domingo, março 27

Bullying..O que você faria, se fosse seu Filho?


Como identificar o bullying

Ec.7. 7. Verdadeiramente a opressão faz endoidecer até o sábio...
Bullying: identifique se o seu filho é vítima desse tipo de intimidação
Da Redação -Em São Paulo
Pouco antes do horário de ir à escola, a criança diz que tem dor de barriga e pede para faltar. Em casa, não desgruda da Internet. 
Senhor pai ou responsável: pense duas vezes antes de castigar seu filho ou chamá-lo de preguiçoso. 
Você pode ter uma vítima de bullying em casa.
O termo vem do inglês "bully" (pronuncia-se 'búli'), que se refere a pessoas que intimidam, agridem ou se aproveitam de outras pessoas - o seu filho, por exemplo.
Links:
Um dos desafios para a identificação do bullying é o fato de muitas dessas práticas serem aceitas como meras brincadeiras por pais e professores - crianças que se dão apelidos, fazem gozações e chacotas umas com as outras.
"O que muitos pais não percebem é que, não raramente, essas 'brincadeiras' fazem mal à criança. Em casos extremos, leva ao suicídio", diz a pedagoga Cleo Fante, especialista em bullying.
Foi o que pensou o menino australiano, o gordinho Casey Heynes vítima deste mal.
Que até pensou em morrer, suicidando-se.
Ele disse que a sua única vontade era morrer.
Após 3 anos sofrendo provocações, intimidações e agreesões, ele reagiu num momento de extrema emoção e toda sua fúria se externou, deixando o seu oponente no chão.
Segundo a educadora, a popularização da Internet entre adolescentes e crianças é outro fator que contribui para o aumento do bullying, "já que no mundo virtual as pessoas não precisam dar as caras".
Os casos de cyberbullying, praticados pela Web, são tão "prejudiciais para as crianças quanto o bullying tradicional", afirma Fante.
Bullying – um mal crescente.
O caso do menino australiano, objeto de bullying pelos colegas e a sua reação após 3 anos de assédio dos grupinhos da sua escola, sinalizou, que é hora dos educadoes estudarem este problema e o colocar na agenda curricular, tanto dos alunos, quanto dos professores.
O destaque foram as medidas tomadas pela Escola:
-4 dias de suspensão ao provocador.
-21 dias de suspensão pela reação, aparentemente desproporcional, em força, ao menino assediado moralmente.
O critério foi a força física e não a agressão moral  diária sofrida por três anos pelo menino.

O depoimento do estudante passa longe das piadinhas que dominam a seção de comentários do vídeo. Além de contar sobre a cena do vídeo, ele abre o coração. "Pensei em suicídio", afirma Heynes em resposta ao entrevistador, que pergunta qual foi o pior momento de sua vida.
Para superar essa fase difícil, contou com a ajuda da irmã mais velha. "Eu fiquei sabendo do que aconteceu quando ele chegou da escola. Ele me mostrou o vídeo e eu disse 'não sei se deveria fazer isso, mas toca aí!"
Heynes diz sofrer bullying na escola desde o segundo ano do ensino fundamental. No primeiro ano do colegial, ele voltou a ser alvo de bullying e chegou a perder oito amigos. O pesadelo havia voltado: "Eles me chamavam de gordo, me davam tapas na nuca, me faziam tropeçar, jogavam bexigas d'água em mim. Praticamente todos os dias".
"Eu não sabia do problema dele até ver aquele vídeo", conta o pai do menino. "Enquanto ele falava na entrevista, tive que enxugar as lágrimas. Fiquei muito mal. Pensar que ele tinha amigos e eles viraram as costas."
O pai de Heynes diz não aprovar violência e que "foi algo horrível de ver", mas que está feliz por seu filho ter se defendido.
Vítimizado e calado:
Muitas vítimas de bullying sofrem caladas, "por vergonha, por acharem que são culpadas ou até merecem os apelidos, ou por falta de oportunidade de diálogo", aponta Cleo Fante.
Cabe, então, a pais e professores a tarefa e identificar se há algo de errado na vida social da criança ou mesmo do adolescente.
"Só consegue notar diferenças quem acompanha o cotidiano do filho. É esse o primeiro passo: ver se a criança está mais irritada, nervosa ou triste que o normal", aponta Fante.
No caso de vítimas de cyberbulling, a compulsão por utilizar a Internet é outra característica.
Filhos "valentões"
Se o seu filho não é vítima de bullying, ele pode ser, ainda, um desses agressores - comportamento que também merece atenção e cuidado dos pais.
"Dependendo da gravidade do ato, o menor pode ser internado para serem aplicadas medidas sócio-educativas", explica o promotor de Justiça Criminal, Lélio Braga Calhau, de Minas Gerais.
No caso de bullying pela Internet - caso a criança ou adolescente espalhe mentiras que ofendam algum colega -, o pai ou quem permitiu o acesso ao computador também pode ser penalizado.
"Alguém que seja negligente com um crime pode também ser responsabilizado, de acordo pelo código penal. Na área cívil, pode haver processos por danos morais e a família ser obrigada a pagar indenizações", diz Calhau.
Para identificar se o seu filho está intimidando outras crianças, a pedagoga cita algumas características comuns aos agressores: "os jovens que praticam bullying costumam ser hostis, usam força para resolver seus problemas e são intolerantes".
Seu pai disse:"Não tolero violência.Não há do que se orgulhar!"
Os pais não devem elogiar nem estimular os filhos briguentos e valentões. 
Devem conversar e, se necessário, procurar ajuda de profissionais especializados, como psicólogos.
Veja o vídeo e faça a sua análise, não estamos proprondo nenhuma atitude, mas mostrando, o que a revolta, a ira acumulada, pode fazer, até mesmo com uma criança!
vídeo:

 

Seu filho sofre bullying?
Então:
Não diga para "deixar para lá" - ou ele pode não mais contar problemas que tenha;
Converse com a direção da escola, se o problema for lá;
Se não resolver, faça boletim de ocorrência em delegacia de polícia;
Se a ofensa for pela Internet, imprima a página e leve ao Ministério Público;
Estimule que seu filho conte como foi o dia na escola.


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Martin Niemöller, 1933

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