraão? Também eu.
Atos 1. 11.... Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
At.1.4-11. E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.
11 Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
Etimologia.
JÚBILO - (latim jubilum, -i, grito de alegria)
s. m. Grande contentamento; alegria expansiva. = jubilação ≠ mágoa, tristeza
Definologia. O júbilo é o estado, ato ou efeito de exultar.
Gritar de alegria.
O termo júbilo vem do idioma Latim, jubilum, “júbilo; gritos de alegria”.
Júbilo– representa um momento de conquista; um momento especial; uma ocasião feliz.
Júbilo significa: grande alegria, grande contentamento.
Lembrando que os hebreus dizem: “todas as nossas festas são chamadas: motivos de júbilo”, ou seja, a ascensão foi tal qual uma festa.
Aliya – ascensão em Hebraico
Ascensão - s.f.Ato de se elevar:comparar com: a ascensão de um balão.
Ato de ascender, de subir.
(latim ascensio, -onis) s. f.
1. Ato!Ato ou efeito de ascender. = ascenso, elevação, subida
2. Fig. Estado do que está a subir ou a elevar-se.
3. Passagem a posição ou cargo superior. = promoção
4. Relig. Elevação de Jesus Cristo ao Céu.
5. Relig. Festa que comemora esse acontecimento.
6. Relig. O dia dessa festa (quarenta dias depois da Páscoa).
lt. ascensione, tem o mesmo étimo, de ascensor, ascensorista, ascendência e descendência.
Tem também o sentido de subir, por metáfora, como na frase "o príncipe ascendeu ao trono".
Indica ainda, festa que comemora a subida de Jesus (século I) ao Céu, 40 dias depois da Páscoa.
I – INTRODUÇÃO:
Visão do autor.
Ao ler o texto nos conscientizamos de que há uma profunda necessidade de tomarmos conhecimento revelacional, deste momento na vida do Senhor Jesus.
Para melhor entendimento, do que, representou a ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
1-Para a Igreja
2-Para os discípulos
3-Para os Apóstolos.
João 15.27. ...e também vós dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio.
Demonstrando a Importância da ascensão.
Há três fases apostólicas e contundentes, com capacidade definidora, inclusive para introdução no Colégio Apostólico, e uma anterior, chamada pelo Apóstolo Paulo de “Plenitude dos Tempos”:
-Nascimento de Jesus
1-Ministério de Jesus - Batismo de Jesus no Jordão; Sua Morte;
2- Sua Ressurreição – o Momento maior da vida de Jesus.
3-Sua Ascensão - Esta era o ápice da estada de Jesus, entre seus discípulos.
Atos 1.21,22.É necessário, pois, que dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus andou entre nós, começando desde o batismo de João até o dia em que dentre nós foi levado para cima, um deles se torne testemunha conosco da sua ressurreição.
A-Ascensão e Assumpção.
Prefiro escrever na forma clássica assumpção.
Ascensão e assunção designam acontecimentos semelhantes, mas na primeira:
– ascensão - a subida se dá por conta própria
e na segunda –assumpção - a elevação depende de outros.
“A Igreja ensina que Jesus subiu sozinho ao Céu”.
Nota: A Bíblia nos ensina em:
At.1.1,2;9-11.FIZ o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
9 E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
B- Entendendo a questão de forma etimológica:
Quando pesquisava a palavra e sua etimologia pude entender, que a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, se torna muito maior do que podemos pensar, pois ela é um referencial de sua Divindade.
Entenda melhor:
Na raiz da palavra o sentido lato da mesma, requer de quem ascende força, isto é poder, ou capacidade de elevar-se por seus próprios meios.
Jesus plenamente Deus ascendeu aos céus pela sua Glória e Poder.
Jesus Cristo pode por si mesmo elevar-se ao Céu, junto ao Pai.
Sua ascensão se torna uma forma visível pelos Apóstolos e seus discípulos de que Ele pode cumprir a esperada Promessa da Sua Vinda.
Quem por seu poder pôde ascender a sua Glória e ser recebido pelo Pai, tem poder para por si mesmo, sob a sua natural obediência, as ordens do Pai voltar, por seu Eterno Poder divino, para cumprir a Promessa.
João 14.3. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
C- Jesus diz - “quando eu for” – há um significado nestas palavras, sem querer forçar a exegese, ou a etimologia.
C-1- Eu for – significa – eu tenho poder para ir ao meu Pai.
Ninguém conhecia ou homem algum poderia falar estas palavras, pois não teria poder de por si só elevar-se ás alturas celestes.
Jesus o realizou e cumpriu as suas palavras.
A ascensão de Jesus Cristo é a fase final de seu Ministério terreno.
João 14.11-12. Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.
A- O nascimento foi a Plenitude;
B- A morte a semeadura;
C- A ascensão, a flor final do Plano.
Esta etapa faz parte do Plano Eternal da salvação.
Sob o aspecto salvífico a ascensão é o encerramento comprobatório da estada de Deus entre nós, retornando a sua Glória, sob a luz do dia e à vista de seus discípulos, agora sem a ajuda alguma da Divindade, a não ser pelo seu próprio poder e glória.
Lc.1.30-35. Maria; ... achaste graça ... Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. [...] Então Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão? Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; ... será chamado santo, Filho de Deus.
Esta ascensão é confirmada, da mesma forma, que se deu o seu nascimento, com a voz de seus anjos.
A nossa teologia deve demonstrar como o Jesus histórico tornou-se o Cristo glorificado.
Nestes termos a Ascensão insere na Cristologia dois aspectos:
Jesus proclamado como Cristo e o lócus da proclamação – Kerigma da Igreja.
Jesus assumpto como Filho e Deus ao Pai
Além de inferir uma aura escatológica ao Evento final da permanência do Jesus homem, na Terra através da Ascensão visível e com ordenações neste sentido.
A visão escatológica, substanciada na Vinda de Jesus é o 'mitte' da Salvação em Jesus Cristo.
A ascensão tem uma carga explosiva na expansão da Igreja em seu crescimento e esperança.
A ascensão de Cristo é, portanto a sua retirada; a retirada de sua presença visível e corpórea, na Terra.
Isto não significa que ele não está mais aqui.
Mt.18.20. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.
II - A ASCENSÃO E A COMPREENSÃO DE SUA IMPORTÂNCIA PARA OS APÓSTOLOS:
A ascensão representa uma forma de divinalizar, aos olhos dos homens, diante de seus Apóstolos, o Cristo [Ungido de Deus].
Dar uma nova dimensão da relação Deus – homem de forma direta, pois ali estava o Filho, que disse – “quem vê a mim vê ao Pai...”
1 - Na Transfiguração:
Já conheciam a teofania e haviam vivenciado, cena idêntica:
Lc. 9.30-34.E eis que estavam falando com ele dois varões, que eram Moisés e Elias, os quais apareceram com glória, e falavam da sua partida que estava para cumprir-se em Jerusalém.Ora, Pedro ... haviam deixado vencer pelo sono; despertando, porém, viram a sua glória e os dois varões que estavam com ele.E, quando estes se apartavam dele, disse Pedro a Jesus: Mestre, bom é estarmos nós aqui [...] Enquanto ele ainda falava, veio uma nuvem que os cobriu; e se atemorizaram ao entrarem na nuvem.
Lc. 24.4. - E aconteceu que, estando elas muito perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes.
Vs.4.Eis que dois - Anjos sob a forma de homens.
Maria tinha visto um pouco antes. Eles haviam desaparecido da face destas mulheres ao chegarem ao sepulcro, mas agora apareceu novamente.
Os Apóstolos Mateus e Marcos mencionam apenas um deles, aparecendo como um homem jovem.
Comprovaram a sua divindade pelas palavras confortantes de dois anjos, quanto a sua promessa que voltaria - João 14-1.6.ss.
Necessitamos juntar o texto citado dos Evangelhos com o texto de Atos dos apóstolos para que haja pleno conhecimento do momento e entendermos a sua magnitude, seja para os discípulos e Apóstolos, como para nós, Igreja.
Parece-me que os discípulos aguardavam algo mais, seja pelo desejo da permanência de Jesus entre eles, seja pela sua presença em corpo de densidade diferenciada divina, por quase 40 dias se apresentando entre eles, nesta forma e com manifestações diferentes, seja entrando entre eles, sem as portas estarem abertas, mas ao mesmo tempo comendo peixe e mel, como todos humanos o fazem.
- E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco.
24:36. O aparecimento súbito de Jesus entre eles, embora as portas estavam fechadas [João 20:19], indica que o Senhor ressuscitado não se limitou a são seres humanos comuns.
36. Jesus estava no meio deles – a cena indica a sua glorificação e seu poder divino para, num novo corpo, abrir uma porta cerrada [fechada]. Marcos 16.14, 19; João 20.19.
Lc.24.42,43.
Então eles lhe apresentaram parte de um peixe assado, e um favo de mel;
24:42. ...peixe assado.
O Cristo ressuscitado comeu e bebeu, provando que ele não era apenas um aspecto visionário.
Ele tomou e comeu diante deles - não que ele tivesse qualquer necessidade de alimento, mas para lhes dar ainda mais evidência.
Primeiro:
Com qual, tipo de densidade corporal espiritual o Senhor ascendeu?
- Física – em corpo glorificado.
João 20.36-43.Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.E, dizendo isto, mostrou-lhes as suas mãos e o lado. De sorte que os discípulos se alegraram, vendo o Senhor.
[Era Ele mesmo, reconhecível e reconhecido, assim será conosco- teremos a mesma densidade que Jesus depois de termos nossos corpos transformados]
Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei oEspírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos.Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus,estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco.Depois disse a Tomé:Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente...
- Espiritual - glorificado pelo Pai; Senhor dos Senhores, com um Nome sobre todos os Nomes.
III -A ascensão sob a ótica de Jesus:
Ora! O próprio Jesus sabia que os céus eram a sua morada, desde as eras eternais.
Assim, Ele sabia, que voltar aos céus, era uma fase do Plano Eternal, do qual o Concílio Triúnico determinara, pela sua Eterna presciência.
João 3:10-13.“Ora ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.”
João 16.28-31.Saí do Pai, e vim ao mundo;outra vez [ele esteve na Criação] deixo o mundo, e vou para o Pai.Disseram os seus discípulos: Eis que agora falas abertamente, e não por figura alguma. Agora conhecemos que sabes todas as coisas, e não necessitas de que alguém te interrogue. Por isso cremos que saíste de Deus. Respondeu-lhes Jesus: Credes agora?
IV - Fases – detalhes:
1- Qual o local de sua ascensão?
Betânia – Lc. 24.50-53.
Localiza a Ascensão perto de Betânia, no lado leste do Monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém.
Atos 1:12. Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, que está perto de Jerusalém, à distância da jornada de um sábado [1,2 km].
a- Teofania entendida.
A aparição agnelofanica é demonstrada na Bíblia com alguns detalhes dos personagens, entre eles as veste.
Isto está presente na Ascensão. “...dois homens vestidos de branco”.
No contexto lucano encontramos esta afirmação:
Lucas 9.28,29. Cerca de oito dias ... tomouJesus consigo a Pedro, a João e a Tiago [...]. Enquanto ele orava, mudou-se a aparência do seu rosto, e a sua roupa tornou-se brancae resplandecente.
V- Exegese do Texto da Lição:
Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
Atos 1:2. ...retomada.
...através do Espírito Santo ...mandamentos.
Após a Ressurreição de Jesus comunicou aos seus apóstolos a realidade da Sua
ressurreição [João 20, 21]
- a verdade da sua vocação como Messias [Lucas 24:44-49]
- a bênção do Espírito Santo [João 20:22, 23]
- e a realidade do seu corpo físico após a ressurreição [Lucas 24:37-43].
Depois de ter dado mandamento –
No verso 3 Lucas expressa em termos gerais, o que Cristo disse aos seus apóstolos durante esses quarenta dias.
Mas nos versículos 4 e seguintes, Lucas declara o que Jesus disse no dia de sua ascensão. Ele lhes trouxe às suas lembranças, o que lhes havia falado, anteriormente, e até aquele dia.
VI - Entendendo a ascensão sob o ponto de vista Teológico.
A partir, desse dia começam os Atos dos Apóstolos.
Qual a necessidade desta ascensão?
A resposta evidente:
A Questão da Promessa.
Sl.68.18-19.Tu subiste ao alto, levando os teus cativos; recebeste dons dentre os homens, e até dentre os rebeldes, para que o Senhor Deus habitasse entre eles. Bendito seja o Senhor, que diariamente leva a nossa carga, o Deus que é a nossa salvação.
Jesus cumprira toda parte terrena humana do Plano Divino, completando o Plano da Salvação, era chegada a hora, D’Ele retornar aos céus, aonde Estevão, segundo Lucas o viu a Direita do Pai.
Jesus retoma sem ter perdido, em momento algum, o seu lugar no Reino de Seu Pai, retoma apenas, o que deixara, na kenosis [esvaziamento da sua Glória, para se tornar servo-homem remidor].
1 Pe.3.22. ...que está à destra de Deus, tendo subido ao céu; havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potestades.
JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, recorreu nesta quarta-feira à Bíblia para reafirmar o direito de seu país a Jerusalém, cidade disputada por judeus e palestinos.
Numa sessão parlamentar por ocasião dos 43 anos da conquista israelense de Jerusalém Oriental, que então pertencia à Jordânia, Netanyahu disse que o nome "Jerusalém" e sua versão hebraica "Sion" aparecem 850 vezes no Velho Testamento, cânone mais sagrado dos judeus.
"Sobre quantas vezes Jerusalém é mencionada nas Escrituras Sagradas de outros credos, recomendo que vocês chequem", disse ele.
Citando a Bíblia, Israel costuma se referir a Jerusalém como sua capital "eterna e indivisível" - designação que não é reconhecida internacionalmente, já que os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como capital do seu eventual Estado.
2 Livro das Crônicas.33.4.Em Jerusalém estará o meu nome eternamente.
Destruída como capital dos judeus pelos romanos no século 1o da nossa era, Jerusalém foi uma cidade cristã sob seus sucessores bizantinos, até cair no domínio dos árabes muçulmanos, no século 7o. Cruzados europeus a recuperaram por mais um século, antes de outros 700 anos de controle islâmico - até que os britânicos derrotassem os turcos otomanos, em 1917.
Em 1947, quando os britânicos preparavam a descolonização, a ONU propôs que a cidade ficasse sob controle internacional, como um "corpus separatum".
A proposta acabou sepultada sob a guerra de criação de Israel - o Estado judeu ficou com a parte oeste, e a Jordânia manteve o leste da cidade até a Guerra dos Seis Dias (1967), quando toda ela passou ao controle judaico.
Atualmente, 750 mil pessoas vivem num município com limites definidos por Israel, mas sem reconhecimento internacional. Dois terços da população são de judeus, e o restante é de muçulmanos palestinos.
Jerusalém também é considerada a terceira cidade mais sagrada do Islã, atrás de Meca e Medina, porque ali fica a mesquita de Al Aqsa, numa praça venerada por judeus por conter os vestígios de dois templos de épocas bíblicas.
Pressionado por um parlamentar da minoria árabe de Israel, Netanyahu ofereceu uma aula de religião comparada.
"Já que o senhor perguntou: Jerusalém é citada 142 vezes no Novo Testamento, e nenhum dos 16 nomes árabes de Jerusalém é citado no Alcorão. Mas numa interpretação ampliada do Alcorão do século 12, uma passagem faria referência a Jerusalém."
Netanyahu não citou, no seu discurso, as negociações indiretas com os palestinos sob mediação dos EUA, retomadas após um hiato de 18 meses.
Mas ele prometeu que Israel preservará Jerusalém inteira para si, assegurando a liberdade de culto em seus templos - embora nos últimos anos Israel tenha várias vezes proibido muçulmanos de rezarem em Al Aqsa. Cristãos da Cisjordânia também se queixam de dificuldades de acesso às igrejas hierosolimitas.
"Não há prejuízo, nem pretendo prejudicar, a conexão de outros com Jerusalém", disse Netanyahu. "Mas confronto a tentativa de prejudicar, complicar ou ofuscar a conexão única que nós, o povo de Israel, temos com a capital de Israel."
Sl.122.6. Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam.
Em recente viagem diplomática a Isarel, e Oriente Médio o presidente Luís Ignácio Lula sa Silva, ao depositar flôres no Museu do Holocausto, necessitou quase ajoelhar-se , curvando-se para cumprir o ritual do protocolo cerimomial, uma demonstração de respeito a Israel, e também de humildade, em nome da quebra de tensão na região. Lula ainda esteve no território palestino, onde inaugurou a Rua Brasil, uma homenagem palestina ao Brasil.Apesar da visita, Lula foi muito contestado em Israel devido a suas posições mais próximas aos palestinos e por não ir ao Túmulo do homem que lutou pela Instalação do Estado Israelita Theodor Herzl, já que o Brasil teve papel fundamental na consolidação do movimento sionista e não apenas através de Oswaldo Aranha na ONU.
Do Diário OnLine
Com Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, nesta terça-feira, passada um dos locais considerados mais importantes para os judeus em Israel: o Museu do Holocausto.
Lula no Parlamento – Israel.
O centro, erguido na capital israelense, Jerusalém, é uma homenagem a vítimas do regime nazista, responsável pela morte de seis milhões de pessoas.
"Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse Lula.
"A humanidade deve repetir todos os dias, quantas vezes for necessário, ''nunca mais'', ''nunca mais'', ''nunca mais''", ressaltou, de acordo com a agência BBC Brasil.
Depois da visita ao museu, o presidente plantou uma árvore no Bosque de Jerusalém. O plantio de árvores também faz parte da tradição- representa a continuidade da vida e a crença em algo divino.
A ida de Lula ao museu, no entanto, não desfez um mal-estar causado por sua desistência de visitar o túmulo de Theodor Herzl - fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.
A decisão de Lula gerou críticas de alguns setores da sociedade israelense.
Pela mesma razão, o chanceler teria se ausentado durante o encontro de Lula com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.
Lieberman, líder do partido ultranacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio.
O porta-voz da Agência Judaica, Michel Jankelowitz, classificou de "insulto" a recusa de Lula para visitar o túmulo de Theodor Herzl. "Lula entraria para a história como o primeiro chefe de Estado a se recusar a prestar essa homenagem a Israel", disse.
Para ele, a decisão compromete as ambições do governo brasileiro de participar das negociações de paz no Oriente Médio. Lula tenta lançar o Brasil como mediador numa eventual retomada do processo de paz entre israelenses e palestinos, que está paralisado desde dezembro de 2008.
Agenda realizada- Lula desembarcou em Belém, cidade ocupada pelos palestinos, onde se reuniu com o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, e empresários. Como em Jerusalém, o presidente defendeu a busca por um acordo na região e o direito de os palestinos terem seu território.
Lula visitou uma das áreas mais violentas da Cisjordânia - a cidade de Ramallah. No local, ele inaugurou uma rua chamada Brasil e levou uma oferenda em homenagem a Yasser Arafat, um dos principais líderes palestinos.
Durante mais de quatro décadas Arafat defendeu uma tentativa de acordo com os israelenses, cuja ação envolve críticas e elogios.
Em seguida, o presidente brasileiro seguiu para a capital da Jordânia, Amã, onde encerrou sua visita ao Oriente Médio.
II Sm.5.10. Davi ia cada vez mais aumentando e crescendo, porque o Senhor, Deus dos Exércitos, era com ele.
Leitura Bíblica em Classe:
II Sm.5.6-10. Depois partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus, que habitavam naquela terra, e que falaram a Davi: Não entrarás aqui; a menos que lances fora os cegos e os coxos [os cegos e os coxos te repelirão]; querendo dizer: Davi de maneira alguma entrará aqui.Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi. Porque, Davi disse naquele dia: Qualquer que ferir os jebuseus, e chegar ao canal e aos coxos , e aos cegos,[suba ao canal, e fira a esses coxos e cegos], que a alma de Davi aborrece, será cabeça e capitão. Por isso se diz: Nem cego nem, coxo entrara na casa. Assim habitou Davi na fortaleza, e lhe chamou a Cidade de Davi; e Davi foi edificando [levantando] edifícios em redor, desde Milo até [para] dentro. E Davi ia cada vez mais aumentando e crescendo, porque o Senhor, Deus dos Exércitos, era com ele.
Texto devocional reflexivo:
I Co.3.1.ss. E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis; porquanto ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja e contendas, não sois porventura carnais, e não estais andando segundo os homens? Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; não sois apenas homens? Pois, que é Apolo, e que é Paulo, senão ministros pelos quais crestes, e isso conforme o que o Senhor concedeu a cada um? Eu plantei; Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. De modo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
Naiote - Heb. Nayôth e Nawyoth, de significado desconhecido.A primeira leitura é preferida pelos massoretas, enquanto que a segunda é apoiada por certos manuscritos da LXX. Um local “em Ramá”, onde Samuel e os “filhos dos profetas” moravam e onde David esteve durante algum tempo escondido de Saúl (1Sm 19:18, 19, 22, 23; 1Sm 20:1). Alguns sugerem que o termo hebraico significa “habitação”, no sentido de “dormitório” e no qual os profetas viveriam.A localização e o significado de Naiote são obscuros. Julgou-se que era um distrito de Ramá, ou algum lugar nas redondezas, onde os profetas associados a Samuel tinham sua residência (1 Sm 19.20,22). O nome pode ser derivado de um termo que significa “moradia”.
Definição adotada pelo autor deste texto: – rancho dos profetas.
Ramá (chamado Ramataim-Zofim, literalmente, "as alturas do Zuphite", mais um nome para a cidade) foi o berço, e lar de Samuel, o último juiz (1 Samuel 1).
Um pouco de História:
As obras dos muros de Jerusalém, começaram em 1537 e foram concluídas em 1541 (portanto, pouco tempo depois do descobrimento do Brasil). Quem visita Israel pode, ainda hoje, ver esses imponentes muros e seus majestosos portais circundando a velha Jerusalém.
Uma parte da cidade, porém, ficou do lado de fora dos muros!
Talvez tenha sido por erro dos arquitetos ou, talvez, por ganância, pois, fazendo um muro menor, sobraria algum dinheiro para eles. E, sabe o que os engenheiros do sultão deixaram do lado de fora dos muros?
Justamente a área onde o rei Davi construíra seu palácio!
A Bíblia diz que “habitou Davi na fortaleza e lhe chamou a Cidade de Davi; foi edificando em redor, desde Milo e para dentro.... Hirão, rei de Tiro, enviou mensageiros a Davi, e madeira de cedro, e carpinteiros, e pedreiros, que edificaram uma casa a Davi” (II Samuel 5:9 e 11). Jorge Fabbro
Sião, Cidade de Davi, Fortaleza de Davi – II Cr.5.2. Então Salomão congregou em Jerusalém os anciãos de Israel, e todos os cabeças das tribos, os chefes das casas paternas dos filhos de Israel, para fazerem subir da cidade de Davi, que é Sião, a arca do pacto do Senhor.
Sião era uma fortaleza sobre uma das cinco elevações sobre as quais Jerusalém foi edificada;
Acra;
Bezeta;
Moriá;
Ofel;
Sião, -colina no extremo sul-numa das extremidades da muralha de Jerusalém.
Elevando-se a leste de Jerusalém, o Monte das Oliveiras. Hoje mais conhecida como cenário do martírio e ascensão de Cristo e da traição de Judas no Jardim do Getsemani, a colina sempre foi sagrada para os habitantes da cidade.
Suas encostas têm sido usadas como campo de sepultamento desde o terceiro milênio a.C.
Os jebuseus cavaram tumbas por volta de 2.400 a.C.
Entre as muralhas e a colina fica o com várias tumbas dos séculos 1º e 2º a.C.
Na extremidade sul do Vale de Josafá fica o local do assentamento de 3.000 anos que se transformou em Jerusalém (a Cidade de Davi).
O canal citado na passagem da leitura bíblica em classe era o Canal de Giom [no Vale do Cedrom, entre Muros da Cidade atual e o Monte das Oliveiras] superior ou manancial de água, que ia em direção à cidade, para supri-la de águas potáveis.
Milo – não é mesma Milo de Juízes 9.6,20. Era um grande aterro para expansão e edificação da cidade.
O desafio de conquistar Jerusalém:
Por que Davi tomou Jerusalém?
Logicamente, ele tinha motivos para conquistá-la.
Mas quais?
Herbert Donner nos aponta motivos.
O primeiro deles poderia ser definido como político e o segundo como estratégico.
Davi já era rei tanto das tribos do norte (Israel) como das tribos do sul (Judá.).
Porém, sua capital era Hebrom.
Uma capital tão ao sul, poderia fortalecer a já conhecida rivalidade entre as tribos. Jerusalém é mais central e poderia incentivar a unidade do reino.
“A tomada de Jerusalém e a instalação da residência do rei aí foi uma solução genial e ideal dos problemas políticos com os quais Davi se via confrontado. Jerusalém era uma grandeza independente entre Israel e Judá; como príncipe da cidade-estado de Jerusalém, Davi estava por assim dizer, entronizado acima do dualismo entre o Norte e o Sul.”
Para reforçar este projeto, Davi procurou dar um caráter religioso a Jerusalém, trazendo a Arca da Aliança para lá.
O outro motivo, ao qual Donner parece não dar tanta atenção é o estratégico. Antes da conquista, Jerusalém fazia parte de um cinturão decidades cananéias que ainda resistiam no território.
O objetivo então, seria dominar estas cidades e fortalecer o domínio hebreu na Palestina.
Davidiano e davídico:Tenho escrito e pensado nos dois termos.
Esqueça que você já conhece de polêmica sobre o termo davidiano.
Estou escrevendo, sobre o termo davidiano, como um autor escreveria, sobre um personagem de nome Davi, seja ele quem for, o Davi bíblico ou um escritor, pensador, literato; quando se usa um termo , ou costume utilizado pelo tal Davi, diz-se do mesmo: davidiano .
Parece-me que, davidiano, é mais ligado a Davi, como tipo de Jesus, isto é ao Filho do homem, Davi, com suas imperfeições, como tipo, mas mesmo assim conquistador e expansionista.
Davídico, na minha ótica é mais intensamente ligado a Jesus Cristo, o seu Reino Messiânico, eterno e para sempre, profetizado nas palavras do próprio Deus, através dos seus proclamadores atalaias da sua vontade.Vide texto supra.
Assim, quando Jacó exclama:
Gn. 49. 9-11. Judá é um leãozinho. Subiste da presa, meu filho. Ele se encurva e se deita como um leão, e como uma leoa; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de autoridade dentre seus pés, até que venha aquele a quem pertence; e a ele obedecerão os povos. Atando ele o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à videira seleta, lava as suas roupas em vinho e a sua vestidura em sangue de uvas.
Ou, o utilizado pelo próprio Deus:
Rute 4. 17,22. E as vizinhas deram-lhe nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho, E chamaram ao menino Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi.Obede gerou a Jessé, e Jessé gerou a Davi.
Qual a importância do destaque no livro de Rute.
A importância é sobretudo messiânica e real, mas, de um Reinado profeticamente a ser instaurado, pela casa de Judá, ou de Davi, o qual inevitavelmente chegará ao “pleroma” na Vinda do Filho de Davi e a Expansão do Seu Reino Eterno-Divinal, “post mortem”.
‘O prestígio de Davi na história cronista se deve à significação messiânica dada então a essa figura.
Portanto, o título “Filho de Deus” aplicado a Jesus tem uma conotação política e coletiva, muito mais do que metafísica individual.
“Filho de Deus” remete a uma dimensão pública da compreensão de Jesus Cristo, e “Messias” remete, portanto, à redenção davídica do povo de Israel, título que Jesus mesmo não rejeitou (cf. Mc 14, 61), pois seus seguidores continuaram a reconhecê-lo como “Messias e Filho de Davi”’ (Mc 9, 47).site missão e adoração.
A posição de Davi e a mesma do escritor da Epístola, Tiago ou de Paulo:
Desafiado por deboche do Inimigo:
Você não pode.
Você é um perdedor.
Você não consegue.
Você é pequeno.
Tua força é pequena.
Estes são os desafios que atingem a mente de muitos, ou de todos, querendo nos fazer desanimar e admitir que não temos forças, contra o nosso Inimigo.
Tg. 4.7. Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.
II Co.12. 10. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco, então é que sou forte.
-“A menos que lances fora os cegos e os coxos [os cegos e os coxos te repelirão]” – era um dito, ou provérbio escarnecedor, para dizer sobre a fragilidade do inimigo ou de alguém.Assim poderia ser interpretado, como: “podemos colocar, até os coxos e cegos para lutarem contra ti” ou tu és tão fraco - em resposta - que podemos até colocar: cegos e coxos para lutar contra ti.
Nunca despreze os teus inimigos.
Por isso se diz: Nem cego nem, coxo entrara na casa. Em lembrança a este dito, ou seja, em relação a inimigos ou aos “jebuseus” que andavam entre Israel.
I Cr. 11.4. Então Davi, com todo o Israel, partiu para Jerusalém, que é Jebus; e estavam ali os jebuseus, habitantes da terra.[...] Davi tomou a fortaleza de Sião, que é a cidade de Davi. E edificou a cidade ao redor, desde Milo em diante; e Joabe reparou o resto da cidade. Davi tornava-se cada vez mais forte; porque o Senhor dos exércitos era com ele.
A visão de expansão do reino que Davi executou, teve a visão de Jesus Cristo para a expansão do seu reino.
Ou seja, qualquer que seja, a expansão que se executa no Reino de Deus, é toda ela proporcionada pelo pensamento da Edificação de um Reino espiritual, que é o Reino de Deus aqui na Terra.
Mateus 6.9,10. Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome;venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
AVisão Expansionista de Davi-
A visão expansionista de Davi, não era uma visão própria, mas era a visão do cumprimento, das Promessas de Deus ao Seu Povo – Israel.
Para Davi, assim como Jesus Cristo, se faz necessário a expansão do Reino de Deus, sob a égide de Deus, para realização e exaltação das Palavras proclamadas ao longo dos séculos pelo próprio Deus!
As profecias exaradas ao longo de séculos, ainda ecoavam no coração de Davi, sendo o moto, que o levava a querer atingir, como instrumento, tipo de Jesus Cristo, em primeiro lugar: “O Crescimento do Reino de Deus”.
Cabeça e capitão, significam aqueles que ajudam no crescimento do Reino de Deus, avançando sobre as colunas inimigas, assim como os Apóstolos e a Igreja primitiva, receberam ordens diretas de Jesus Cristo para realizarem a Obra de Deus com ousadia, dando sobre os inimigos de Deus, não mais com a espada material, mas com a espada do espírito e a espada da Palavra de Deus., e assim se fizeram capitães e cabeças, reis e sacerdotes do reino de Deus em expansão aqui na Terra, até chegarmos a Sião celestial.
A expansão do reino davidiano, era uma demonstração de que Deus confirmou sua coroação diante das nações.
Deus trabalhou através do rei Davi para expandir seu reinado a toda terra. As forças pagãs se submeteram a ele, honraram-lhe e se juntaram a ele. Isto prefigura as muitas maneiras pelas quais, o reinado de Cristo triunfou mundialmente nos grande avivamentos do passado, especialmente através de empreendimentos missionários e através de reformas sociais. Deus não tem menos em mente para nossa geração – de fato, muitos sentem que esta ênfase missionária pode ser o avanço final.
O futuro da Nação:
Expansão é conquistada com União e Unidade:
Israel como povo estava com os olhos voltados a tudo que Davi fazia. O Rei Davi era o foco e alvo da Confederação, assim como estamos olhando para Jesus como nossa esperança.
Hb.12. 2. ...fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé.
Davi era visto como o único homem em Israel que poderia consumar a consolidação da Nação.
Os anciãos vieram e coroaram a Davi como seu Rei com a esperança de conduzi-los a uma situação definitiva, dentro de um cenário circunvizinho de Nações belicosas, sobre as quais Davi havia demonstrado sua Unção e força.
A vinda dos anciãos, até Davi em Hebrom, foi, antes de tudo, um gesto de esperança, que queria dizer:
“Dê-nos uma direção. Você é o único com condições de nos fazer uma Nação!”
“Buscaram a única esperança que tinham, e o fizeram em unidade. Eles sabiam que o avivamento, ou a consolidação nacional, que Davi lhes poderia proporcionar somente viria, assim que ele assumisse a liderança de todas as tribos – de todo o povo de Deus. Fosse o que fosse que o futuro trouxesse sobre toda a nação, seria sobre todos eles juntos. Nenhuma tribo sobreviveria por muito tempo, sozinha"DaviBryant.
Davi através, até mesmo da ação predatória de Saul, em querer matá-lo, em ciladas ou arroubos de sandice espiritual, ficou marcado pelos êxitos em suas conquistas, no dizer do texto bíblico: “em entrar e sair diante do povo”.
II Sm.8.1-11. ...Davi derrotou os filisteus, e os sujeitou; e Davi tomou a Metegue-Ama das mãos dos filisteus.Também derrotou os moabitas[...] Davi também derrotou a Hadadézer, filho de Reobe, rei de Zobá, quando este ia estabelecer o seu domínio sobre o rio Eufrates.[...]Os sírios de Damasco vieram socorrer a Hadadézer, rei de Zobá, mas Davi matou deles vinte e dois mil homens.Então Davi pôs guarnições em Síria de Damasco[...]E o Senhor lhe dava a vitória por onde quer que ia. E Davi tomou os escudos de ouro que os servos de Hadadézer [...]e os trouxe para Jerusalém.De Betá e de Berotai, cidades de Hadadézer, o rei Davi tomou grande quantidade de bronze. ...Toí, rei de Hamate, ouviu que Davi ferira todo o exército de Hadadézer, mandou-lhe seu filho Jorão para saudá-lo, e para felicitá-lo por haver pelejado contra Hadadézer e o haver derrotado[...] Jorão trouxe consigo vasos de prata de ouro e de bronze,os quais o rei Davi consagrou ao Senhor, como já havia consagrado a prata e o ouro de todas as nações que sujeitara.
Tudo que conquistamos na Obra do Senhor não é nosso é consagrado ao Senhor, muitos tem se esquecido disto e depois não entendem quando perdem batalhas como os hebreus contra Aí.
A Expansão continuada:
Com menos de uma década após a morte do seu ferrenho perseguidor e antecessor, todo Israel acudiu a Davi, que começara a reinar sobre a pequena parcela hebréia, do reino de Judá.
Com seus êxitos militares e alianças amistosas, logo Davi controlava a extensão desde o rio do Egito e o golfo de Acaba, até a costa fenícia e a terra de Hamate.
A conquista do Edom, permitiu a Davi alcançar condições de desenvolvimento econômico para Israel.
Assim, além da questão estratégica, lhe deu uma fonte de recursos naturais, por ser uma região rica em ferro [material monopolizado pelos filisteus; lembra-se?], e o cobre outro material nobre, que possibilita ligas quimicamente importantes, na arte da guerra e na vida do povo.
Muitas vezes, embates com nosso Inimigo, são permitidos por Deus, para que nós conheçamos suas estratégias, armas e ferramentas e possamos adquirir conhecimento destas armas, para derrotá-lo.
Assim aconteceu nos embates [dois grandes]de Davi após ser empossado como rei de Israel.
Não usemos a expansão apenas como conquista, mas aprendamos como conter nossas forças, o momento de avançar esperando a ordem de Deus e seremos bem-sucedidos em nossas guerras!
O deserto árabe, se estende para o sul do Mar Morto [hoje a região oriental está a Jordânia, com suas grandes industrias químicas, como Israel do outro lado] e vai até ao Golfo de Acaba. Assim, II Sm demonstra as fortificações protetoras da expansão davidiana, mesmo em situações aparentemente só expansionistas, mas sob a direção do Senhor. 8.14.6. Então Davi pôs guarnições em Síria de Damasco, e os sírios ficaram por servos de Davi, pagando-lhe tributos. E o Senhor lhe dava a vitória por onde quer que ia..
Ao sul, Davi conquista Damasco, ligada a Hadade-ezer [veja I Cr.19 e I Cr.20], que citado no nosso comentário da Lição 06, tornou-se tributário de Davi,o qual de posse de riquezas, demonstra, o seu perfil de generosidade e lealdade a alianças, mesmo após a morte do aliançado: Jônatas, usando de misericórdia com Mefibosebete, filho de seu considerado amigo.Ao qual deu uma pensão vitalícia e assento à sua mesa.Quando nós somos abençoados por Deus e ele concede expansão de nossas estacas, não nos esqueçamos dos amigos do início da jornada, que nos foramúteis e nos livraram a vida, a despeito de serem atingidos duramente por nós.
A expansão, às vezes, pode ser iniciada por nosso antecessor. Foi assim, com a região nordeste de Israel desde o tempo de Saul, as tribos amonitas e aramaicas inimigas de Israel, tiveram o mesmo destino de outros inimigos de Israel e a sua conquista foi consolidada por Davi.I Sm.14.47,48. Tendo Saul tomado o reino sobre Israel, pelejou contra todos os seus inimigos em redor: contra Moabe, contra os filhos de Amom, contra Edom, contra os reis de Zobá e contra os filisteus; e, para onde quer que se voltava, saía vitorioso. Houve-se valorosamente, derrotando os amalequitas, e libertando Israel da mão dos que o saqueavam.
A Unidade que criou condições para Expansão: II Sm.2. 3. Davi também derrotou a Hadadézer, filho de Reobe, rei de Zobá, quando este ia estabelecer o seu domínio sobre o rio Eufrates.
I Cr.13.1,5. Convocou, pois, Davi todo o Israel desde Sior, o ribeiro do Egito, até a entrada de Hamate, para trazer de Quiriate-Jearim a arca de Deus.
O Êxito de Davi foi consubstanciado, por uma aproximação ao Deus dos patriarcas, O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus dos Exércitos de Israel, como já dito em nosso comentário da semana anterior [“Yahweh Tsabaoth, Elohim Tsabaot Elohey Yisrael”.]
Davi foi sobretudo um homem preocupado com as vontades de Deus, representadas em minudência em cada ação ou execução do seu plano salvífico, que perspassa pelo Governo davídico execido, no homem Davi.
Por entender cada detalhe do Plano de Deus, Davi, depois de um início turbulento, com a casa de Saul, consolidou seu reino, entre as nações vizinhas, com grande respeito e não foi desafiado por poderes estrangeiros, o que demonstra a posição de grandeza da sua expansão, impondo temor e respeito entre os povos.
Mesmo algumas ações como a tomada da região dos jebuseus, se mostraram necessárias no contexto davídico-messiânico, como prova de que a terra que Deus nos promete é nossa e ele nos dará, ainda que tenhamos que lutar.
Algumas posições, são necessárias, próprias e propícias para a Expansão do Reino de Davi, e também do Reino de Deus.
Em primeiro lugar, é necessário:
União de pensamento,
União de propósito,
A presença de Deus no seio da Congregação,
O coração do Rei firmado em Deus,
At.2.44. Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum.[...] E, perseverando unânimes todos os dias no templo [...]E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.
É necessário entender, que esta expansão promovida no reinado do rei Davi, só foi bem-sucedida, pelo que havia dentro do homem escolhido, amado por Deus e pelo povo:
Características pessoais, e fatos advindos deste traço de sua personalidade, que garantiram o pensamento expansionista de Davi.
Os textos bíblicos abaixo, demonstram claramente, que Davi caiu nas linhas agradáveis, do povo e suas lideranças.
Assim, todos em Judá e Israel puderam unir-se em redor de alguém que comunicava Unidade, sem acepções.
Era amado e sabia conduzir-se no meio do povo:
I Sm.18.16. Mas todo o Israel e Judá amavam a Davi, porquanto saía e entrava diante deles.
Pelo segredo do seu coração e pelo seu amor para com o Senhor Deus dos Exércitos de Israel:
-Bem sucedido;
-Deus era com ele;
I Sm.18.14. E Davi era bem sucedido em todos os seus caminhos; e o Senhor era com ele.
I Sm.18.28. Mas quando Saul viu e compreendeu que o Senhor era com Davi e que todo o Israel o amava,
A lâmpada de Israel foi guardada pelo profeta:
Procurou o homem de Deus para aconselhar-se, não foi a outro para contar o seu problema:
I Sm.19.18. Assim Davi fugiu e escapou; e indo ter com Samuel, em Ramá, contou-lhe tudo quanto Saul lhe fizera; foram, pois, ele e Samuel, e ficaram em Naiote.
Um Local de Refúgio de Davi durante a espera do Tempo de Deus:
Na escola profética de Samuel.
O primeiro pensamento de Davi foi o de encontrar Samuel, ele foi ao encontro do profeta em Ramá, e lhe participou tudo quanto Saul lhe fizera (1 Sm 19. 18).
O Segredo da Expansão e Crescimento vem dos Céus.
I Cr.11.9. Davi tornava-se cada vez mais forte; porque o Senhor dos exércitos era com ele.
A Estratégia faz parte do Plano de expansão:
Davi foi bem sucedido por dar continuidade no Plano divino para dação de uma extensão de terra, prometida, aos patriarcas, ou seja, A Terra Prometida.
A Estratégia de Deus foi comunicada ao coração de Davi, assim como a expansão da Igreja local é comunicada, ao coração do Líder local ungido por Deus.
Deus exercera a sua soberania de escolha, ao firmar um pacto com um homem de Ur, da Mesopotâmia, ao qual escolhera, para instalar naquela parte do Mundo, um povo que adorasse o seu nome e fosse o portador e receptor dos seus oráculos divinos – As Escrituras Sagradas, e por elas expandisse o seu Nome e proclamasse o seu poder e unicidade divina. Rm.3.1.ss. Que vantagem, pois, tem o judeu?[...] Muita, em todo sentido; primeiramente, porque lhe foram confiados os oráculos de Deus...29.ss. É porventura Deus somente dos judeus? Não é também dos gentios? Também dos gentios, certamente, se é que Deus é um só... arrazoa O Apóstolo São Paulo.
Assim a Expansão da Igreja atual também só será bem-sucedida, se for executada sobre a égide da verdade da Palavra de Deus, através de Cristo. Vide texto abaixo, de Atos dos Apóstolos.
O Novo testamento é rápido e simples em destacar o Plano estratégico para alcançar a expansão do Cristianismo.
Jesus declara aos seus discípulos como deveriam realizá-lo e por onde começa-lo.
Atos 1. 8. Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.
Atos 2. 29.ss. Irmãos, seja-me permitido dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura. Sendo, pois, ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que faria sentar sobre o seu trono um dos seus descendentes, prevendo isto, Davi falou da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção.
A Unidade que criou condições para Expansão:
É necessário entender, que esta expansão só foi bem-sucedida, pelo que havia dentro do homem escolhido e amado por Deus e pelo povo:
Características pessoais, e fatos advindos deste traço de sua personalidade, que garantiram o pensamento expansionista de Davi.
Os textos bíblicos abaixo, demonstram claramente, que Davi caiu nas linhas agradáveis, do povo e suas lideranças.
Assim, todos em Judá e Israel puderam unir-se em redor de alguém que comunicava Unidade, sem acepções.
I Sm.18.16. Mas todo o Israel e Judá amavam a Davi, porquanto saía e entrava diante deles.
I Sm.18.14. E Davi era bem sucedido em todos os seus caminhos; e o Senhor era com ele.
I Sm.18.28. Mas quando Saul viu e compreendeu que o Senhor era com Davi e que todo o Israel o amava,
A lâmpada de Israel foi guardada pelo profeta:
I Sm.19.18. Assim Davi fugiu e escapou; e indo ter com Samuel, em Ramá, contou-lhe tudo quanto Saul lhe fizera; foram, pois, ele e Samuel, e ficaram em Naiote.
É preciso que entendamos alguns princípios que regem o reino de Deus e que por extensão regem aos que são chamados para liderar, seja sobre uma Nação – Davi;
Seja sobre uma Igreja;
Seja sobre uma família.
Três segmentos, que Deus quer que se expanda.
Gn.10.21.ss.Esses são os filhos de Sem segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, segundo as suas nações. Essas são as famílias dos filhos de Noé segundo as suas gerações, em suas nações; e delas foram disseminadas as nações na terra depois do dilúvio.
Nação- Gn.12.2. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. II Cr.7. 14. E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
Gn.13. 14.ss. disse o Senhor a Abrão [...]olha desde...onde estás, para o norte, para o sul, para o oriente e para o oriente;toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre...farei a tua descendência como o pó da terra;[...]se puder ser contado o pó da terra, então também poderá ser contada a tua descendência. Levanta-te, percorre esta terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a darei a ti...
Mt. 28.18,19. E, aproximando-se Jesus[...]dizendo: Foi-me dada toda a autoridade[...] Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Não fique parado, mas procure ver e ouvir o que Deus tem para você, não apenas as questões materiais, mas, as primícias espirituais para expansão do teu ministério, que será a expansão doreino de Deus através de voc~e e eu como o pequeno Davi.
Igreja- Ef.4.16. ... do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor.
At. 1.8. Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.
Família- Gn.1. 28.Então, Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a;
O Mandato Social:
A Expansão é projeto de Deus para todos os, que seguem sua Palavra, isto é a Sua Igreja.
Este mandato é uma declaração principial de Deus, desde a criação adâmica, passando por Noé, através da raiz hebraica semita, em seu filho Sem, e pelo Patriarca Abraão.
Gn.9.26,27. Disse mais: Bendito seja o Senhor, o Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo. Alargue Deus a Jafé, e habite Jafé nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
Gn.10.21.ss. A Sem, que foi o pai de todos os filhos de Eber [...] Esses são os filhos de Sem segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, segundo as suas nações. Essas são as famílias dos filhos de Noé segundo as suas gerações, em suas nações; e delas foram disseminadas as nações na terra depois do dilúvio.
Quadro Bíblico:
Prosperidade e Supremacia:
II SmI Cr.
Lista das nações conquistadas –8.1-1318.1-13
Davi – bênçãos compartilhadas-8.15-9.1318.14-17
A Fome-21.1-14
Derrotas dos amonitas, sírio e filisteus- 10.1-18
21.15-2219.1-20.8
Canção de Libertação- [ Sl.18] 22.1-51
Conclusão:
O reconhecimento de Davi, que era o Senhor que lhe proporcionara tais vitórias expansionistas está expresso em Sl.18 e II Sm. 22.1-51.
Sejamos agradecidos a Deus é ele que dispara as suas flechas contra os nossos inimigos, vôo nas asas de seus querubins para nos socorrer.Aleluia!
Fonte:
De "The Hope at Hand" (A Esperança às Portas) de David Bryant.
Arauto da Sua Vinda, ano 18, nº 1
Flávio Afonso Pedro
Projeto de Pesquisa Arqueologia do Antigo Oriente
Universidade Metodista de São Paulo
Israel - Memória da cidade de Davi
Daniel Augusto Schmidt
IEM de Atibaia.
Jorge Fabbro – Arqueólogo, coordenador do Curso de Pós-Graduação em Arqueologia do Oriente Médio Antigo na Universidade de Santo Amaro (Unisa) e presidente da Associação de Amparo à Criança e ao Adolescente (Educriança).
Para quem estuda a Arqueologia - Mapas do Antigo Testamento e do Novo Testamento.
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Seja solidário "Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."Martin Niemöller, 1933
A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em: 1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).