O IPSOS - Ipsos Social Research Institute - Sistema Ipsos Painel Online - diretor:Bobby Duffy

Finalidade: Estudo da Palavra de Deus. Editor: Osiel varela. Meu Lema: Estudar a Bíblia é uma necessidade, Ensinar é um Mandamento.

Logomarca do "site" da cidade!
Gruta Nossa Senhora de Lurdes;
fonte: página oficial da cidade:www.pm15nov.rs.gov.br
habitantes no interior da Bahia, ganhou um estigma e uma obsessão.
ONDE FORAM PARAR OS ATEUS DE NOVA IBIÁ?
Fotos Xando Pereira, Steve Cole/Getty Images/Royalty Free
SEM PADRE
Sem a presença do padre, católicos fazem a leitura da Bíblia: convite para recrutar mais fiéis
No caminho para Nova Ibiá, a cidade baiana onde 60% da população diz não ter nenhuma religião, há uma igreja abandonada. Cercada por um mato alto e paredes descascando, a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, onde se celebrava uma missa mensal, não abre mais as portas. Lília Lisboa, que cuidava do prédio, mudou-se para Salvador e ninguém se interessou em tomar conta do templo. Quinze quilômetros à frente, já no centro de Nova Ibiá, diante da praça central, fica a modesta Igreja de São José, o principal templo católico do vilarejo. Ali, numa noite de segunda-feira, dezoito pessoas escutavam a leitura da Bíblia sob a luz tênue de uma vela grande e oito velas pequenas. Não havia padre no altar. A leitura da Bíblia era feita por uma beata, sentada no primeiro banco de madeira. À entrada da igreja, um cartaz conclamava: "Toda a igreja está feliz com sua vinda. Quando voltar, traga um convidado".Apresentada assim, com igreja abandonada e campanha de recrutamento de fiéis, Nova Ibiá parece fazer jus à fama de a cidade mais atéia do Brasil.
Nova Ibiá parece fazer jus à fama de a cidade mais atéia do Brasil. Mas há algo que não se encaixa. Tudo em Nova Ibiá recende a religião. O município não tem agência bancária, médico, hospital nem juiz, mas tem três lan houses – e nada menos que doze igrejas. São três católicas e nove templos evangélicos, além de um terreiro de candomblé. "Também", diz o prefeito, José Murilo de Souza, "é mais fácil abrir uma igreja do que um comércio." Na Igreja de São José, cujo santo é o padroeiro do povoado, as missas de domingo reúnem 150 fiéis.
Dobrando a esquina, a Igreja Batista de Nova Ibiá, fundada em 1908, recebe 400 pessoas nos dias mais concorridos – uma enormidade para um vilarejo de 7 000 habitantes. O altar é um móvel de compensado, custou 180 reais logo ali, na Paloma Móveis, mas o sistema de som, para não perder um único aleluia, é coisa de 25 000 reais. "Aqui, ou é crente ou é católico", diz o bispo Raimundo Santana, negro corpulento de 51 anos, casado, quatro filhos, todos batistas e um já missionário, que há 28 anos comanda a Igreja Batista de Nova Ibiá.
COM O BISPO DA IGREJA BATISTA.O bispo Raimundo, em seu templo: o altar é de compensado, custou 180 reais, mas o som é de primeira. Onde estão os ateus, os agnósticos, os sem-religião de Nova Ibiá? Há algo que não se encaixa. Em 1991, o censo do IBGE descobriu que havia 6,35% de pessoas sem religião na cidadezinha e que 83,35% da população dizia ser católica. Em 2000, no novo censo, a realidade havia virado de ponta-cabeça: 59,85% afirmavam não ter religião e apenas 16,02% diziam-se católicos. Tamanha mudança só se justificaria com uma rebelião de católicos, mas ninguém tem notícia de um movimento dessa natureza. Ao contrário. Até fevereiro do ano passado, o padre não morava em Nova Ibiá. Ia à cidade de vez em quando, para celebrar a missa, e partia.
O cenário religioso de Nova Ibiá é um retrato em miniatura da realidade brasileira: os evangélicos crescem, enquanto os católicos lutam para que seu rebanho não se disperse – ainda assim, a queda vertiginosa de 83,35% para 16,02% de católicos em nove anos é inexplicável. O padre, rival dos evangélicos, tem uma explicação conspiratória. Diz que ouviu falar que os pesquisadores do IBGE eram protestantes e, quando um católico dizia ser católico, mas não praticante, eles cravavam "sem religião" por conta própria. "Não sei se é verdade", afirma.
É improbabilíssimo que seja, mas é certo que os evangélicos estão ganhando terreno. De 1991 para 2000, saltaram de 9,69% para 23,65%. O pulo, conforme o bispo batista Raimundo Santana, deu-se em 1998, quando a Igreja Batista resolveu "renovar-se", ou seja, passou a acreditar em dons espirituais e curas divinas. "Eu mesmo não acreditava, mas hoje acredito", diz ele. "Depois da renovação, a igreja cresceu muito." De dízimo, ela recolhe entre 3 000 e 4 000 reais mensais.O comerciante Idevaldo Prazeres da Silva, de 50 anos, é um dos convertidos. Era católico, há nove anos virou evangélico, tem um irmão pastor e está lendo a Bíblia pela quarta vez. Veste uma camiseta na qual se lê: "Em Deus tenho posto minha confiança". Da loja de material de construção de Idevaldo da Silva, sobe-se uma ladeira para chegar à casa do único ateu identificado de Nova Ibiá. Ateu? Não, ele diz que não, que é católico há anos e perdeu a conta do tempo que freqüenta a igreja. Com a barba por fazer, mãos levemente trêmulas, o ateu enrustido – ou o católico caluniado – diz que só conhece gente de fé em Nova Ibiá. O bispo Raimundo Santana, com sua experiência de quase três décadas pregando, garante que há outros dois ateus no vilarejo, mas não os identifica. Porque um está indo a um centro espírita e abandonando o ateísmo. O outro está dando os primeiros passos para aderir à igreja do bispo. Ele não quer estragar essa peregrinação rumo à fé revelando quem são. Acredita que em breve Nova Ibiá não terá nem ateus nem materialistas – e explica, com sua metafísica peculiar, a diferença entre um e outro: "Ateu não acredita em nada, materialista só acredita no que pega e vê".
fonte:http://noticiascristas.blogspot.com/2007/12/como-f-resiste-descrena.html
veja.abril.com.br/
A mais muçulmana
Apenas 3% dos 5 200 habitantes de Chuí, na fronteira com o Uruguai, se declaram mulçumanos. É o suficiente para que ela seja considerada a cidade com a maior proporção de seguidores dessa religião no país. Em sua maioria, são palestinos que imigraram nos anos 60, se aculturaram e flexibilizaram seus costumes.Numa próxima matéria falaremos deste segmento.
Nossa Opinião:
A realidade religiosa brasileira é que já existe uma modificação de dados tão rápida pela ação das Igrejas Evangélicas, que é algo palpável, de tal forma que o modelo de pesquisa do IBGE, em razão da forma de realização das pesquisas, em prazos longos, iniciando-se em um período e sendo publicadas anos após, que o banco de dados do IBGE, passa a ser totalmente distorcido em função do crescimento e modificação das características da população pesquisada.
Mesmo a matéria fonte cita que Nova Ibiá, tendo em vista o crescimento dos Evangélicos e com a perda de fiéis, dispôs um paroco para a Cidade.
No entanto, não há motivos para os Evangélicos ficarem em êxtase e deixarem de fazer a Obra de Evangelização, afinal em termos gerais, nós ainda somos uma Grande minoria , mas, minoria é minoria.Destarte o crescimento, você deve ter notado que entre os principais pontos da pa´gina da Cidade de XV de Novembro, no Rio Grande do Sul, ainda são marcados pelos nomes impostos pela Igreja Católica, mostrando que mesmo num local, teóricamente "protestante, quem da o "tom"....complete com suas palavras.Não encontrei nehum símbolo protestante na página da cidade.
Não estamos em disputa, por números, mas queremos que o Evangelho alcance a todos os Brasileiros, para cumprir o Ide de Jesus.
Oremos pelo Brasil, seja por Nova Ibiá ou por Vx de Novembro ou por Foz do Iguaçú no Paraná.Deus salve o Brasil.
God save the Brasil!


O dízimo é do Antigo ou do Novo Testamento?
O Novo Testamento fala sobre o ato de dizimar?
O Dízimo é ordenação para salvação?
Vou perder a salvação se não dizimar?
O dízimo foi dado por Jesus?
É obrigatório entregar o dízimo?
A quem entregar o dízimo?
APOIO APOLOGÉTICO:
Leia parte de um Estudo sobre o Dízimo, explicado por uma importante Igreja:
“GRATIDÃO, DEVOLUÇÃO, PARTILHA E SERVIÇO.
01. O que é dízimo?
O dízimo é prova de gratidão para com Deus, de Quem tudo recebemos.
Devolução a Deus, por meio da Igreja, de um pouco do muito que Ele nos dá.Contribuição para com a comunidade, da qual fazemos parte pelo Batismo. Partilha que nasce do amor aos irmãos e irmãs, especialmente em relação aos empobrecidos.
02. O dízimo não é apenas “um jeito” de arrecadar dinheiro para a Igreja?
Não. O dízimo é, para nós cristãos, expressão da fé que temos em Deus e do nosso amor à Igreja.
03. Foi a Igreja que inventou o dízimo?
Não. O dízimo nasceu espontaneamente do coração humano, muito antes da Igreja ser instituída por Jesus. Já nos tempos do Antigo Testamento, o dízimo era uma das formas pela qual o povo honrava a Deus e sustentava a comunidade.
04. Onde posso ler na Bíblia sobre o dízimo?
Leia as citações onde a Palavra de Deus nos orienta sobre o dízimo: Gn 14, 17-20 (Abraão dá o dízimo a Melquisedec); Gn 28,20-22 (Jacó promete o dízimo a Deus); Ex 22,28-29 (deve-se oferecer a Deus o melhor); Lv 27,30-33(o dízimo pertence a Deus); Nm 18,25-32 (o dízimo como sustento de quem está a serviço da comunidade); Dt 12,6.11.17 (normas a respeito de dízimo); Dt 14,22-29 (o dízimo como devolução a Deus); Dt 26,12-15 (o dízimo para os mais pobres); 1Sm 8,14-18 (odízimo a serviço do rei); 2Cr31,2-10 (o dízimo e o clero); Ne 10,33-40 (o dízimo e o templo); Ne 13,10-12 (o dízimo e os ministros do templo); Tb 1,6-8(o testemunho de um dizimista fiel); Ml 3,5-12(o dízimo é uma fonte de bênçãos); Mt 23,23(não basta dar o dízimo, antes é necessário ser justo e misericordioso) e, 1Cor 9,13-14 (quem vive integralmente para Evangelho deve viver do Evangelho).
04. Quem pode e deve contribuir com o dízimo?
Pode e deve contribuir com o dízimo quem participa da vida da comunidade, ou seja, quem se esforça por ser verdadeiro cristão, “de fato” e não apenas “de nome”.
05. Não basta, portanto, apenas contribuir com o dízimo?
Não, não basta. O dízimo é uma das expressões da fé, mas não a única. A participação nas celebrações, nos sacramentos, nos ministérios, no serviço prestado aos empobrecidos são, juntamente com o dízimo, expressões de uma fé adulta e consciente.
06. Quanto se deve dar de dízimo?
O dízimo dos católicos baseia-se no amor e na gratidão a Deus e deve ser dado com alegria, como escreve São Paulo: “Cada um dê de acordo com o seu coração” (2Cor9,7).Jesus jamais pressionou a alguém a pagar os dízimos, mas deu-nos o seu exemplo de fidelidade ao Templo. Ele, antes, sempre usou de misericórdia para com as pessoas e nos ensina: “sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso” (Lc6,36).
Por isso, respeitar as pessoas, seja qual for a sua condição de vida e deixar a liberdade de decidir sobre a porcentagem do dízimo que vai entregar à comunidade, é seguir corretamente a Palavra de Deus.
07. Quando se deve contribuir com o dízimo?
O ideal é que o dízimo seja oferecido mensalmente. Assim, é possível à comunidade organizar-se prevendo as entradas de cada mês. Nada impede, porém que, em algumas comunidades, de um modo especial naquelas da área rural, o dízimo seja entregue a cada seis meses, ou anualmente....
....11. Para onde vai o dinheiro do dízimo?
O dízimo, todo ele, é investido na Igreja. Uma pequena porcentagem (10%) é entregue à Cúria Diocesana, que está a serviço das comunidades. O restante é dividido entre a comunidade doadora e a sede paroquial. Vejamos alguns exemplos onde o dízimo é aplicado: na manutenção da Igreja, do salão comunitário, das salas de catequese, da casa paroquial; no custeio de funcionários; na formação dos agentes de pastoral (catequistas, ministros, coordenadores, secretários/as, líderes); na assistência e promoção dos pobres etc...“.Leia o texto completo...
Você deve ter observado que há alguns termos inusuais às Igrejas Evangélicas, pois é isto mesmo, para você, prezado leitor católico, que estranha os Evangélicos darem o Dízimo e Ofertas alçadas, tem a oportunidade de aprender mais sobre este ato, sabendo que ele é um dos mandamentos da ICAR [Igreja Católica Apostólica Romana] ser obedecidos pelos seus membros.
E nós Evangélicos devemos, entender que o Dízimo é uma verdade absoluta em nosso dever como Ensino na Vida Cristã, uma disciplina na qual devemos ser aprovados.
DISCURSO:
Após a apresentação do suporte apologético, gostaria de continuar este rápido texto, com aquilo que depreendemos do assunto, e que achei relevante, meditando nas Escrituras Sagradas, muito embora, esta semana, tenha sido uma semana de muitos percalços, e peço desculpas aos leitores dos “sites”:
Ensino dominical e Ebdweb, por não postar meus comentários sobre o assunto, tendo o cuidado de avisar aos Editores dos mesmos o motivo que me impediu de faze-lo.
Poderia enumerar uma série de pontos sobre este assunto, mas, o que me pareceu mais importante nesta lição é a questão:
A secularidade bíblica do Dízimo.
Como assim?
Impressiona-me o aparecimento de tão importante doutrina bíblica, em suas páginas.
Assim como alguns personagens e fatos bíblicos parecem, como que do nada [Elias, no capítulo 17 de I reis; a história de Judá no capítulo 38 de Gênesis, no meio de uma narrativa quebrada por esta interpolação biográfica...], o Dízimo aparece, como de repente, num encontro entre uma figura, desconhecida e jamais citada, anterior na narrativa bíblica, até então, sem apresentações, porém com tamanha ênfase que se torna uma figura marcante, em qualquer estudo sobre a prática de Dizimar, com uma figura exponencial representada por Abrão.
Este homem, de nome difícil e chamado de rei de salém, com nome de Melquisedeque, é para mim, juntamente com o que ele representa neste encontro com Abrão o segredo do Dízimo.
Gênesis 14.18.ss: Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo; e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo. Então o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas; e os bens toma-os para ti. Abrão, porém, respondeu ao rei de Sodoma: Levanto minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra, jurando que não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu, nem um fio, nem uma correia de sapato, para que não digas: Eu enriqueci a Abrão; salvo tão somente o que os mancebos comeram, e a parte que toca aos homens Aner, Escol e Manre, que foram comigo; que estes tomem a sua parte.
Primeiro, encontro neste trecho inicial da figura do dízimo, uma importante forma de entendimento, não sei como, adquirida por Abrão, mas descrita pelo escritor, do texto bíblico, com autoridade, qual seja a forma correta desta, digamos oferta especial:
Dar?
Pagar?
Devolver?
Ou entregar?
Primeiro:
Diz o texto bíblico: E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
Deixando muito claro, que foi:
- Uma reação do que recebeu.
- Uma ação de voluntariedade, não uma exigência:
- Uma doação voluntária de quem reconheceu a benção recebida, e como efeito de reconhecimento, da mesma, houve a entrega de parte do que foi conseguido na luta havida.
Primeira noção:
Aprendemos aqui, a Primeira noção acertada, sobre o que fazemos quando liberamos de nossas mãos o Dízimo:
Damos o nosso Dízimo ao Senhor, que tem bênçãos para nos dar, também de maneira graciosa.
Segunda noção acertada sobre o dízimo:
- Uma doação de reconhecimento, à quem tinha tudo:
Abrão recebeu antes de dar. Ele, o Senhor, graciosamente e voluntariamente nos deu primeiro, nós podíamos ter alguma coisa sem Ele, mas ele Abençoou o que nós temos, e em reconhecimento a sua benção nós damos graciosamente, sem nada esperar, o dízimo a Ele. Pois ele não nos impôs absolutamente nada para nos dar a sua benção!
Observe e Leia no texto, que o rei de Sodoma, está sedento por?
...Homens, ele os prefere, à qualquer oferta de Abrão, que sabiamente pagou a este Rei, o que lhe era devido, ficando sem dívida alguma com este representante do Mundo físico e material, que é representado pelas figuras de:
“Provérbios 30.15: A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam; sim, quatro que nunca dizem: Basta;”, mas que no fundo só querem nos levar o mais importante o que temos de espiritual.
Com Deus não tem este tipo de interesse, até porque Ele quer que todos sejam abençoados:
Eclesiastes 3. 14: Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar, e nada se lhe pode tirar.
Jeremias 29. 11: Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.
Terceira noção:
O Dízimo dado por Abrão a Melquisedeque, representa para mim uma revelação da Graça de Deus, desde o Princípio da Criação, ela esta presente no relacionamento de Deus versus Homem.
Assim sendo, o Dízimo dado a Melquisedeque, apenas demonstra a existência de uma forma cultual mantida desde sempre nesta relação, de tal forma que ela foi feita de maneira natural por Abrão.
Isto representa que, assim como a Graça extrapola a Lei o Dízimo extrapola os Testamentos, seja o Antigo ou o Novo Testamento.
Então, não há a necessidade do cristão, ou quem quer que seja, ficar embaraçado com algumas das perguntas que apresentamos no Exórdio deste texto.
Lições sobre receber e dar, encontradas no estudo do Dízimo:
Abrão deu o dízimo material, após receber, benção material para seu sustento:
Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho.
Hebreus7. 1: Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão quando este regressava da matança dos reis, e o abençoou.
Receber, benção espiritual para sua vida:
“E abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo”.
Leiamos o que diz a Bíblia sobre quem pode dar sem ter recebido nada:
No livro de Jó, em seu termo final encontramos o escritor narrando a fala de Jó, sobre quem pode dar alguma coisa ao Senhor, já que Ele jamais recebeu nada antecipadamente de alguém para depois em forma de troca retribuir.
Jó 41.11: Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois tudo quanto existe debaixo de todo céu é meu.
Abrão deu Dízimo de tudo:
Abrão, assim como seu neto Jacó [Gênesis 28. 20.ss: Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo e me guardar neste caminho que vou seguindo, e me der pão para comer e vestes para vestir,de modo que eu volte em paz à casa de meu pai, e se o Senhor for o meu Deus, então esta pedra que tenho posto como coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.], não restringiu ou separou de seu despojo, alguma coisa especial, antes ele deu o dízimo integralmente de forma igualitária, como nos ensina o texto bíblico.Ele não estava impondo condições para dizimar, ele apenas esperava ser abençoado como seu avô, pois assim poderia dizimar, pois naquele momento ele era um sem-teto [homeless], sem posses e sem família.
- De tudo, o que for proveniente de tua luta para te sustentar dizime.
- De toda conquista que você obtiver dizime.
Esta é mais uma lição de Abrão, para nós sobre, o dar o dízimo ao Senhor.
CONCLUSÃO:
Ressaltando:
- De tudo, o que for proveniente de tua luta para te sustentar dizime.
- De toda conquista que você obtiver dizime.
- Obs.: deixamos de comentar sobre ofertas, por causa dos fatos mencionados acima, que nos consumiu o tempo.Fiz este rápido texto, para não deixar meus leitores, sem material subsídio para as aulas, muito embora peço que acessem os sites citados, nos quais há outros companheiros comentaristas, de capacidade superior a nossa, aos quais somos devedores em publicar nossos comentários no mesmo espaço. Que Deus em Cristo abençoe, à todos.Iniciei e concluí este texto nesta noite de 17/05/2008, num só fõlego de escrita, caso achem algum erro de digitação ou grafia, desculpem-nos pela falta de revisão.
- Leia comentários de: Pr. Esdras Bentho, Dr. Caramuru, Evang. Luís, Pr. Adilson Guilhermel, e outros colegas ministros do Evangelho, nos endereços: http://www.ebdweb.com.br ou http://ensinodominical.com.br
Fonte:
Bíblia cortesia – Tio sam;
Estudo do Pastor Marco Antonio (Igreja Pentecostal Universal Assembléia de Deus – Pilares –RJ).Apontamentos do autor.
Estudo de Cléuvis Casagrande;Diocese de Tocantinópolis;
http://www.diocesedetocantinopolis.org.br/dizimo.html
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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."Martin Niemöller, 1933