sábado, março 21

O ARGUMENTO DA CIÊNCIA SOBRE A NECESSIDA DA CRENÇA EM DEUS.

A fé que faz bem à saúde
20/03/2009
A ciência sempre está atrás de explicações comportamentais, da mente humana.
Agora ela procura explicar a necessidade que o homem tem de Deus.
Nesta busca, esta reportagem da revista Época, tenta explicar, sob a ótica darwinista que, o homem sofreu um processo evolutivo cerebral, que o capacitou a entender os eventos da natureza e ligou isto a um ser superior.
Os cientistas com pensamento darwiniano, se esquecem que, o homem é tricotômico e assim ele tem uma partícula divina em seu ser.
“Deus viu que o homem ser tricotômico como Ele, tinha um elemento transtornador, a carne, e que este fator levava o homem utiliza-lo para cometer torpezas, este fator lhe era negativo, pois a carne era mortal...” Osvarela.
I Ts.5.23:
e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis...
Sl. 84. 2: A minha alma suspira! Sim, desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo.
Esta é a real necessidade do homem, em se voltar para Deus, ou buscar resposta em sua vida sobre a existência de um Ser que comanda o Mundo e todos que nele habitam.
Assim sendo, a alma necessita de resposta e anela por Deus, muito embora, o homem natural, não compreenda, porque está sempre em busca desta resposta.
Uma vez encontrando Jesus como Salvador, o vazio da mente, provocado, por esta busca conflituosa, é preenchido e o homem passa a ter comunhão com Deus, libertando a alma desta busca perturbadora.
A medicina não compreende ainda como se da o processo de crer em Deus, mas já consegue, através de métodos científicos, como a ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro – medir a ativação das ondas do cérebro humano, quando os pacientes, se deparam com algo relacionado à fé em Deus, seja através de leitura de um texto ou de outros meios como a oração, há um comportamento singular cerebral, quando as pessoas são confrontadas com estes.
Os médicos colocam como algo biológico que, segundo eles:
“Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”.
Ou ainda que o cérebro humano foi “programado”, para crer em Deus, eles estão dando uma razão darwiniana, para uma atividade natural advinda da criação do homem, como corpo alma e espírito.
A Bíblia tem a explicação, baseada na própria criação do homem.
Gn.2. 7: E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
O cérebro dos ateus:

Na pesquisa os médicos dizem ter encontrado sinais diferentes nos cérebros daqueles que crêem em Deus e no daqueles que não crêem em Deus.
A Bíblia tem resposta diferente da medicina.
Rm.1.19.ss:
Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu... E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus... ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento?...Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus...que retribuirá a cada um segundo as suas obras...
Veja como isto ocorreu:
O próprio coração humano se endureceu, em não querer crer em Deus!
Mt.13.15:
Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardiamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.
I Tm.4. 2: pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada...
O livre-arbítrio:
O livre-arbítrio: este é diferencial do ser humano e anjos, em relação aos animais.Rm.2. 15: pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os...
Todos os seres criados por Deus, com inteligência, sejam anjos ou o homem, tem uma coisa singular e comum:

II Pe.2.4: Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram...e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo;
II Pe.2. 12: Mas estes, como criaturas irracionais, por natureza feitas para serem presas e mortas, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção.
Eis aí a demonstração cabal da atitude do ser criado que chamamos de livre-arbítrio.
Portanto, os que querem descrer estão liberados para descrer, daí que há um endurecimento da mente em relação às coisas de Deus, o que cria um bloqueio espiritual, pois, estes não aceitam as coisas espirituais.
II Co.1. 12: Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que em santidade e sinceridade de Deus, não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e mormente em relação a vós.
Os médicos desconhecem como se dá este processo que modifica o cérebro dos que não crêem.
Porém o Apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, no capítulo 1, explica de maneira definitiva a causa desta modificação.
Quando os médicos, vide abaixo, dizem que o cérebro humano dos primeiros homens, não compreendia os eventos que ocorrem na superfície terrestre e nos céus, eles estão reafirmando o que a Bíblia nos disse, e demonstra como isto ocorre.
Seja pelo endurecimento da mente, ou consciência, ou seja, pela cauterização da mesma, que despreza as coisas espirituais, se apegando ou a concupiscência da carne, ou a busca de explicações para eventos místicos, pelo conhecimento, e sem fé é impossível, e a ocorrência desta busca resultará em mais cauterização da mente humana.
A medicina desconhece um fator preponderante para tal ocorrência:
O pecado que atingiu a todos os homens, os obrigando a busca e retorno para Deus, através de Jesus Cristo, que nos religou a Deus.
Rm.3. 23: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
Destituir, neste versículo significa ficar sem a presença de Deus, estar privado desta presença.
Mas, se o homem atentar para a Bíblia encontrará explicação para se aproximar de Deus.
Deste versículo, tiramos uma importante explicação, não científica, no sentido médico, mas totalmente real no mundo espiritual, o homem para crer, necessita de retirar as barreiras que, promovem sua repulsa ao sentimento de crer em Deus.
Hb.11.6: Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
A entrevista demonstra que há uma alteração no cérebro daqueles que crêem em Deus:
A palavra de Deus nos ensina que somos nova criatura, também, nos ensina que somos regenerados, que alma corpo e espírito adorem a Deus, o que a ciência descobre a Bíblia já informou a séculos, sem tirar o mérito científico do trabalho, longe disto, é mais uma comprovação que há mudança naquele que crê em Deus.
II Co.5. 17: Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Tiago diz que somos recriado um novo ser.
Tg.1.18: Segundo a sua própria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.
João 3. 3:
Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.
Rm. 8.1ss: Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus...Porquanto o que era impossível...Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado...não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito...os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne...que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito... mas, a inclinação do Espírito é vida e paz...e os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós...se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
LEIA A REPORTAGEM, COMPILADA.
Com declarações de dois experimentados cientistas na área da neurociência.
Osvarela.
A totalidade e detalhes desta reportagem podem ser lida, no link, clique aqui.
Novos estudos mostram que o cérebro é “programado” para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor.
Letícia Sorg.
Colaborou Marcela Buscato
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 21/março/2009.
A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais. O homem primitivo não tinha como entender eventos mais complexos, como a erupção de um vulcão, um eclipse ou um raio. A busca de explicações sobrenaturais pode ser considerada natural.
Mas por que ela desembocou na fé e no surgimento das religiões? Cientistas de diferentes áreas se debruçaram sobre a questão nos últimos anos e chegaram a conclusões surpreendentes.
Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde.
Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado idéia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: “Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal”. “Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (leia a entrevista). Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Em seu estudo, Grafman analisou o cérebro de 40 pessoas – religiosas e não religiosas – enquanto liam frases que confirmavam ou confrontavam a crença em Deus.
Usando imagens de ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro –, o neurocientista descobriu que as partes ativadas durante a leitura de frases relacionadas à fé eram quase as mesmas usadas para entender as emoções e as intenções de outras pessoas.
Isso quer dizer, segundo Grafman, que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior possivelmente surgiu ao mesmo tempo que a habilidade de prever o comportamento de outra pessoa – fundamental para a sobrevivência da espécie e a formação da sociedade. E para estabelecer relações de causa e efeito. A interferência de um ser muito poderoso seria uma explicação eficiente para aplacar a necessidade de entender o que não se consegue explicar com o conhecimento comum.
Mas o que levaria o ser humano, dotado de razão, a acreditar que um velhinho de barba branca, em cima de uma nuvem, atira raios sobre a Terra?
Ou que 72 virgens aguardam os fiéis no Paraíso? [nota do editor: relacionado ao paraíso que, no qual acreditam, os muçulmanos]
“Andrew Newberg - “O cérebro dos ateus é diferente”.
Tendemos a atribuir características humanas às coisas, inclusive ao ser divino”, diz Andrew Newberg, neurocientista da Universidade da Pensilvânia (leia a entrevista), autor de outro importante estudo sobre o poder da meditação e da oração. “A crença religiosa surgiu como um efeito colateral da maneira como nossa mente é organizada, da maneira como ela funciona naturalmente”, diz Justin Barrett, antropólogo e professor da Universidade de Oxford.
O neurocientista fala sobre seu livro Como Deus muda seu cérebro
ÉPOCA – Como Deus pode mudar a estrutura cerebral das pessoas?
Andrew Newberg – Os nossos estudos usando imagens do cérebro mostram que, no longo prazo, há alterações no lobo frontal (relacionado à memória e à regulação das emoções) e no sistema límbico (ligado às emoções).
As pessoas tendem a conseguir controlar mais suas emoções e expressá-las. A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros.
Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.
ÉPOCA – Em seu livro, o senhor fala bastante da meditação, uma prática tradicionalmente ligada às religiões orientais. Existe alguma diferença entre, por exemplo, o catolicismo e o budismo? Newberg – Não olhamos exatamente para as diferenças entre as religiões, mas para as diferentes práticas. A forma como você pratica a religião é mais importante que as ideias religiosas em si.
ÉPOCA – Há um consenso entre os cientistas de que a fé pode ajudar na manutenção da saúde? Newberg – Muitos cientistas acreditam que a espiritualidade tem um papel na saúde. A pergunta é quem vai administrar isso e como os profissionais de saúde vão lidar com a espiritualidade de uma maneira apropriada e benéfica. Essas questões ainda não foram respondidas.
ÉPOCA – Há alguma diferença neurológica entre aqueles que creem e os que não creem em Deus? Newberg – Encontramos algumas diferenças, sim, e também notamos diferenças dependendo do tipo de prática religiosa. O problema é que nunca sabemos se aquelas mudanças estão lá porque a pessoa é religiosa há muito tempo ou se ela nasceu daquela maneira e, por causa disso, procurou um tipo de religião ou meditação.
Jordan Grafman - “A crença é necessária”.
O neurocientista diz que o pensamento religioso nasceu junto com o cérebro humano
ÉPOCA – O senhor diria que a religião é um produto acidental de nosso processo evolutivo?
Jordan Grafman – Eu não diria acidental. Existe uma tendência para nós pensarmos de certa maneira, e essa maneira, de alguma forma, envolve a necessidade de ter um sistema de crenças.
E esse sistema guia nosso comportamento social. Acredito que estamos constantemente criando novos tipos de sistema de crença e é muito provável que os primeiros tenham sido baseados em autoridades religiosas.
ÉPOCA – Somos biologicamente predispostos à religião?
Grafman – Eu diria que somos predispostos biologicamente a ter crenças, e a religiosa é uma delas, mas não a única. Classificaria a religião como uma forma primitiva de crença porque se baseia muito no que é desconhecido. Algumas das regras éticas vieram por meio da religião, mas só se estabeleceram porque ajudaram a ordenar a sociedade. Então, muitas regras tiveram sentido. A religião nasceu claramente de nossa necessidade de entender o que estávamos vendo.
A crença religiosa surgiu no cérebro antes de outras crenças, segundo pesquisas.
ÉPOCA – Seu estudo comparou as áreas do cérebro envolvidas nas crenças religiosas e nas crenças políticas. Do ponto de vista neurológico, quais as diferenças entre o pensamento religioso e o político?
Grafman – Ainda não temos uma resposta definitiva a essa pergunta, mas há fortes indicações de que as crenças políticas estão sempre ligadas ao “aqui e agora”, a nossa vida, enquanto as crenças religiosas não necessariamente. Há diferenças em comportamento e também nas áreas do cérebro ativadas. No caso das crenças políticas, usamos as estruturas do cérebro que surgiram por último na evolução humana, enquanto no caso das crenças religiosas usamos áreas anteriores no desenvolvimento da espécie. Nossa hipótese é que a crença religiosa seja a primeira forma de sistema de crenças, que surgiu antes das outras. Nossos estudos mostram que as duas usam partes parecidas do cérebro, mas também que a religião veio antes da política.
Fonte:
Dicionário Aurélio
Época
Artigo acadêmico do autor

Um comentário:

Daladier Lima disse...

Prezado Pr. Osiel, realmente muito boa a reportagem da Época. Ia até postar no blog, mas vi primeiro aqui e não o farei. O senhor está sempre antenado. Parabéns!

Abraços!

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