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quarta-feira, abril 27

ICAR - Beatificação de João Paulo 2° terá Relíquia com Sangue do Papa, Para Veneração....

Beatificação de João Paulo 2° terá relíquia com sangue do papa.

Sangue que será utilizado na cerimônia do próximo domingo foi colhido durante últimos dias de vida de Karol Wojtyla

Aonde a Igreja Católica Apostólica Romana – ICAR - que chegar?
Sempre escrevo sobre alguns atos da ICAR, nesta página, nada ofensivo ou agressivo, aliás, já tem tempo que não faço comentários sobre este assunto.
No entanto, a beatificação de João Paulo 2º, o Papa anterior a Bento XVI, no próximo dia 1º de Maio, me chamou a atenção por um detalhe:
Uma ampola de seu sangue, retirado, à época, com certa lógica, pela sua importância, como Papa e Chefe de Estado, para casos de transfusão, o que até lhe foi útil, quando foi agredido e esfaqueado por Ali Agca.
Mas, o que era para proteger a sua vida, será agora, utilizado, como objeto de veneração pelos fiéis, que quiserem orar pela sua intercessão em suas vidas.
Hb.9. 14. ...o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?
No entanto, o que eu sempre digo, a ICAR oferece um padrão cristão desviado da Bíblia Sagrada em alguns momentos, que nos levam a comentar certas atitudes de seus príncipes.
João Paulo 2º foi um Papa reconhecidamente querido por seus fiéis, Karol Wjotyla era carismático, hábil em agir nos meandros da política Mundial, viajante ‘globetrotter’, bem diferente de Dom Ratzinger, seu sucessor como Bento XVI.
João Paulo arrastava multidões por onde passava, sem lançar, aqui nenhuma discussão sobre a questão religiosa, ele era o Papa Pop.
As suas Encíclicas foram fortes e reforçaram a questão interna, entre fiéis sobre a adoração a santos da Igreja.
Agora é a sua vez, até com rapidez impressionante em ser beatificado, quando muitos estão nas prateleiras dos Processos canônicos do Vaticano, há anos.
É uma questão de liturgia da ICAR, mas usar ampola de sangue colhido de João Paulo, como objeto de veneração, para mim é um ato difícil de aceitar!
Muito embora, como evangélico não prestemos cultos a pessoas mortas, este ato da ICAR, em si só, levanta um certo ar de validação da ação do sangue de um homem sobre a vida de outros homens.
De nenhum modo, desprezo qualquer homenagem a Karol Wjotyla, afinal ele foi um dos homens mais marcantes do Século XX, um ícone, não só pelo extenso papado, mas pelas qualidades pessoais, que valorizaram a sua posição.
A ICAR deve muito a ele, como a face externa e carismatica da Igreja, nele representada.
Mesmo assim, não conseguiu deter a evasão de fiéis, mas isto já é uma outra história.   
Quando digo isto, lembro-me da Cruz de Jesus de Nazaré, onde foi derramado o Sangue do Filho de Deus, Jesus Cristo homem.
Bíblia Ave-Maria:1 Tm.2.5 Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem
1 Tm.2.5. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem...
Mas, enfim, é um ato do Direito canônico da Igreja Romana, só nos resta apresentar as nossas apreensões e mostrar biblicamente a Verdade da Intercessão entre deus e o Home, só se realizar através de Jesus e pelo poder de Seu sangue, que nos deu acesso ao Pai.

Hb.12.24....e a Jesus, o mediador de um novo pacto, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.
O único sangue, que tem poder de atingir todos os homens, que N’Ele crerem e o aceitarem como seu Salvador.
1 Epístola do Apóstolo São João 1.7. ...mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.
O único sangue que foi derramado para perdão do pecado de todos os homens, inclusive de João Paulo e Dom Ratzinger.
Falar com Deus, ou entrar em contato com Deus?
Só por um sangue! 
Hb.10.19. Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus,
O Apostolo Pedro, ao qual Dom Ratzinger se declara legitimo sucessor nos declara:
1 Epístola Universal do Apóstolo Pedro. 1.14-25.
Santidade é para todos que crêem em Jesus Cristo e vivem pela palavra Evangelizada.
Santidade é uma exigência para filhos de Deus, ou seja, todos os que crêem em Jesus Cristo.
-14.ss. Como filhos obedientes, não vos conformeis às concupiscências que antes tínheis na vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento; porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo. {Hb.13.12. Por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta.}
E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor durante o tempo da vossa peregrinação, sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo, o qual, na verdade, foi conhecido ainda antes da fundação do mundo, mas manifesto no fim dos tempos por amor de vós, que por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de modo que a vossa fé e esperança estivessem em Deus. [...] Porque: Toda a carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a palavra do Senhor permanece para sempre
E esta é a palavra que vos foi evangelizada.
Leia o texto:

João Paulo II torna-se beato em 1° de maio...

O Vaticano anunciou nesta terça-feira que durante a cerimônia de beatificação de João Paulo 2°, marcada para o próximo domingo, será exposta uma ampola com sangue do papa, relíquia que será venerada pelos fieis.
Segundo uma nota da sala de imprensa da Santa Sé, o sangue de João Paulo 2° foi colhido durante seus últimos dias de vida, quando ele estava gravemente doente, para ser usado numa transfusão, caso fosse necessário.
Sl.30. 9. Que proveito haverá no meu sangue, se eu descer à cova? Porventura te louvará o pó? Anunciará ele a tua verdade?
Bíblia da CNBB.-Sl.30. 10Que vantagem pode haver se eu morro, se desço à sepultura? O pó acaso poderá louvar-te e proclamar tua fidelidade?
O material ficou guardado em quatro pequenos recipientes.
Dois deles foram entregues ao secretário pessoal de João Paulo 2°, cardeal Stanislao Dziwisz, logo após a morte do papa.
Os outros dois ficaram guardados no centro de transfusões do hospital Menino Jesus, próximo ao Vaticano.
Em vista da beatificação, o sangue foi colocado em uma ampola e será usado como relíquia do novo beato, para ser venerada pelos fieis durante a cerimônia.
Depois da cerimônia, a ampola com o sangue do papa será conservada no departamento de celebrações litúrgicas do Sumo Pontífice, junto com outras relíquias.
Conforme informou o Vaticano, o sangue encontra-se em estado líquido devido a uma substância anticoagulante adicionada logo após a colheita.
Cerimônia
A cerimônia de beatificação de João Paulo 2° será presidida pelo papa Bento 16 em 1º de maio, na praça de São Pedro, diante de cerca de 300 mil peregrinos e 50 chefes de Estado.
Outros eventos estão programados em ocasião da beatificação de Karol Wojtyla, nome de batismo de João Paulo 2º.
No sábado, haverá uma vigília, com a presença da freira francesa que teria sido curada por intermédio do falecido papa.
A irmã Marie Simon-Pierre Normand havia sido diagnosticada com o mal de Parkinson, a mesma doença da qual sofria o papa. O reconhecimento desse milagre foi a última etapa do processo de beatificação.
Definições:

Significado de Beatificação: s.f. Ato ou efeito de beatificar.

Cerimônia na qual o papa declara que uma pessoa já falecida mereceu, por suas virtudes, entrar no número dos bem-aventurados, recomendando-a assim ao culto dos fiéis.

Significado de Culto: s.m. Homenagem religiosa que se tributa a Deus;

domingo, maio 2

Repercutindo:Legionários de Cristo-Novos casos na ICAR.

Papa nomeia delegado para controlar congregação Legionários de Cristo

Fundador da congregação foi acusado de diversos abusos sexuais.

Após investigações internas, Vaticano reconhece e condena os fatos.

01/05/2010 15h55 - Atualizado em 01/05/2010 17h47

Do G1, com agências internacionais

Padre Marcial Maciel Degollado, mexicano fundador da congregação Legionários de Cristo.

(Foto: legionnariesofchrist.org/AFP)

O Papa Bento XVI decidiu nomear um delegado para controlar diretamente a congregação Legionários de Cristo, fundadada pelo mexicano Marcial Maciel Degollado, já falecido, anunciou o Vaticano neste sábado (1º). Maciel foi acusado por diversos abusos sexuais.

A Igreja tem "a firme vontade de acompanhar e ajudar" a congregação "no caminho da purificação que a espera", e Bento XVI "indicará em breve as modalidades desse acompanhamento, começando pela nomeação de um delegado", informou o Vaticano em comunicado. (A primeira versão da nota informava incorretamente que Marcial Maciel Degollado havia sido bispo e que dirigira a congregação até a data de sua morte)

O anúncio segue-se a reuniões mantidas pelo papa na sexta-feira e neste sábado no Vaticano com os cinco bispos que realizaram uma inspeção na congregação.

Marcial Maciel teve um "comportamento objetivamente imoral", diz o comunicado do Vaticano. "Testemunhas incontestáveis" confirmam fatos muitas vezes "criminosos" que "demonstram uma vida sem escrúpulos e sem um autêntico sentimento religioso", diz a nota.

Maciel, que dirigiu com mão de ferro os Legionários de Cristo, congregação fundada em 1941 no México, era pai de uma menina, filha de uma relação secreta, cuja existência foi reconhecida em 2009.

Em maio de 2006, Bento XVI havia obrigado a Marcial Maciel a "renunciar a qualquer ministério público" e a "a retirar-se na oração e na penitência". A congregação está presente em 22 países, particularmente no México e na Espanha, possuindo 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas e 70.000 membros leigos. além de administrar 12 universidades.

A congregação Legionários de Cristo recebeu "com profunda fé e obediência" as indicações do papa Bento XVI sobre o "comportamento imoral" do fundador da ordem.

"Os Legionários de Cristo agradecem a solicitude paterna do Santo Padre e acolhem suas disposições com fé e obediência", informou uma nota divulgada neste sábado.

Duas vidas
Marcial Maciel Degollado (1920-2008) levava uma vida dupla, com pelo menos duas mulheres e três filhos, criando em torno de si um mecanismo de defesa que o tornou por longo tempo inatacável, sendo, por conseguinte, difícil, o conhecimento de sua verdadeira vida.

É por isto que "a descoberta e o conhecimento da verdade sobre o fundador provocou, nos membros da Legião, surpresa, desconforto e profunda dor, o que ficou evidenciado pelos inspetores visitantes" diz nota do Vaticano.

Bento XVI garantiu seus pensamentos e orações aos que foram "vítimas desses abusos e do sistema de poder" exercito por Degollado. O Santo Padre - explica o Vaticano - "quer tranquilizar todos os legionários e membros do movimento Regnum Christi que não serão deixados sozinhos: a Igreja tem a vontade firme de acompanhá-los e ajudá-los no caminho da purificação que os espera. Isso diz respeito, também a uma confrontação sincera com os que, dentro e fora da Legião, foram vítimas de abusos e do sistema de poder criado".

"Desta forma" - prossegue a nota - "o Santo Padre dedica seus pensamentos, orações e agradecimentos aos que, apesar de grandes dificuldades, tiveram a coragem e a perseverança de exigir a verdade".

Cinco visitadores apostólicos realizaram de 15 de julho de 2009 até a metade de março passado, uma investigação sobre a Congregação nos cinco continentes.

Foram eles:

Ricardo Watty Urquidi, bispo de Tepic (México);

Charles Joseph Chaput, arcebispo de Denver (Estados Unidos);

Giuseppe Versaldi, bispo de Alessandria;

Ricardo Ezzati Andrello, arcebispo de Concepción (Cjile);

Ricardo Blazquez Perez, bispo de Bilbao (Espanha).

Polêmico cardeal colombiano é substituído em missa

Da AFP

O cardeal colombiano Darío Castrillón, recente objeto de polêmica por elogiar um bispo francês que não denunciou um padre pedófilo, foi substituído como oficiante de uma missa em Washington para preservar a "solenidade" da cerimônia.
Castrillón presidiria uma missa em latim no sábado para celebrar o quinto aniversário do pontificado de Bento XVI, mas os diretores do Paulus Institute afirmaram que ele foi substituído para "manter a solenidade, a reverência e a beleza da missa".
Em uma carta enviada em 2001, Castrillón tratou o bispo de Bayeux-Lisieux, norte da França, como modelo para todos os bispos por não ter denunciado os abusos sobre menores cometidos pelo padre Rene Bissey.
Na época, o cardeal colombiano de 81 anos estava à frente do departamento do Vaticano responsável por todos os padres no mundo.
Os organizadores da missa afirmaram que não pretendem julgar as ações passadas do religiosos colombiano, mas o Paulus Institute destacou que apoia as diretrizes da Igreja Católica e do Papa de que todos os bispos devem denunciar crimes de abusos sexuais à polícia.

domingo, abril 18

UM NOVO REFORMADOR NA IGREJA CATÓLICA?

TEÓLOGO CATÓLICO RECONHECIDO ATACA A AUTORIDADE DE DOM RATIZINGER – BENTO XVI.

UM NOVO REFORMADOR NA IGREJA CATÓLICA?

VENTO CONTRA.

‘A Igreja está na pior crise de credibilidade desde a Reforma’, afirma Hans Küng ao justificar sua mensagem ao episcopado mundial.

Veja os seis pontos defendidos por Hans Küng:

1. Não se calem:

2. Comecem a reforma:

3. Ajam de maneira colegiada:

4. A obediência incondicional só é devida a Deus:

5. Trabalhem por soluções regionais:

6. Peçam um Concílio

At. 15. 1 Então alguns que tinham descido da Judéia...não podeis ser salvos.2 Tendo Paulo e Barnabé contenda..., os irmãos resolveram que Paulo e Barnabé e mais alguns dentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos anciãos, por causa desta questão....4 E, quando chegaram a Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e anciãos[....]6 Congregaram-se pois os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto.7 E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem.[...] 10 Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?11 Mas cremos que somos salvos pela graça do Senhor Jesus...12 Então toda a multidão se calou e escutava a Barnabé e a Paulo, havia feito por meio deles entre os gentios.13 Depois que se calaram, Tiago, tomando a palavra, disse: Irmãos, ouvi-me:[...]19 Por isso, julgo que não se deve perturbar ...20 mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.

Sob o Título de: A EPÍSTOLA DA DESOBEDIÊNCIA.

Hans Küng, Decano da ICAR, participante com Dom Ratzinger, de maneira excepcional no Concílio de 1962, realizado pela Igreja, [eram os goldens boys da Teologia, da forte vertente alemã, pelo seu Conhecimento, apesar de Jovens, foram admitidos no Evento...] publicou nesta semana passada uma Carta Aberta, na qual ele expõe feridas abertas e que sangram o cerne da Igreja Católica Apostólica Romana.

Embora seja conhecida a sua posição esta Carta Aberta reabre as feridas da ICAR, após reunião anos atrás entre o Emitente da Carta e Dom Ratzinger – Bento XVI. Apesar do juízo demolidor, H. Küng nunca abandonou a Igreja e se manteve fiel ao sacerdócio.

Nota: os dois trabalharam como peritos auxiliando os bispos alemães. Logo no início do pontificado de João Paulo II, Küng teve sua licença de teólogo cassada pelo Vaticano. Ele pôde continuar lecionando em Tubinga [Tübingen], mas não como teólogo católico.

Nesta Carta ele admite os vários problemas da ICAR.

1-Maior Crise da Igreja desde 1517 aC

2-Isolamento de Dom Ratzinger

3-Falta de comunicação de Dom Ratzinger .[Ele foi um teólogo avançado na época do Concílio. Depois, teve outra postura à frente da Congregação para a Doutrina da Fé (Tribunal da Santa inquisição), sob as ordens de Wojtyla.]

Impedimento do Vaticano em realizar Concílios a cada 5 anos

4-Necessidade de Reforma

5-Falta de Renovação da ICAR – “a política de restauração de Bento fracassou...

6-Dificuldade de Dom Ratzinger em abrir a Liturgia para o povo ouvir e entender as Missas

7-Igrejas vazias

8-Ignorancia dos seguidores da ICAR: “quando o público é mantido na ignorância...

9-Esvaziamento e perda de seus seguidores – “Mesmo os encontros papais com a juventude, frequentados sobretudo por grupos carismáticos conservadores, não conseguiram conter a drenagem dos que saem da Igreja...

10-Opinião de Hans é contrária a de Dom Ratzinger no controle de natalidade, no caso específico da África devido a disseminação da SIDA [AIDS];uso de preservativos

11-A questão do Celibato – Consagrado e referendado pó papa Paulo VI, em Encíclica Papal.

12-A Censura a toda voz que se levanta é reprimida pela Cúria que obedece cegamente a Dom Ratzinger. [leia-se ela foi agente para eleição politizada de Dom Ratzinger]

13-Critica a Pompa e riqueza e o uso da Mídia por Dom Ratzinger

14-Questiona a Infalibilidade PAPAL

15-Ataca a questão da Pedofilia – a segunda maior crise da ICAR na Era Moderna

Leia Trechos:

1-“COM A VOLTA À POMPA E AO ESPETÁCULO absorvendo a atenção da mídia, as forças reacionárias em Roma TENTARAM NOS APRESENTAR COMO UMA IGREJA FORTE CHEFIADA POR UM "VIGÁRIO DE CRISTO" ABSOLUTO que combina os poderes legislativo, executivo e judiciário da Igreja em suas mãos apenas.”

2-“ ELE O FEZ NO SENTIDO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS, EM QUE PEDRO NÃO AGIA SOZINHO SEM O COLÉGIO DOS APÓSTOLOS...”

Incita aos Clérigos da ICAR a Iniciar a Reforma, de baixo para cima!

Incita claramente a desobediência, ao indicar o Caminho de tomar decisões colegiadas, decisões regionais, em cada local, iniciar um Movimento para Convocação de um Concílio! Ele cita Pedro e Atos dos Apóstolos, para estas afirmações quanto ao Concílio -

EPÍSTOLA DA DESOBEDIÊNCIA

Em carta aberta aos bispos, teólogo questiona a fidelidade incondicional ao papa e diz que ele deixou de renovar a Igreja.

17 de abril de 2010 | 16h 00

Veneráveis bispos:

Joseph Ratzinger, atual papa Bento XVI, e eu éramos os mais jovens teólogos no Concílio Vaticano II (1962-1965).

Agora somos os mais velhos e os únicos ainda em plena atividade.

Sempre entendi meu trabalho teológico como um serviço prestado à Igreja Católica Romana. Por essa razão, por ocasião do quinto aniversário da eleição do papa Bento XVI, faço este apelo a vocês numa carta aberta. Ao fazê-lo, sou motivado por meu profundo respeito por minha Igreja, que agora se encontra envolvida na pior crise de credibilidade desde a Reforma. Queiram me desculpar pela forma de carta aberta. Infelizmente, não tenho outro meio para alcançá-los.

Minhas esperanças e as de tantos católicos de que o papa pudesse encontrar seu caminho para promover uma renovação em curso da Igreja e uma reaproximação ecumênica no espírito do Concílio Vaticano II infelizmente não se confirmaram.

Seu pontificado mais perdeu que aproveitou oportunidades. Perdeu-se a oportunidade de reaproximação com as igrejas protestantes; de uma reconciliação duradoura com os judeus - em vez disso, recolocou bispos notoriamente antissemitas e cismáticos em comunhão com a Igreja; de um diálogo com muçulmanos numa atmosfera de confiança mútua; de reconciliação com os povos indígenas colonizados da América Latina; de ajudar os povos da África permitindo o uso do controle da natalidade para combater a superpopulação e preservativos para combater a disseminação do HIV. Perdeu-se a oportunidade de fazer do espírito do Concílio Vaticano II a bússola de toda a Igreja Católica.

Este último ponto, respeitáveis bispos, é o mais sério de todos. Por diversas vezes, este papa acrescentou qualificativos aos textos conciliares e os interpretou contra o espírito dos padres do Concílio:

- Trouxe os bispos da tradicionalista Sociedade Pio X de volta à Igreja sem nenhuma precondição;

- Promove a Missa Tridentina medieval por todos os meios possíveis;

- Recusa-se a pôr em vigor a reaproximação com a Igreja Anglicana, exposta em documentos oficiais pela Comissão Internacional Anglicana-Católica Romana;

- Reforçou ativamente as forças anticonciliares na Igreja nomeando funcionários reacionários para postos-chave na Cúria, enquanto nomeava bispos reacionários por todo o mundo.

O papa Bento XVI parece cada vez mais afastado da vasta maioria dos membros da Igreja que presta cada vez menos atenção a Roma e, na melhor hipótese, se identifica somente com seu pároco ou bispo local.

Sei que muitos de vocês estão aflitos com essa situação. Em sua política anticonciliar, o papa recebe pleno apoio da Cúria Romana. A Cúria é competente para reprimir críticas no episcopado e na Igreja como um todo e para desacreditar críticos por todos os meios a sua disposição.

Com a volta à pompa e ao espetáculo absorvendo a atenção da mídia, as forças reacionárias em Roma tentaram nos apresentar como uma Igreja forte chefiada por um "Vigário de Cristo" absoluto que combina os poderes legislativo, executivo e judiciário da Igreja em suas mãos apenas. Mas a política de restauração de Bento fracassou. Todos os seus aparecimentos espetaculares, viagens demonstrativas e declarações públicas não conseguiram influenciar as opiniões da maioria dos católicos em questões controversas. Isso é particularmente verdadeiro com respeito a questões de moralidade sexual. Mesmo os encontros papais com a juventude, frequentados sobretudo por grupos carismáticos conservadores, não conseguiram conter a drenagem dos que saem da Igreja nem atrair mais vocações para o sacerdócio.

Vocês em particular, como bispos, têm razões para um profundo pesar: dezenas de milhares de padres renunciaram ao ministério desde o Concílio Vaticano II, a maioria em razão da regra do celibato. Vocações para o sacerdócio, mas também para ordens religiosas, irmandades e irmandades laicas estão em queda - não só quantitativamente como qualitativamente. A resignação e a frustração estão se espalhando rapidamente tanto pelo clero como pelos leigos atuantes. Muitos sentem que foram abandonados com suas necessidades pessoais e muitos estão profundamente deprimidos com a situação da Igreja. Em muitas de suas dioceses é a mesma história: igrejas cada vez mais vazias, seminários vazios e paróquias vazias. Em muitos países, em razão da falta de padres, cada vez mais paróquias estão sendo fundidas, com frequência contra a vontade de seus membros, em "unidades pastorais" maiores em que os poucos pastores sobreviventes ficam absolutamente sobrecarregados. Isso é antes uma falsa reforma da Igreja que uma reforma de fato!

E agora, por cima dessas crises, surge um escândalo que clama ao céu - a revelação do abuso clerical de milhares de crianças e adolescentes, primeiro nos Estados Unidos, depois na Irlanda, e agora na Alemanha e outros países. E para piorar as coisas, o tratamento dado a esses casos deu lugar a uma crise de liderança sem precedente e um colapso da confiança na liderança da Igreja.

As consequências de todos esses escândalos para a reputação da Igreja Católica são desastrosas. Líderes importantes da Igreja já admitiram isso. Numerosos pastores e educadores inocentes e comprometidos estão sofrendo com o estigma da suspeita que agora se estende sobre a Igreja.

Vocês, reverendos bispos, precisam enfrentar a questão: que acontecerá com nossa Igreja e suas dioceses no futuro? Não é minha intenção esboçar um novo programa de Reforma da Igreja. Isso eu já fiz muitas vezes tanto antes como depois do Concílio. Desejo apenas lhes apresentar seis propostas que estou convencido de que são apoiadas por milhões de católicos que não têm voz na atual situação.

1. Não se calem: mantendo o silêncio ante tantas ofensas graves vocês também se mancham com a culpa. Quando sentirem que certas leis, diretrizes e medidas são contraproducentes, vocês devem dizê-lo em público. Enviem a Roma não profissões de sua devoção, mas apelos em favor da reforma!

2. Comecem a reforma: muitos na Igreja e no episcopado se queixam de Roma, mas eles próprios não fazem nada. Quando pessoas não frequentam mais a igreja numa diocese, quando o público é mantido na ignorância sobre as necessidades do mundo, quando a cooperação ecumênica é reduzida ao mínimo, então a culpa não pode ser simplesmente atribuída a Roma. Quer sejam bispos, padres, leigos ou leigas - todos podem fazer algo pela renovação da Igreja dentro da própria esfera de influência, seja ela grande ou pequena. Muitas das grandes realizações que ocorreram nas paróquias individuais e na Igreja em geral devem sua origem à iniciativa de um indivíduo ou de um pequeno grupo. Como bispos, vocês deveriam apoiar essas iniciativas e, especialmente considerando a situação presente, deveriam responder às justas queixas dos fiéis.

3. Ajam de maneira colegiada: após debates acalorados e contra a persistente oposição da Cúria, o Concílio Vaticano II decretou a colegialidade do papa e dos bispos. Ele o fez no sentido dos Atos dos Apóstolos, em que Pedro não agia sozinho sem o colégio dos apóstolos. Na era pós-conciliar, porém, o papa e a Cúria ignoraram esse decreto. Dois anos apenas após o Concílio, o papa Paulo VI emitiu sua encíclica defendendo a controversa lei do celibato sem nenhuma consulta aos bispos. Desde então, a política papal e o magistério papal continuaram agindo da velha maneira não colegial. Mesmo em matérias litúrgicas, o papa governa como um autocrata sobre e contra os bispos. Ele fica feliz de se cercar deles desde que não sejam mais que figurantes no palco, sem nenhuma voz nem direito de voto. É por isso que, veneráveis bispos, vocês não deveriam agir sozinhos, mas na comunidade dos outros bispos, dos padres e dos homens e mulheres que constituem a Igreja.

4. A obediência incondicional só é devida a Deus: embora em sua consagração episcopal vocês tenham tido de fazer um juramento de obediência ao papa, sabem que a obediência incondicional não deve jamais ser prestada a nenhuma autoridade humana; ela só é devida a Deus. Por essa razão, vocês não deveriam se sentir impedidos por seu juramento de falar a verdade sobre a crise atual que enfrentam a Igreja, sua dioceses e seu país. Seu modelo deveria ser o apóstolo Paulo, que ousava discordar de Pedro como em "resisti-lhe francamente, porque era censurável"! (Gálatas 2:11). Pressionar as autoridades romanas no espírito da fraternidade cristã pode ser permissível e até necessário quando elas não se colocam à altura do espírito do Evangelho e de sua missão. O uso do vernáculo na liturgia, as mudanças dos regulamentos que governam casamentos mistos, a afirmação de tolerância, democracia e direitos humanos, a abertura para uma atitude ecumênica, e muitas outras reformas do Vaticano II só foram alcançados pela pressão tenaz de baixo para cima.

5. Trabalhem por soluções regionais: o Vaticano com frequência tem feito ouvidos surdos a demandas bem fundamentadas do episcopado, dos padres e da laicidade. Isso é mais razão ainda para se buscar soluções regionais sábias. Como todos vocês sabem, a regra do celibato, que foi herdade da Idade Média, representa um problema particularmente delicado. No contexto atual do escândalo dos abusos sexuais, a prática tem sido cada vez mais posta em questão. Contra a vontade expressa de Roma, uma mudança pareceria pouco possível; mas não há razão para uma resignação passiva. Quando um padre, após considerações maduras, deseja se casar, não há razão porque ele deva renunciar automaticamente a seu ministério quando seu bispo e sua paróquia ficarem do seu lado. Conferências episcopais individuais poderiam tomar a frente com soluções regionais. Seria melhor, porém, buscar uma solução para toda a Igreja, portanto.

6. Peçam um Concílio: assim como a conquista da reforma litúrgica, liberdade religiosa, ecumenismo e diálogo entre religiões requereu um concílio ecumênico, agora é necessário um concílio para resolver a escalada de problemas que pede uma reforma. No século anterior à Reforma, o Concílio de Constança decretou que concílios deveriam ser realizados a cada cinco anos. Mas a Cúria Romana conseguiu contornar essa decisão. Está fora de dúvida que a Cúria, temendo uma limitação de seu poder, faria qualquer coisa a seu alcance para impedir a realização de um concílio na presente situação. Assim, cabe a vocês promoverem o apelo por um concílio ou ao menos por uma assembleia representativa de bispos.

Com a Igreja em crise profunda, este é meu apelo a vocês, veneráveis bispos: ponham em ação a autoridade episcopal que foi reafirmada pelo Concílio Vaticano II. Nesta situação urgente, os olhos do mundo estão voltados para vocês. Incontáveis pessoas perderam sua confiança na Igreja Católica. Somente admitindo aberta e honestamente esses problemas e realizando resolutamente as reformas necessárias a confiança poderá ser recuperada. Com o devido respeito, eu lhes rogo que façam a sua parte - com seus colegas bispos até onde for possível, mas também sozinhos se preciso for - no "destemor" apostólico (Atos 4:29, 31). Deem a seus fiéis sinais de esperança e encorajamento e deem a nossa Igreja uma perspectiva para o futuro.

Com calorosas saudações na comunidade da fé cristã,

Do seu, Hans Küng

* Hans Küng, teólogo suíço, é escritor e professor emérito de teologia ecumênica na universidade tübingen, alemanha, escreveu este artigo para o New York Times

_Tradução de Celso M. Paciornik

Estadão – 18/04/2010.

Quem é Hans Küng:

Hans Küng (Suíça, 19 de março de 1928) é um teólogo suíço, filósofo, professor de teologia, escritor e sacerdote católico romano.

Küng estudou teologia e filosofia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roi. Foi ordenado sacerdote em 1954. Continuou a sua educação em várias cidades européias, incluindo Sorbonne em Paris. Sua tese doutoral foi "Justificação: A doutrina de Karl Barth e uma reflexão católica".

Em 1960, Küng foi nomeado professor de teologia na Universidade Eberhard Karls em Tübingen, Alemanha. Juntamente com o seu colega Joseph Ratzinger (futuro Papa Bento XVI), foi apontado como perito pelo Papa João XXIII como consultor teológico para o Concílio Vaticano II.

No final da década de 1960, Küng iniciou uma reflexão rejeitando o dogma da Infalibilidade Papal, publicada no livro Infallible? An Inquiry ("Infalibilidade? Um inquérito") em 18 de janeiro de 1970.

Em conseqüência disso, em 18 de dezembro de 1979, foi revogada a sua licença pela Igreja Católica Apostólica Romana de oficialmente ensinar teologia em nome dela, mas permaneceu como sacerdote e professor em Tübingen até a sua aposentadoria em 1996.

Em 26 de setembro de 2005, ele e o Papa Bento XVI surpreenderam ao encontrar-se para jantar e discutir teologia.

Küng defende o fim da obrigatoriedade do celibato clerical, maior participação laica e feminina na Igreja Católica, retorno da teologia baseada na mensagem da Bíblia.

A UNIVERSIDADE DE TUBINGA;

A Universidade de Tubinga (nome original: Eberhard Karls Universität Tübingen, também conhecida como "Eberhardina") é uma universidade pública localizada na cidade de Tübingen (Baden - Württemberg, Alemanha).

É uma das universidades mais antigas da Alemanha, com reconhecimento internacional nos campos da Medicina, as Ciências Naturais e as Humanidades. Tübingen é uma das cinco clássicas cidades universitárias na Alemanha.

A Universidade está constituída por 14 faculdades, algumas das quais estão subdivididas em departamentos.

  • Teología Protestante.
  • Teología Católica.
  • E outros...

Alguns de seus Principais Professores de Teologia ao longo dos anos:

  • Karl Barth, teólogo cristão suíço
  • Dietrich Bonhoeffer, teólogo luterano, pastor e opositor ao regime Nazista
  • Paul S. Fiddes, Professor de Teología Sistémica e Director do Regent's Park College, Universidade de Oxford
  • Walter Kasper, cardeal da Igreja Católica Romana
  • Hans Küng, teólogo católico romano, crítico com a doutrina católica (actualmente vetado no ensino de Teología Católica Romana)
  • Benedicto XVI Papa, dantes conhecido como Cardeal Joseph Ratzinger
  • Charles-Frédéric Reinhard, político
  • Philip Schaff, historiador da Igreja
  • Miroslav Volf, teólogo cristão na Universidade de Yale
  • Jan Paulsen, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Fonte:

Wikipédia

Wikilingue

Estadão

EFE

Várias fontes

sexta-feira, agosto 28

DISSERTANDO - Aprovado Acordo Brasil e Santa Sé -Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil

Câmara aprova Estatuto da Igreja Católica e regulamenta o direito à liberdade religiosa.
Temos acompanhado este Acordo entre o Estado brasileiro e o Estado do Vaticano, e só nos resta lamentar que tenha sido aprovado.
Para quem estar acompanhando o caso deve estar como eu, preocupado com este fato, pela série de fatores que serão desencadeados.
Como será a nova relação Igrejas-Estado?
Este acordo incorrerá em Regulamentação de vários pontos do Acordo, que em extensão deverão atingir:
Ensino religioso nas escolas seculares
Apologia das religiões
Consagração de Novos Ministros das religiões
O Ensino Teológico e seus desdobramentos
Atividades extra Templo
Espaço para Cultos
Trechos do Acordo:
“3. Em 30 de março de 2007 o Ministério das Relações Exteriores apresentou ao Núncio Apostólico em Brasília a contraproposta do Governo brasileiro ao referido texto, com vistas a sua eventual assinatura por ocasião da visita ao Brasil do Papa Bento XVI, em maio de 2007. A contraproposta brasileira, além de adequação da linguagem jurídica no que se refere às relações do Brasil com a Santa Sé e com a Igreja Católica, continha poucas modificações substanciais ao texto proposto pela Santa Sé”.
O texto proposto pelo Vaticano sofreu poucas alterações, ou seja, a Proposta foi quase integralmente aceita, sem maiores contestações do Estado Brasileiro, em seu Fundamento.
Desde quando está sendo Estudado por Comissão do Governo Brasileiro:
- Somente em 13 de setembro de 2007, a Nunciatura Apostólica em Brasília apresentou ao Itamaraty a reação da Santa Sé ao texto proposto em 30 de março daquele ano.
Constituição Brasileira e o acordo:
“As diretrizes centrais seguidas pelas autoridades brasileiras na negociação do Acordo com a Santa Sé foram a preservação das disposições da Constituição e da legislação ordinária sobre o caráter laico do Estado brasileiro, a liberdade religiosa e o tratamento eqüitativo dos direitos e deveres das instituições religiosas legalmente estabelecidas no Brasil”.
Ora se temos uma Constituição se o Brasil é signatário do Tratado ou Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, por que realizar este Termo? Se somos um Estado em que a laicidade constitucionalmente é garantida e tem sido preservada?
Muito embora, em várias fases da curta vida do País, com interferências agudas da Igreja Católica Apostólica Romana, haja vista, que em quase todas as inaugurações, são os Bispos desta Igreja que dão a Benção sobre as instalações inauguradas ou em eventos nacionais.
Art. 2 - o Brasil reconhece à Igreja Católica o direito de desempenhar sua missão apostólica;
Será necessário que as outras Igrejas tenham que ter o mesmo reconhecimento para exercício de missão apostólica?
Preste atenção neste artigo:
Artigo 4º:A Santa Sé declara que nenhuma circunscrição eclesiástica do Brasil dependerá de Bispo cuja sede esteja fixada em território estrangeiro.
Nós Evangélicos, que temos Igrejas Centenárias, ou não, com Sede em outros países, temos que nos adequar?
A Economia e Finanças do Estado Brasileiro poderá ser usada pela Igreja Católica, na proteção de seus Bens?
Arts. 6 e 7 - dispõem sobre o patrimônio histórico e cultural da Igreja Católica no Brasil, assegurando a proteção dos lugares de culto e a cooperação entre Igreja e Estado com vistas a salvaguardar e valorizar esse patrimônio (incluindo documentos em arquivos e bibliotecas), bem como facilitar o acesso a todos que queiram conhecê-lo e estudá-lo;
Assistência espiritual a doentes internados em hospitais:
Art. 8 - o Brasil assegura a prestação de assistência espiritual pela Igreja a fiéis internados em estabelecimentos de saúde ou prisional que a solicitarem, observadas as normas das respectivas instituições;
Já é constitucional, será, mais uma vez, pergunto necessária a anuência através de documento próprio para acesso de Ministros de outras religiões aos Hospitais em visita de assistência espiritual?
Algum Hospital poderá requerer um documento de igual teor antes de permitir o acesso aos Ministros de Igrejas sem tal tipo de Acordo.
Vamos continuar estudando o Tema?
Aguarde outros Textos....
Agência Câmara - Folha Online
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou no fim da noite desta quarta-feira o texto do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) sobre o acordo entre Brasil e Vaticano que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no país.
O plenário também aprovou o projeto de lei que regulamenta o direito constitucional de livre exercício de crença e cultos religiosos.
O acordo entre Brasil e Vaticano foi assinado em 2008. O texto estabelece normas, entre outros assuntos, sobre o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral.
O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes.
O projeto será enviado agora para o Senado. Leia a íntegra da proposta.
Crítica
Em voto em separado contra o projeto, o deputado Regis de Oliveira (PSC-SP) apontou o que seriam inconstitucionalidades da proposta. Segundo ele, ao ser aprovado o acordo ganha status de lei ordinária, mas seu texto entraria em conflito com outras leis já existentes.
Oliveira criticou, por exemplo, a determinação de que os municípios reservem espaços em seus territórios para fins religiosos. O tratado estabelece que esses espaços serão previstos "nos instrumentos de planejamento urbano a serem estabelecidos no respectivo plano diretor" - o que seria, portanto, uma interferência nas leis dos municípios.
Antes de ir a plenário, o acordo já havia sido aprovado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, com parecer favorável do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG).
Manifesto
Na terça-feira, a Associação Vitória em Cristo e o Cimeb (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil) divulgaram um manifesto contra o acordo.
Lembro, eu o editor deste texto que: Somente em 13 de setembro de 2007, a Nunciatura Apostólica em Brasília apresentou ao Itamaraty a reação da Santa Sé ao texto proposto em 30 de março daquele ano
Segundo o manifesto, o acordo dará à Santa Sé, por meio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), "plenas condições de fechar acordos com o governo brasileiro, sem que jamais tenham de passar pelo Congresso Nacional'. 'É um verdadeiro "cheque em branco" para a Igreja Católica. Isto é uma vergonha!", diz a nota.
Na semana passada, a CNBB defendeu o acordo e diz ele não viola a Constituição nem concede privilégios à Igreja Católica.
Em nota, a CNBB chamou de "desinformados" os que criticam o convênio, e disse que, "longe de ferir a Constituição, [o acordo] ratifica uma relação que sempre existiu e, inclusive, abre perspectivas para outras religiões no país".
Liberdade religiosa
A Câmara também aprovou o substitutivo do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para o Projeto de Lei 5598/09, do deputado George Hilton (PP-MG), que regulamenta o direito constitucional de livre exercício de crença e cultos religiosos.
A votação foi simbólica, mas não houve consenso entre as bancadas. O PSOL encaminhou a votação contra o projeto. O PDT, PV, PR e o PSDB liberaram suas bancadas.
O texto segue agora para o Senado.
Posição da Entidades:
AMB – Associação dos Magistrados do Brasil:
A AMB ressalta que o "modelo constitucional vigente instituiu a laicidade do Estado brasileiro, garantindo a liberdade religiosa a toda cidadania".
"O acolhimento do acordo pelo Congresso Nacional implicará em grave retrocesso ao exercício das liberdades e à efetividade da pluralidade enquanto princípio fundamental do Estado. Rogamos que as autoridades legislativas atuem nesta questão com rigorosa conduta constitucional", diz a nota, assinada pelo presidente da AMB, Mozart Valadares Pires.Leia mais...
Continua...

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Martin Niemöller, 1933

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